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Rede de clínicas de oncologia confirmou oficialmente algo que boa parte do mercado desconfiava e relatou deter R$ 478 milhões em CDBs do banco encrencado
A Oncoclínicas (ONCO3) confirmou oficialmente nesta quarta-feira (22) algo que boa parte do mercado já desconfiava: parte do caixa da companhia está aplicado em CDBs (Certificados de Depósito Bancário) do Banco Master. O Seu Dinheiro já havia alertado para este risco no caixa da companhia nesta reportagem especial.
Mais precisamente, a rede de clínicas oncológicas detém R$ 478 milhões em papéis da instituição, conhecida por oferecer remunerações generosas, bem acima da média de mercado, nos CDBs para atrair investidores. Agora, a Oncoclínicas fechou um acordo para resgatar esses valores, o que deve ocorrer em 20 parcelas entre outubro deste ano e maio de 2027.
Segundo fato relevante enviado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), houve uma renegociação das regras de devolução do investimento. Fontes ouvidas recentemente pelo Money Times, site do mesmo grupo do Seu Dinheiro, apontaram que o cronograma terminaria no final desse ano.
O acordo entre a Oncolínicas e o Banco Master mantém a taxa de remuneração dos CDBs, mostra o documento, embora sem especificar qual é.
Também sem especificações, a Oncoclínicas afirma que existem determinados eventos de vencimento antecipado, que, se ocorrerem, tornam o valor investido nos CDBs automaticamente resgatável em sua totalidade. Ou seja, há cláusula de “gatilho” que viabiliza o resgate.
Por fim, o acordo abre a possibilidade de a Oncoclínicas utilizar o saldo dos CDBs para comprar ações da companhia que estão em poder de dois fundos de investimento em participações (FIPs): o Tessália Fundo de Investimento e o Quíron Fundo de Investimento.
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O Banco Master investiu R$ 1 bilhão na Oncoclínicas em um aumento de capital em maio de 2024 por meio desses dois fundos. Na ocasião, os papéis da companhia saíram a R$ 13, mas desde então sofreram forte queda de 84% e eram cotados a R$ 2,05 no fechamento de ontem na B3.
Para a companhia usar o dinheiro dos CDBs para recomprar as próprias ações, existem três condições. A primeira é que o Master conclua uma negociação que libere as cotas dos FIPs. Além disso, é preciso ocorrer um evento de vencimento antecipado e a aprovação da operação pelos acionistas da Oncoclínicas em assembleia.
A relação da Oncoclínicas com o Banco Master é um ponto de controvérsia no mercado, que se tornou latente com o anúncio do terceiro aumento de capital da companhia no período de dois anos, em setembro deste ano.
Ao Seu Dinheiro, um gestor afirmou que, se uma parte relevante do caixa da empresa estiver aplicada em ativos de maior risco, como os CDBs do banco Master, como já esperavam alguns especialistas, o acesso ao dinheiro no momento não parece factível.
No segundo aumento de capital, R$ 1 bilhão veio pelo Banco Master diretamente, e outros R$ 500 milhões pelo CEO Bruno Ferrari. Por conta disso, a empresa abriu uma conta bancária no Master para acessar o dinheiro, tendo acordado um cronograma de saques desse montante, de acordo com fonte a par do assunto consultada pelo Money Times.
Segundo a fonte, o cronograma encerraria no final desse ano e, até o momento, vinha sendo honrado. A Oncoclínicas mantém proximidade e acompanha de perto o cronograma no banco e a maior parte do valor já foi sacado, mesmo que com eventuais pequenos atrasos.
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