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Vencimento se soma ao prazo de pagamento de linha de crédito concedida pelo FGC e torna venda do Will Bank urgente
Os próximos 30 dias serão cruciais para determinar os rumos do Banco Master. A instituição financeira de Daniel Vorcaro corre contra o tempo para arcar com duas faturas milionárias que estão prestes a vencer, provar que tem liquidez e evitar uma possível intervenção do Banco Central.
A primeira fatura é com investidores, principalmente pessoas físicas. Ao fim de outubro, um total de R$ 1 bilhão de aplicações em Certificados de Depósito Bancários (CDBs) do Banco Master deve vencer.
Porém, a outra fatura, com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), é muito maior: de R$ 4 bilhões. E essa já ia vencer anteriormente, mas o banco conseguiu estender o prazo para o início de novembro.
As informações são do portal Pipeline. Segundo a reportagem, o Master está usando esse prazo estendido para avançar na venda de ativos e arrecadar o necessário para saldar essas dívidas e os demais vencimentos até o fim do ano.
Não há informações públicas sobre quanto o Banco Master ainda tem em passivos a vencer nos próximos meses. Entretanto, o Valor Econômico apurou com fontes que cerca de R$ 10 bilhões em dívidas teriam sido pagas desde o anúncio da venda para o Banco de Brasília (BRB) — que não deu certo —, em março.
No balanço do fim de 2024, o Master e suas subsidiárias tinham R$ 16,068 bilhões em passivos a vencer neste ano.
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Ativos do Master e ativos próprios de Daniel Vorcaro estão em jogo para fechar as contas. Em agosto, o banqueiro vendeu a seguradora Kovr e precatórios. O objetivo era levantar R$ 1 bilhão com as vendas.
E tudo indica que conseguiu. Ontem (13), o Banco Central autorizou o aumento de capital do Banco Master Múltiplo e do Will Bank.
Com acréscimo de R$ 421 milhões, o capital do Master subiu para R$ 1,586 bilhão. Já o do Will Bank cresceu em R$ 419 milhões, para R$ 789 milhões.
O próximo ativo a passar adiante deve ser o Will Bank. O Master contratou uma empresa especializada para ajudar na venda de ativos da instituição, sendo o principal deles o banco digital Will Bank.
O Will Bank contava com cerca de R$ 16 bilhões em ativos ao fim de 2024 e era um dos principais focos do BRB quando tentou adquirir o Master. Ao se desfazer do banco digital, a instituição de Vorcaro também elimina cerca de R$ 6,9 bilhões em passivos, segundo o Valor Econômico.
Conforme noticiado pela imprensa, entre os interessados no Will Bank há um grupo de investidores que conta com o apresentador Luciano Huck.
O FGC concedeu uma linha de crédito de R$ 4 bilhões ao Banco Master em maio, quando a instituição ainda tentava fechar o acordo com o BRB. Naquele momento, era uma linha de crédito de 30 dias, que foi renovada e estendida mais duas vezes.
Um novo prazo de mais 45 dias foi concedido agora, em outubro, segundo o Valor Econômico.
Não se trata de um resgate dos CDBs do Master, mas de um empréstimo convencional. E ainda que o banco consiga pagar, isso não significa que o risco de intervenção pelo Banco Central tenha sumido.
*Com informações do Valor Econômico e Pipeline.
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