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Com central de dados operando 24 horas e R$ 1,2 bilhão em crédito liberado, Casas Bahia aposta em tecnologia para turbinar vendas na maior Black Friday de sua história
Em meio à disputa acirradíssima no varejo brasileiro, a Casas Bahia (BHIA3) está apostando alto na Black Friday deste ano, com a “Super Black ao vivo” — uma campanha que promete ser a maior da história da empresa.
Se de um lado a empresa vai monitorar milhões de dados no ambiente digital em tempo real, do outro ainda apela para carros de som nas ruas de cidades do interior.
De acordo com o CEO, Renato Franklin, a companhia vai liberar R$ 1,2 bilhão em crédito para os consumidores, salto de 20% em relação ao ano anterior, como parte da estratégia para atrair clientes para as lojas físicas por meio do ambiente digital.
A companhia preparou uma maratona de ações ao longo do mês, que envolvem promoções-relâmpago e condições especiais no crediário.
Em conversa com jornalistas nesta sexta-feira (24), Franklin detalhou a estratégia da companhia para tornar a oferta e a comunicação das promoções mais assertivas. Segundo ele, a chave está na central de dados, criada para monitorar e ajustar as ações em tempo real, 24 horas por dia. A estrutura será inaugurada em 17 de novembro.
“Durante a Black Friday, a Casas Bahia montou uma central conectada às buscas dos consumidores. Por exemplo, se a procura por celulares aumenta, o sistema aciona automaticamente descontos agressivos nos modelos mais buscados. Se a tendência é por TVs de 60 polegadas, a resposta vem em forma de promoções nas parcelas. Tudo acontece ao vivo e alinhado ao comportamento de compra do cliente naquele exato momento”.
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E isso não se baseia apenas na busca online. Segundo o executivo, a chamada Central Black 24 horas é capaz de monitorar em tempo real milhões de decisões de compra no Google, nas lojas e nas ruas.
Para tal, o esforço na gestão dos estoques é relevante, uma vez que teve de ser montado meses antes das promoções deste mês.
“A gente entende o que o cliente está buscando e consegue direcioná-lo para opções mais vantajosas [de acordo com o estoque]. Por exemplo, se ele procura uma geladeira da marca A, de certo tamanho, posso mostrar outra do mesmo porte, mas com mais recursos e preço mais competitivo. Isso aumenta a conversão e torna a comunicação mais eficiente, porque falamos direto com quem realmente tem interesse, sem precisar fazer propaganda genérica, o que é caro”, contou Franklin.
A companhia não abriu as projeções de vendas desta campanha, nem o investimento demandado.
Para divulgar as promoções, a companhia aposta em uma estratégia híbrida, que combina ações no mundo físico, no ambiente digital e na televisão.
Nesta última, serão cerca de 510 inserções, com frequência média de 25 impactos por pessoa ao longo da campanha. Ou seja, cada pessoa do público-alvo verá o comercial 25 vezes ao longo da campanha.
Serão veiculadas propagandas em todas as principais emissoras do país e a estimativa é que isso gere 2,4 bilhões em impacto, que é o número total de vezes que um anúncio é visto pelo público — ou seja, a soma de todas as visualizações geradas pelas inserções.
Nas mídias locais (em cidades menores), serão 3,8 mil inserções em rádio e mais de 1,1 mil horas (ou o equivalente a quase 46 dias) de carro de som circulando.
Nas redes sociais, a estimativa é de 1,6 bilhões de impressões (quantas vezes o conteúdo foi exibido na tela de alguém) e 146 milhões de alcance, que indica quantas pessoas únicas viram o conteúdo.
Além disso, as lives com promoções serão escalonadas ao longo do mês. Na primeira semana, será uma vez por dia. Na segunda, duas — e assim por diante.
No ano passado, a empresa fez 300 horas de transmissão contínua. Como resultado, foram 152 mil novos seguidores, mais de 200 milhões de visualizações e 60 mil clientes assistindo às lives em tempo real, além de quase 110 milhões de pessoas alcançadas.
A Super Black Friday entra na estratégia de crescimento da companhia para além do mês de novembro, já pegando o bonde da Copa do Mundo do ano que vem — quando a varejista projeta que a demanda forte para televisores já comece agora.
Além disso, a empresa está apostando em outro vetor de impulso para as vendas de eletrodomésticos ao longo do ano que vem: as eleições de 2026.
“Em ano eleitoral, geralmente há uma injeção maior de recursos na economia, e isso tem um impacto direto no nosso negócio. Nossos clientes são, em grande parte, o retrato da população brasileira — pessoas que estão empregadas, mas ainda bastante endividadas e com o orçamento apertado. Esses estímulos, porém, ajudam a impulsionar o consumo e aumentam nossa taxa de conversão”, afirma Franklin.
A Casas Bahia começou uma virada em 2023, colocando em um amplo plano de transformação. A primeira etapa, que se estendeu até 2024, teve como prioridade fortalecer as margens e o GMV (volume bruto de mercadorias), apostando em maior eficiência operacional e no equilíbrio do caixa.
Agora, a varejista está olhando para o fortalecimento da operação principal e na retomada do crescimento das receitas. O foco está concentrado justamente nos segmentos em que a marca é mais forte: eletrodomésticos, eletrônicos e móveis.
Na véspera de anunciar seu plano para a Black Friday, a Casas Bahia anunciou uma parceria com o Mercado Livre. A partir de novembro, os produtos das suas categorias core estarão disponíveis na plataforma do Meli, já capturando a data de compras.
A parceria é complementar, uma vez que a Casas Bahia tem uma presença mais marcante no varejo 1P — quando a empresa compra os produtos, mantém o estoque e realiza a venda direta ao consumidor. Já a argentina é forte no 3P, funcionando como intermediadora entre o vendedor e o cliente.
Durante a coletiva desta sexta-feira (24), o CEO destacou que, após um período de foco na melhoria das lojas físicas, a companhia passou a direcionar atenção também a outros segmentos e canais de venda.
“Conseguimos escolher bem o parceiro, quem mais cresce, quem domina o mercado hoje, quem tem mais participação na nossa categoria”.
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