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Varejista de moda sueca deve trazer mais concorrência para nomes como C&A, Renner e Riachuelo

Foi neste sábado (23) a abertura oficial da primeira loja da sueca H&M aqui no Brasil. Mais precisamente em São Paulo, encrustada em meio à Faria Lima, no Shopping Iguatemi, centro de compras onde predomina o comércio de luxo.
Mas os valores na H&M brasileira não ficarão no patamar do restante do shopping. Confira o preço médio das peças:
O site da varejista no Brasil também já está funcionando (hm.com.br), e a próxima loja deve ser aberta no Shopping Anália Franco, na zona Leste, em 4 de setembro.
A H&M também vai ter, até o fim do ano, uma loja em um terceiro endereço na capital paulista, no Morumbi Shopping, além de uma unidade no interior do estado de São Paulo, no shopping Parque Dom Pedro, em Campinas.
A companhia não revela quanto vai investir no Brasil, mas aponta que, além das quatro lojas e do e-commerce, construiu um centro de distribuição em Extrema (MG), que vai atender a operação das lojas físicas e da loja online.
Com área estimada em 1.000 m², a loja do Iguatemi terá uma curadoria mais exigente de moda feminina, acessórios, underwear e peças básicas.
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Já no Anália Franco, os clientes encontrarão também moda masculina e infantil, com sortimento mais amplo em quase 2.000 m².
Segundo a empresa, os preços serão os mesmo nos dois locais.
A varejista sueca é considerada hoje globalmente uma marca de itens de vestuário de consumo rápido - o chamado “fast fashion”, alvo de críticas por estimular o consumo não consciente e o desperdício.
O CEO da H&M no Brasil, Daniel Ervér, porém, nega que por aqui a marca vá seguir esta tendência. “Não queremos ser a empresa de fast-fashion em que os clientes compram produtos para usar uma ou duas vezes”, disse o executivo, em entrevista ao Estadão.
“A estratégia é surpreender o cliente: o valor que você recebe pelo preço que paga supera em muito as suas expectativas.”
Ainda segundo Ervér, a empresa escolheu começar por São Paulo por causa do tamanho e da importância da cidade. “Mas queremos expandir para muitos outros Estados”, disse o CEO.
Vale lembrar que a H&M chega em um contexto de forte concorrência com lojas de departamento brasileiras, como C&A, Renner e Riachuelo, e também com a espanhola Zara, que está consolidada no mercado nacional há anos — com preços mais altos e seleção mais premium.
* Com informações de Estadão Conteúdo
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