O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No ano, a seguradora do Banco do Brasil (BBAS3) vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio

A BB Seguridade (BBSE3) lucrou R$ 2,6 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 13% em relação ao mesmo período do ano passado, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (3). A cifra ficou acima das expectativas da Bloomberg, que esperava R$ 2,2 bilhões.
No ano, a seguradora do Banco do Brasil (BBAS3) vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio.
A ação acumula queda de 8,73% em 2025. Em comparação com a máxima no ano, em abril, o tombo chega a 22%.
Segundo a própria companhia, embora o resultado operacional combinado das empresas do grupo
tenha crescido, o principal destaque foi o resultado financeiro.
O número foi inflacionado pela expansão de volumes, alta da taxa Selic e, especificamente no caso da Brasilprev, pela deflação do IGP-M, que resultou em um menor custo do passivo.
Atualmente, o Brasil vive um dos períodos de maior taxa de juros em décadas, com a Selic em 15%.
Leia Também
Isso, no entanto, não impediu que, novamente, os prêmios emitidos da Brasilseg ficassem com desempenho baixo das projeções (guidance), puxado por volume menor que o previsto nos produtos vinculados ao crédito, principalmente para o seguro agrícola.
Ao todo, os prêmios recuaram 14,8% no ano. Segmentos agrícolas (-57,1%) e vida produtor rural foram os maiores vilões.
Apesar disso, observou-se expansão de prêmios emitidos em vida, com bom desempenho de vendas novas e penhor rural.
De todas as formas, o lucro líquido negócio de seguros cresceu 7,2%, a R$ 1,2 bilhão, puxado pela alta de 51,1% do resultado financeiro, explicada pela maior taxa média Selic.
No trimestre, a sinistralidade aumentou 0,5 p.p. em relação ao mesmo período de 2024, atingindo 22,1%, movimento justificado por aumento na sinistralidade de agrícola e habitacional.
Na previdência, lucro líquido gerencial recorrente totalizou R$ 709,5 milhões, crescimento de 19,1%.
De novo, o número foi impulsionado pelo crescimento de 35% do resultado financeiro, favorecido pela redução do custo do passivo, em virtude principalmente da deflação do IGP-M.
Contudo, no lado operacional, a captação líquida foi negativa em R$ 9,1 bilhões devido queda de 20,1% das contribuições, além do aumento observado nos índices de resgate.
Na parte de capitalização, o lucro líquido alcançou R$ 91,4 milhões, alta de 31,1%.
“Tal desempenho decorre da alta do resultado financeiro, impulsionado tanto pela expansão do saldo médio de ativos rentáveis como pela melhora de 1,3 p.p. da margem financeira”.
A arrecadação com títulos de capitalização cresceu 5,4%, impulsionada pela maior quantidade de títulos de pagamento.
Seguindo as outras áreas, a BB Corretora teve alta de 9,3% no lucro líquido, para R$ 943 milhões, com expansão das receitas de corretagem e alta da margem líquida.
As receitas de corretagem cresceram 4,2%, devido à apropriação de comissões de vendas ocorridas em períodos anteriores, com destaque para os seguros vida produtor rural, penhor rural e prestamista.
VAI E VEM DOS SPREADS
HIPOCRISIA?
TROCA DE CEO
ENTREVISTA AO ESTADÃO
COMPRAR OU VENDER?
DO CAMPO AO BALANÇO
NÃO PARA NA LAVOURA
DESTAQUES DA BOLSA
COMPETIÇÃO ACIRRADA
Conteúdo BTG Pactual
VEJA ONDE APOSTAR
PASSO A PASSO
AUMENTO DE CAPITAL
PREPAREM O BOLSO
CISÃO OU CIZÂNIA?
ESCAPOU DO JUÍZO FINAL?
FUTURO INCERTO
DEIXAR O PASSADO PARA TRÁS
REAÇÃO DO MERCADO
SINAIS DE ESTRESSE