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O nome marca a nova fase da companhia, privatizada em 2022 ainda no governo de Jair Bolsonaro; confira quando mudança passar a valer
O face lifting, procedimento cirúrgico de rejuvenescimento facial, é a última tendência entre os famosos. Dizem que a técnica foi usada por Kris Jenner, a matriarca das Kardashian, e por Anitta, e agora pode servir de inspiração para uma gigante do setor elétrico. Fundada em 1962, a Eletrobras (ELET3) resolveu dar uma repaginada e anunciou nesta quarta-feira (22) que trocará de nome — e de ticker na bolsa.
A maior elétrica do País passará a se chamar Axia Energia. O nome marca a nova fase da companhia, privatizada em 2022 ainda no governo de Jair Bolsonaro.
Axia, de origem grega, significa “valor” e remete também à ideia de “eixo”. “A nova identidade consolida o processo de transformação iniciado em 2022, que tem tornado a companhia mais inovadora, ágil e preparada para responder aos desafios tecnológicos, regulatórios e de mercado”, diz a empresa em nota.
Segundo a Eletrobras, o nome nasce a partir de seu legado e representa a visão de futuro de uma companhia orientada por disciplina financeira, excelência operacional e geração consistente de valor.
Além da mudança de nome, a Eletrobras também vai trocar o ticker das ações na bolsa aqui e em Nova York. Confira abaixo os códigos que passam a valer a partir de 10 de novembro de 2025.
Na bolsa de Nova York:
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O novo nome chega em momento positivo da Eletrobras. A ação renova máximas históricas, enquanto tira das costas um peso “nuclear”: consolidou o otimismo do mercado com processo de-risking (redução de riscos) após a venda da participação na Eletronuclear para a J&F, holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista.
Com o negócio, a empresa encerra mais um capítulo nas discussões que mantinha com o governo desde a privatização e agora pode se dedicar nas atividades centrais, na avaliação de gestores e analistas ouvidos pelo Money Times.
De quebra, a redução das incertezas deve ajudar a abrir espaço para as ações da Eletrobras na carteira de investidores que ainda torcem o nariz para a ex-estatal — em particular os estrangeiros.
*Com informações do Money Times
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