O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
E não foi apenas a S&P que reagiu ao anúncio. A agência de risco Fitch também rebaixou a nota de risco da Ambipar, apesar de ter sido menos drástica
A Terceira Lei de Newton é categórica: toda ação tem uma reação de igual intensidade — e os mercados financeiros não estão imunes à regra. A prova viva disso é a Ambipar (AMBP3), que vem lidando com fortes reações após anunciar uma ação que protege temporariamente a empresa de exigências de credores.
No pregão da véspera, as ações da companhia chegaram a cair mais de 50%. Já nesta manhã (26), veio mais uma reação: a agência de risco S&P Global rebaixou a nota de crédito (rating) da Ambipar de ‘BB-‘ para ‘D’.
A classificação equivale a um calote da dívida (default). Com o rebaixamento, a S&P também removeu todos os ratings da empresa do status de observação com implicações negativas.
A agência ressaltou que a liminar suspende qualquer cláusula contratual que possa levar a um vencimento antecipado dos compromissos da companhia, um passo que pode anteceder uma recuperação judicial.
Além disso, a ação revela dificuldades de pagamento vinculadas a operações com derivativos atreladas a green bonds.
Segundo a S&P, essa ação é “equivalente a uma reestruturação geral da dívida”, o que justifica a classificação ‘D’.
Leia Também
Após o anúncio, AMBP3 iniciou o pregão desta sexta-feira (26) em leilão, mecanismo da B3 para quando há fortes oscilações nos papéis. Com queda de 3,07%, as ações ainda não começaram a ser negociadas em bolsa, embora a sessão tenha iniciado há uma hora.
E não foi apenas a S&P que reagiu ao anúncio. A agência de risco Fitch também rebaixou a nota de risco da Ambipar, apesar de ter sido menos drástica. A agência rebaixou o rating da companhia de ‘BB-‘ para ‘C’, um nível acima do calote.
Porém, ressaltou que, no entender da Fitch, a Ambipar entrou em um processo semelhante a inadimplência e também deixou um alerta:
“Caso a Ambipar anuncie formalmente um plano de reestruturação de sua dívida, as classificações serão rebaixadas para ‘RD’, a fim de refletir um evento de inadimplência restrita, ou para ‘D’, se a empresa entrar com pedido de recuperação judicial”, disse.
A Fitch afirma em documento que a intenção da Ambipar é preservar o caixa, evitando a aceleração da dívida e a apreensão de ativos, "a fim de manter a continuidade dos negócios até que um acordo com os credores seja firmado".
Porém, um ponto que chama a atenção no relatório da S&P é a aparente contradição entre a busca por proteção judicial e a situação financeira da empresa.
O documento destaca que a Ambipar reportou uma dívida de curto prazo de R$ 616 milhões, o que representa apenas cerca de 5% da dívida bruta.
Ao mesmo tempo, a companhia possuía uma “posição de caixa considerável de R$ 4,7 bilhões” no fim do segundo trimestre.
Em fato relevante, a Ambipar explicou que a medida é resultado de operações recentes com derivativos ligadas aos green bonds, que “geraram consequências financeiras negativas em razão de variação na cotação e negociação de seus valores mobiliários”.
“O objetivo da medida cautelar é propiciar a continuidade das atividades empresariais do Grupo Ambipar e viabilizar a proteção a seus ativos, enquanto se busca junto aos credores uma alternativa viável para o adequado equacionamento de seus compromissos financeiros”, escreveu a companhia.
Entre os pedidos da Ambipar está a suspensão liminar de contratos que poderiam antecipar o vencimento das dívidas do grupo e de suas subsidiárias, além da exigibilidade de todas as obrigações relacionadas a esses contratos.
A Ambipar afirma seguir em “conversas positivas” com credores para tentar alcançar um acordo benéfico para todos os investidores.
*Com informações do Money Times.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa