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China também planeja investir em centro de pesquisa e desenvolvimento na área de energia renovável em parceria com o SENAI CIMATEC
Executivos de empresas chinesas ligadas ao setor de energia sustentável anunciaram hoje (12), durante encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na China, investimentos de mais de US$ 2,3 bilhões — cerca de R$ 13 bilhões — em projetos para acelerar a transição energética no Brasil.
O primeiro anúncio se refere ao investimento de US$ 1 bilhão na produção de combustível renovável para aviação a partir da cana-de-açúcar, a ser realizado pela chinesa Envision Group.
Sediada em Xangai, a empresa atua em soluções de energia inteligente e em setores como energia eólica, armazenamento de energia e desenvolvimento do chamado combustível sustentável de aviação, conhecido em inglês pela sigla SAF — coincidentemente a mesma da nossa Sociedade Anônima de Futebol.
“O Brasil se tornará um dos maiores produtores de combustíveis verdes de aviação”, disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao final dos encontros em Pequim.
O SAF é uma alternativa ao combustível aeronáutico de origem fóssil, produzido a partir de matérias-primas e processos que atendam a padrões de sustentabilidade.
Na mesma rodada de encontros com o presidente Lula em Pequim, a fabricante de carros chinesa GAC Motor confirmou que pretende se instalar em Catalão, Goiás, para produzir carros elétricos (EVs) e híbridos para o mercado brasileiro.
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Os investimentos da GAC Motor planejados para o Brasil giram em torno de US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 7,3 bilhões), segundo dirigentes da empresa.
A empresa chinesa está em negociações para assumir a fábrica operada pela HPE Automotores em Catalão, fechada no fim do ano passado. A unidade produzia modelos da Mitsubishi e Suzuki. O plano é começar a instalação neste ano.
No ano passado, em reunião com o vice-presidente Geraldo Alckmin, a GAC Motors já havia declarado que entraria na disputa com a BYD e a GWM por uma fatia do mercado de EVs no Brasil.
Além da fábrica em Goiás, a montadora também ofereceu — e o governo aceitou — o uso de uma frota de veículos elétricos da empresa na COP30, a ser realizada em novembro em Belém, Pará.
A GAC Motor ainda indicou a Lula que pretende instalar um centro de pesquisa e desenvolvimento na região Nordeste, mas o local ainda não foi decidido.
Outra declaração realizada em Pequim diz respeito à criação de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em parceria entre a Windey Energy Technology Group e a SENAI CIMATEC na área de energia renovável.
A Windey é uma empresa líder em pesquisa, projeto, fabricação e manutenção de turbinas eólicas de grande porte na China.
O SENAI CIMATEC é uma instituição de ensino, pesquisa e inovação localizada em Salvador, Bahia e mantida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Atualmente, mantém uma carteira de projetos que ultrapassa R$ 1 bilhão em áreas como robótica autônoma, materiais, petróleo e gás natural, mineração, biotecnologia, entre outras.
Os anúncios desta segunda-feira reforçam a posição da China como uma das principais fontes de investimento estrangeiro direto no Brasil.
Destacam-se os investimentos nos setores de eletricidade e de extração de petróleo, bem como de transportes, telecomunicações, serviços financeiros e indústria.
Desde 2003, de acordo com o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), o Brasil foi o principal destino de investimentos chineses na América Latina (39% do total).
O CEBC estima que, entre 2007 e 2023, os investimentos chineses no Brasil tenham chegado a US$ 73,3 bilhões (aproximadamente R$ 414 bilhões), resultado de 264 projetos nas cinco regiões do país.
Do total de investimentos chineses no Brasil destinados à indústria, destacam-se sobretudo a automotiva, eletroeletrônica e de máquinas e equipamentos.
Além disso, desde 2009, a China é o maior parceiro comercial do Brasil.
Em 2023, o comércio bilateral bateu o recorde e chegou a US$ 157,5 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 104,3 bilhões, importações de US$ 53,1 bilhões e superávit para o Brasil de US$ 51,14 bilhões.
As exportações brasileiras para a China foram superiores à soma das vendas do país para os Estados Unidos (US$ 36,9 bilhões) e para a União Europeia (US$ 46,3 bilhões).
Entre janeiro e março de 2025, o intercâmbio comercial entre os países foi de cerca de US$ 38,8 bilhões. No período, o Brasil exportou US$ 19,8 bilhões e importou US$ 19 bilhões.
Entre os principais produtos exportados pelo Brasil estão óleos brutos de petróleo, soja e minério de ferro e concentrados.
O Brasil, por sua vez, importa principalmente embarcações, equipamentos de telecomunicações, máquinas e aparelhos elétricos, válvulas e tubos termiônicos (válvulas).
*Com Informações do Estadão Conteúdo
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