O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A diversificação dos negócios ajuda a sustentar os argumentos do Bank of America em favor do papel, mas há muito mais por trás do otimismo do banco norte-americano agora
Se você precisa de um bom motivo para comprar uma ação, o Bank of America (BofA) tem cinco para justificar as razões pelas quais a JBS (JBSS3) é a preferida entre os nomes do setor alimentício da América Latina.
O primeiro deles é aquele que a maioria dos investidores que compra um papel na bolsa gosta de ouvir: JBSS3 está barata.
Nos cálculos do BofA, as ações da JBS acumulam uma desvalorização de 15% no ano até o momento, enquanto o Ibovespa, por exemplo, sobe 5,7% no mesmo período.
“Acreditamos que o desempenho abaixo do esperado está relacionado à realização de lucros — após o rali de 60% em 2024 —, à valorização de 8% do real no ano até agora e aos riscos para as margens do frango no Brasil”, dizem as analistas Isabella Simonato e Julia Zaniolo.
A dupla acredita que esses movimentos criam uma oportunidade particularmente atraente, por isso, reiteraram a recomendação de compra do papel. As analistas também dizem que a empresa tem uma forte combinação de lucros, crescimento e valuation.
Depois de atualizar as estimativas de lucro por ação para 2025 de R$ 5,97 para R$ 5,76 com o objetivo de contabilizar um capex maior em 2025, o banco também ajustou o preço-alvo para a ação da JBS, R$ 50 para R$ 48 — o que representa agora um potencial de valorização de 52%.
Leia Também
Além de pagar barato, a maioria dos investidores também busca dividendos quando o assunto é a compra de ações.
Segundo o BofA, a JBS tem um balanço patrimonial forte, com a relação dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em aproximadamente 2 vezes, e geração de fluxo de caixa estimada de R$ 9,6 bilhões em 2025, com yield (rendimento) de 13,7%.
Nas palavras do banco, essa posição deve dar suporte à estratégia de crescimento e distribuição de caixa da JBS e também apoiar um dividend yield (retorno de dividendos) de 8,4%.
Outros motivos para a compra de JBS agora, segundo o BofA:
Apesar de um cenário desafiador para a carne bovina dos EUA e margens de frango em declínio no Brasil, os resultados devem ser impulsionados por margens sólidas de carne suína, pela Pilgrim's Pride nos EUA e por um real mais fraco.
O Bank of America projeta Ebitda anual resiliente para a JBS no período de 2024 a 2026, em cerca de R$ 35 bilhões, dada a diversificação dos negócios.
A JBS firmou compromisso de aumentar a receita e melhorar as margens estruturalmente por meio da diversificação e investimentos estratégicos — orgânicos e inorgânicos —, enquanto tem um forte histórico em transformar negócios e criar marcas.
A JBS tem espaço para uma nova classificação, o que pode ser desencadeado pela potencial abertura de capital nos EUA. De acordo com a empresa, a listagem pode acontecer em algum momento no primeiro semestre deste ano.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor