O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ameaçar Jerome Powell de demissão e chamá-lo de frouxo (“a major loser”), pressionando pela queda da taxa básica, só tende a corromper o dólar e alimentar os juros de longo prazo
Depois da guerra das tarifas internacionais, Donald Trump decidiu assinalar seus canhões contra o presidente do Fed.
Quem diria que seus ataques a Jerome Powell fariam a relação entre Lula e Campos Neto parecer romântica?
O mercado não gosta de belicismo, e há um agravante importante entre as Trade Wars e os ataques ao Fed, pois esses últimos soam como as mazelas de uma doença autoimune, agredindo o próprio corpo institucional.
O Fed é uma conquista fundamental da sociedade americana, e o que há de mais próximo daquilo que podemos chamar de um Banco Central mundial.
Ameaçar Jerome Powell de demissão e chamá-lo de frouxo (“a major loser”), pressionando pela queda dos juros básicos, só tende a corromper o dólar e alimentar os juros de longo prazo.
Feliz ou infelizmente, a cada vez que Trump decide por uma dessas suas “grandes jogadas” de política econômica, parte do seu apoio incondicional de centro-direita vai ficando pelo caminho.
Leia Também
A tendência natural é de ele se isolar, ou de (oremos ao novo Papa) voltar atrás rumo à moderação – a exemplo do que ocorre no pregão de hoje, quando a demissão de Powell foi aparentemente descartada.

Para a maioria das pessoas, talvez seja constrangedor mudar radicalmente de ideia de um dia para o outro, mas não é assim que Trump trabalha no modo “art of the deal”.
Sua capacidade de gerar caos segue inigualável. Por outro lado, o retorno à moderação também pode devolver o S&P 500 acima dos 6 mil pontos.
Não é à toa que a Bolsa americana tem alternado entre dias de completa apatia e dias de relativa euforia. Altas e baixas entre 2% e 3% em módulo se tornaram usuais.
Podemos argumentar que esse tipo de volatilidade não é bom, mas isso seria um mero capricho pessoal.
Como investidores antifrágeis, não estamos aqui para gostar ou não da volatilidade, mas sim para tentar utilizá-la a nosso favor, o máximo possível.
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje