O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em meio à expectativa de queda da Selic e revisão de múltiplos das empresas, a corretora espera aumento do fluxo de investidores estrangeiros e locais
O Ibovespa se encaminha para fechar 2025 com uma valorização surpreendente, acima de 30% no ano. Depois de um aumento desse, é comum os investidores se questionarem se “a onda passou”. Para a XP, a resposta é não.
A corretora espera mais valorização das ações brasileiras no próximo ano e revisou sua projeção para o Ibovespa em 2026. O "valor justo” saltou de 170 mil pontos para 185 mil.
Segundo o relatório, dois principais gatilhos devem destravar essa alta: a queda dos juros (nominais e reais) e a revisão de múltiplos das empresas.
Isso porque, nos ciclos anteriores, os investidores realocaram do dinheiro local da renda fixa para ativos de risco, à medida que o retorno da renda fixa se torna menos atrativo, e revisaram as teses de valor das empresas com uma taxa de desconto menor diante da queda dos juros.
Mesmo com o rali recente do Ibovespa, as ações ainda estão com valuations inferiores em relação à média histórica. “Isso sugere que ainda há um espaço relevante de alta, mesmo que apenas parcialmente”, diz o relatório.
VEJA TAMBÉM: Hora de voltar para a BOLSA BRASILEIRA? Estas AÇÕES merecem sua atenção - assista o novo episódio do Touros e Ursos no Youtube
Leia Também
Olhando para os últimos oito ciclos de corte de juros, a XP verificou que o Ibovespa subiu, em média, 39,2%. Para os analistas, esse padrão passado reforça o potencial de valorização das ações diante do menor retorno com a Selic.
Além disso, a queda dos juros nos Estados Unidos também é um potencial gatilho. Nos períodos de afrouxamento monetário nos EUA, as ações brasileiras registraram um retorno médio de 41%, segundo a XP.
Os analistas avaliam que juros norte-americanos, historicamente, oferecem um forte vento de cauda para o Ibovespa:
“Em 2026, teremos a combinação desses dois vetores — um pano de fundo historicamente poderoso para as ações brasileiras”, diz o relatório.
VEJA TAMBÉM: Rumo à independência financeira: ferramenta gratuita do Seu Dinheiro calcula quanto investir para viver de renda; confira
A performance setorial também apresenta um padrão: setores domésticos tendem a liderar nos meses que antecedem o primeiro corte de juros, enquanto setores ligados a commodities superam o mercado nos meses posteriores.
“Mantemos preferência por ações de alta qualidade, baixa alavancagem e sensíveis à dinâmica de juros. Também seguimos construtivos em bond-proxies [ações que se comportam de maneira semelhante a títulos de dívida], cuja performance tende a responder de forma mais direta à compressão das taxas reais”, diz o relatório.
O relatório aponta algumas empresas. No mercado de capitais, a corretora destaca a B3 (B3SA3) e o BTG Pactual (BPAC11), que podem se beneficiar do movimento de realocação de renda fixa para renda variável.
Já entre os bond-proxies, estão Axia (AXIA3), ex-Eletrobras, Energisa (ENGI11) e Iguatemi (IGTI3).
“Nesse grupo, o fio condutor é a solidez de balanço, a visibilidade dos fluxos de caixa e a sensibilidade ao custo de financiamento — atributos que os investidores normalmente buscam ao migrar de um regime de juros elevados para um mais acomodatício”, diz a XP.
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas