O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na avaliação do Santander, que indicou o papel, a companhia será beneficiada pelas necessidades de capacidade energética do país
Os investidores brasileiros viram o tempo abrir em novembro, e o sol bateu diretamente no Ibovespa. O principal índice da B3 encerrou o mês com alta de 6,37%, acumulando valorização de 32,25% no ano.
A previsão do tempo para a bolsa deve seguir indicando dias ensolarados, em meio à pressão de Donald Trump para que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) anuncie um novo corte nos juros nos Estados Unidos. Os ventos favoráveis também vêm do cenário local, com as expectativas de que a queda da taxa Selic ocorra no início de 2026.
Já na vida real, os brasileiros que olham para fora da janela começam a ver os sinais da chegada do verão — embora ele só comece, de verdade, em 21 de dezembro. O forte calor e as pancadas de chuvas já estão dando as caras, e quem sai ganhando com isso é a ação favorita para investir em dezembro.
VEJA TAMBÉM: Hora de voltar para a BOLSA BRASILEIRA? Estas AÇÕES merecem sua atenção - assista o novo episódio do Touros e Ursos no Youtube
Com três indicações dos dez bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro, a Copel (CPLE3), empresa paranaense que atua nos segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, conquistou o topo das recomendações.
Na avaliação do Santander, que indicou o papel, a companhia será beneficiada pelas necessidades de capacidade energética do país e pelo aumento de preços de energia, colocando o pagamento de dividendos rechonchudos no radar.
Leia Também
Confira o ranking completo das ações mais recomendadas de dezembro do Seu Dinheiro:

*Entendendo a Ação do Mês: todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são as apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 papéis, os analistas indicam os três prediletos. Com o ranking nas mãos, selecionamos os que contaram com pelo menos duas indicações.
SAIBA MAIS: Descubra o que os especialistas do BTG estão indicando agora: O Seu Dinheiro reuniu os principais relatórios em uma curadoria gratuita para você
Os prenúncios da chuva de proventos para os acionistas da Copel chegaram ainda no primeiro semestre deste ano. Em maio, a empresa anunciou sua nova política de dividendos e estrutura de capital.
Na época, a Copel definiu uma meta de Dívida Líquida/Ebitda de 2,8x, com uma faixa de tolerância de 0,3x, levando os limites inferior e superior a, respectivamente, 2,5x e 3,1x.
Para a remuneração dos acionistas, a empresa determinou que o payout [percentual do lucro destinado aos proventos] anual mínimo passasse a ser de 75% do lucro líquido, com pagamentos ocorrendo no mínimo duas vezes ao ano.
Já em novembro, durante o Investor Day [Dia do Investidor] da empresa, foi anunciado o pagamento de dividendos extraordinários de R$ 600 milhões aos acionistas na forma de juros sobre capital próprio (JCP).
A bolada vai cair no bolso dos investidores como um presente de Natal antecipado, com o pagamento previsto para 23 de dezembro. Quem tiver os papéis na carteira no dia 11 deste mês poderá receber os dividendos.
Porém, a chuva de proventos da Copel não vai parar. Durante o evento, o CEO, Daniel Pimentel Slaviero, disse que a empresa retornaria dinheiro aos acionistas se nenhum projeto com VPL (valor presente líquido) positivo fosse encontrado.
Assumindo que a Copel encerrará 2025 com uma alavancagem de 2,8x, o Santander estima um dividend yield [taxa de retorno de dividendos] de aproximadamente 11,1% para a companhia em 2026.
Não são só os dividendos da Copel que fazem as ações chamarem a atenção dos analistas. Após anos de planejamento, o conselho de administração da companhia aprovou, em junho, uma proposta de migração para o Novo Mercado, segmento de governança corporativa mais exigente da bolsa brasileira.
A mudança era um desejo antigo da gestão da Copel. Na época em que a operação foi anunciada, o CEO destacou que a listagem no Novo Mercado não apenas aumenta a liquidez das ações, mas também ajuda a ampliar a base de investidores estrangeiros da empresa.
Como o segmento exige que o capital das empresas seja formado apenas por ações ordinárias (ON), todas as ações preferenciais da Copel (CPLE5 e CPLE6) serão convertidas em ações ordinárias.
Na operação, cada ação preferencial receberá uma ação ordinária e R$ 0,7749 em dinheiro, com pagamento agendado para o dia 30 de dezembro.
Na visão do Santander, a entrada da Copel no Novo Mercado da B3 é “uma vitória para todas as partes envolvidas, pois deverá aumentar a liquidez e elevar a governança corporativa da empresa, atraindo ainda mais fluxo estrangeiro”, afirmou em relatório.
Vale lembrar que o Novo Mercado foi criado para elevar os padrões de governança corporativa das empresas listadas na B3, buscando diminuir a disparidade entre os direitos dos acionistas controladores e dos minoritários.
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões