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Ações das gigantes da tecnologia norte-americana podem sofrer com a taxação do republicano, mas a desvalorização do dólar oferece alívio nas receitas internacionais
A temporada de balanços do segundo trimestre (2T25) já começou nos EUA, e os holofotes já estão nas big techs norte-americanas — as tarifas comerciais de Donald Trump podem pesar nos resultados dessas gigantes, segundo a XP Investimentos.
O risco de a guerra comercial escalar continua presente no radar do mercado, com retaliações contra os EUA sendo uma realidade. Na visão da corretora, isso coloca empresas de serviços digitais como Alphabet — dona do Google — e Microsoft na mira desses ataques.
A importância das big techs vem aumentando no S&P 500. Estimativas apontam que cerca de dois terços do crescimento do lucro por ação (LPA) do índice venha dessas empresas no 2T25.
O avanço do setor não acontece apenas pelo crescimento exponencial dessas companhias, mas também pelo enfraquecimento dos demais segmentos da economia norte-americana em decorrência do tarifaço.
Em meio ao movimento de Taco Trade (Trump Always Chicken Out, algo como “Trump sempre amarela”), as companhias de tecnologia podem ser impactadas em várias frentes, o que aumenta a incerteza regulatória e comercial para o segmento como um todo.
A fraqueza do dólar é um alívio importante para empresas com exposição internacional relevante, como as big techs, de acordo com Raphael Figueredo e Maria Irene Jordão, analistas que assinam o relatório.
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O índice DXY, uma média do valor do dólar em relação a outras moedas fortes, sofreu uma desvalorização de 9,8% em 2025.
Nesse cenário, as companhias de tecnologia geraram 53% das receitas fora dos EUA — enquanto a média das companhias do S&P 500 é de 41%.
Assim, apesar da pressão sobre a lucratividade em decorrência das tarifas, a desvalorização do dólar deve mitigar o impacto nas big techs, em especial aquelas com maior exposição internacional.
A corretora destaca positivamente o segmento de tecnologia e o de comunicações — impulsionado por big techs como Alphabet, Meta e Netflix.
“O capex [investimentos] continuará sendo um ponto de atenção, principalmente no caso da Meta, em que os investidores seguem céticos em relação aos prazos de retorno”, escrevem os analistas.
A XP está mais confiante em relação ao S&P 500. Para os analistas, mesmo após uma forte revisão negativa nas projeções durante o segundo trimestre, os dados econômicos resilientes devem abrir espaço para uma surpresa positiva nos lucros das empresas que fazem parte do índice.
A estimativa de lucro por ação para o S&P 500 em 2025 foi revisada para US$ 262,36 — uma alta de 9,1% em relação a 2024. Para 2026, o mercado segue otimista, projetando um crescimento de 14% no LPA em base anual.
A corretora entende que as expectativas estão mais ancoradas, dada a melhora na capacidade das empresas norte-americanas diante de um ambiente incerto.
Além disso, as revisões baixistas do primeiro trimestre, feitas em momentos de estresse, mantêm uma base de comparação que deve estimular resultados melhores do que o esperado.
Diante disso, os analistas esperam ajustes significativos no guidance dessas empresas para o segundo semestre de 2025 e para o ano de 2026, refletindo maior cautela em meio à volatilidade do cenário macroeconômico e forte discrepância setorial.
*Com informações do Money Times
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