Mercado Livre (MELI34) nas alturas: o que fez os analistas deste bancão elevarem o preço-alvo para as ações do gigante do e-commerce
Os analistas agora projetam um preço-alvo de US$ 3.200 para as ações do Meli ao final de 2026; entenda a revisão

O Mercado Livre (MELI34) pode alçar novos voos e se valorizar ainda mais nos próximos meses, segundo previsões do Santander.
Os analistas desenharam um novo horizonte para o varejista, agora projetando um preço-alvo de US$ 3.200 ao final de 2026, contra US$ 3.100 ao final de 2025.
A nova cifra prevê uma valorização potencial de 29% das ações em Wall Street em relação ao último fechamento. Vale lembrar que os papéis já subiram mais de 40% na bolsa norte-americana desde o início do ano.
- LEIA TAMBÉM: Análises certeiras e insights exclusivos para investidores: receba em primeira mão os episódios do Touros e Ursos, podcast do Seu Dinheiro
Para os analistas do banco, a gigante do e-commerce continua sendo uma aposta de destaque. Com visão construtiva para a empresa, o banco manteve recomendação outperform, equivalente à compra, para os papéis em Nova York.
Vale lembrar que as ações da companhia são listadas na bolsa americana Nasdaq sob o ticker MELI. O Mercado Livre também possui BDRs (recibos de ações) negociados na B3 sob o código MELI34.
O que está por trás do otimismo com o Mercado Livre (MELI34)
Os analistas do Santander avaliam que o Mercado Livre tem feito uso do frete grátis para incentivar as compras frequentes na plataforma, ao mesmo tempo em que protege a agilidade da entrega como uma vantagem competitiva.
Leia Também
Além do frete grátis, os analistas chamam atenção para as táticas específicas que têm impulsionado um crescimento robusto da companhia no México.
“Os vendedores ainda preferem o Mercado Livre por sua confiabilidade, conversão e facilidade de pagamento, mas o custo (comissão + logística + anúncios obrigatórios) aumentou, levando-os a testar outras plataformas. Alguns vendedores veem a Shopee de forma positiva, como uma alternativa de custo mais baixo, mesmo que o serviço de entrega seja fraco”, avaliam os analistas.
Para o banco, o serviço de fulfillment, em que os produtos de vendedores terceiros são armazenados junto com os produtos próprios da companhia, é crucial para as operações, uma vez que um processo de atendimento de pedidos eficiente melhora significativamente a conversão de vendas e os retornos para os vendedores.
“A concorrência está vindo de plataformas asiáticas, enquanto o avanço da Amazon parece mais lento no segmento de produtos de baixo valor médio (ASP). Enquanto isso, o Mercado Livre protege sua vantagem logística e seus custos mais baixos para produtos de baixo ASP para proteger sua fatia de mercado”, diz o Santander.
Novas estimativas para o gigante do e-commerce
O banco também atualizou as estimativas para as finanças do Mercado Livre.
Os analistas reduziram a previsão de margem Ebit (lucro antes de juros e impostos) em cerca de 120 pontos-base para 2025 e 2026, considerando o mix de remessas e maior crescimento do cartão de crédito.
Já para 2027, a projeção foi mantida devido à alavancagem operacional impulsionada pelo volume, segundo o Santander.
As estimativas de lucro líquido diminuíram 10% para 2025 devido à margem Ebit mais baixa e maiores perdas esperadas com câmbio.
Já os números para 2026 e 2027 permanecem praticamente inalterados.
*Com informações do Money Times.
É renda fixa, mas é dos EUA: ETF inédito para investir no Tesouro americano com proteção da variação do dólar chega à B3
O T10R11 oferece acesso aos Treasurys de 10 anos dos EUA em reais, com o bônus do diferencial de juros recorde entre Brasil e EUA
Ibovespa sobe 1,32% e crava a 2ª maior pontuação da história; Dow e S&P 500 batem recorde
No mercado de câmbio, o dólar à vista terminou o dia com queda de 0,20%, cotado a R$ 5,4064, após dois pregões consecutivos de baixa
FIIs fora do radar? Santander amplia cobertura e recomenda compra de três fundos com potencial de dividendos de até 17%; veja quais são
Analistas veem oportunidade nos segmentos de recebíveis imobiliários, híbridos e hedge funds
Batalha pelo galpão da Renault: duas gestoras disputam o único ativo deste FII, que pode sair do mapa nos dois cenários
Zagros Capital e Tellus Investimentos apresentam propostas milionárias para adquirir galpão logístico do VTLT11, locado pela Renault
Para o BTG, esta ação já apanhou demais na bolsa e agora revela oportunidade para investidores ‘corajosos’
Os analistas já avisam: trata-se de uma tese para aqueles mais tolerantes a riscos; descubra qual é o papel
Não é uma guerra comercial, é uma guerra geopolítica: CEO da AZ Quest diz o que a estratégia de Trump significa para o Brasil e seus ativos
Walter Maciel avalia que as medidas do presidente norte-americano vão além da disputa tarifária — e explica como os brasileiros devem se posicionar diante do novo cenário
É hora de voltar para as ações brasileiras: expectativa de queda dos juros leva BTG a recomendar saída gradual da renda fixa
Cenário se alinha a favor do aumento de risco, com queda da atividade, melhora da inflação e enfraquecimento do dólar
Dólar e bolsa sobem no acumulado de uma semana agitada; veja as maiores altas e baixas entre as ações
Últimos dias foram marcados pela tensão entre EUA e Brasil e também pela fala de Jerome Powell, do BC norte-americano, sobre a tendência para os juros por lá
Rumo ao Novo Mercado: Acionistas da Copel (CPLE6) aprovam a migração para nível elevado de governança na B3 e a unificação de ações
Em fato relevante enviado à CVM, a companhia dará prosseguimento às etapas necessárias para a efetivação da mudança
“Não acreditamos que seremos bem-sucedidos investindo em Nvidia”, diz Squadra, que aposta nestas ações brasileiras
Em carta semestral, a gestora explica as principais teses de investimento e também relata alguns erros pelo caminho
Bolsas disparam com Powell e Ibovespa sobe 2,57%; saiba o que agradou tanto os investidores
O presidente do Fed deu a declaração mais contundente até agora com relação ao corte de juros e levou o dólar à vista a cair 1% por aqui
Rogério Xavier revela o ponto decisivo que pode destravar potencial para as ações no Brasil — e conta qual é a aposta da SPX para ‘fugir’ do dólar
Na avaliação do sócio da SPX, se o Brasil tomar as decisões certas, o jogo pode virar para o mercado de ações local
Sequóia III Renda Imobiliária (SEQR11) consegue inquilino para imóvel vago há mais de um ano, mas cotas caem
O galpão presente no portfólio do FII está localizado na Penha, no Rio de Janeiro, e foi construído sob medida para a operação da Atento, empresa de atendimento ao cliente
Bolsa brasileira pode saltar 30% até o fim de 2025, mas sem rali de fim de ano, afirma André Lion. Essas são as 5 ações favoritas da Ibiuna para investir agora
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, o sócio da Ibiuna abriu quais são as grandes apostas da gestora para o segundo semestre e revelou o que poderia atrapalhar a boa toada da bolsa
Cinco bancos perdem juntos R$ 42 bilhões em valor de mercado — e estrela da bolsa puxa a fila
A terça-feira (19) foi marcada por fortes perdas na bolsa brasileira diante do aumento das tensões entre Estados Unidos e o Brasil
As cinco ações do Itaú BBA para lucrar: de Sabesp (SBSP3) a Eletrobras (ELET3), confira as escolhidas após a temporada de resultados
Banco destaca empresas que superaram as expectativas no segundo trimestre em meio a um cenário desafiador para o Ibovespa
Dólar abaixo de R$ 5? Como a vitória de Trump na guerra comercial pode ser positiva para o Brasil
Guilherme Abbud, CEO e CIO da Persevera Asset, fala sobre os motivos para ter otimismo com os ativos de risco no Touros e Ursos desta semana
Exclusivo: A nova aposta da Kinea para os próximos 100 anos — e como investir como a gestora
A Kinea Investimentos acaba de revelar sua nova aposta para o próximo século: o urânio e a energia nuclear. Entenda a tese de investimento
Entra Cury (CURY3), sai São Martinho (SMTO3): bolsa divulga segunda prévia do Ibovespa
Na segunda prévia, a Cury fez sua estreia com 0,210% de peso para o período de setembro a dezembro de 2025, enquanto a São Martinho se despede do índice
Petrobras (PETR4), Gerdau (GGBR4) e outras 3 empresas pagam dividendos nesta semana; saiba quem recebe
Cinco companhias listadas no Ibovespa (IBOV) entregam dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas na terceira semana de agosto