🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa ignora NY, sobe no último pregão da semana e fecha mês com ganho de 6%

No mercado de câmbio, o dólar à vista terminou o dia em alta, rondando aos R$ 5,42, depois da divulgação de dados de inflação nos EUA e com a questão fiscal no radar dos investidores locais

Carolina Gama
29 de agosto de 2025
12:53 - atualizado às 13:51
Imagem gerada por inteligência artificial contrastando o mercado financeiro do Brasil e dos Estados Unidos, com as bandeiras dos dois países, gráficos de ações e símbolos icônicos da B3 e Wall Street.
ADRs brasileiros são negociados em Wall Street - Imagem: Sora/ChatGPT

Quem olhou para o mercado hoje, viu o Ibovespa renovando máxima atrás de máxima, em um movimento que descolou o principal índice da bolsa brasileira das perdas de Wall Street e da retaliação do Brasil aos EUA — que puniu as ações de empresas como a Embraer (EMBR3), que chegaram a recuar mais de 1% hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com analistas, a desaceleração da inflação por aqui e a chance de alternância de poder nas eleições de 2026, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, se destacando em pesquisa eleitoral, ajuda a embalar os ganhos do Ibovespa neste último pregão do mês.

“As negociações de hoje estão precificando muito mais a pesquisa eleitoral do que a reciprocidade do Brasil. A expectativa de corte de juros nos EUA também ajuda a embalar a alta do mercado”, disse Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, durante o programa Giro do Mercado, do Money Times.

O Ibovespa fechou o dia com alta e 0,26%, aos 141.422,26 pontos. No mês, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 6%. No mercado de câmbio, o dólar à vista teve alta de 0,29%, cotado a R$ 5,4220. 

Mas nem tudo são flores para os investidores brasileiros: a questão fiscal segue no radar. Mais cedo, dados do Banco Central mostraram que as contas do setor público consolidado — governo central, Estados, municípios e estatais com exceção de Petrobras e Eletrobras — voltaram a mostrar déficit primário no acumulado de 12 meses em julho. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O setor público acumulou déficit primário de R$ 27,293 bilhões no período, o equivalente a 0,22% do Produto Interno Bruto (PIB). Em junho, o resultado era positivo em R$ 17,925 bilhões, ou 0,15% do PIB. Em maio, o superávit acumulado era de R$ 24,143 bilhões, 0,20% do PIB. Com isso, o déficit primário acumulado em 12 meses até julho é o maior, como proporção do PIB, desde janeiro de 2025. O rombo, nessa época, era de 0,39% do PIB.

Leia Também

Ibovespa sobe e Nova York cai

O Ibovespa descolou de Nova York nesta sexta-feira (29). O S&P 500 se afastou dos recordes, embora tenha encerrado o quarto mês seguido com ganhos, enquanto o Dow Jones e o Nasdaq também operaram no vermelho. Pesa sobre Wall Street a leitura mais recente da inflação nos EUA.

O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) — a pedida preferida do Federal Reserve (Fed) para a inflação — subiu 0,2% em julho ante junho. Na comparação anual, houve alta de 2,6% em julho. Os dois dados vieram em linha com as projeções dos analistas ouvidos pela FactSet. 

O núcleo do PCE, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, avançou 0,3% em julho ante junho. Na comparação anual, a alta foi de 2,9% em julho. Ambos os dados vieram em linha com as projeções. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Os dados da inflação de hoje vieram em linha, mas Powell já havia avisado que o PCE fechou julho em 2,9%, então não tem como um dado já avisado antes fazer preço quando é divulgado”, diz Pacheco. “Apesar de Powell ter sinalizado que pode cortar os juros, vale lembrar que a inflação em 2,9% está acima da meta”, acrescenta. 

Segundo o analista da Empiricus, o dado de emprego de agosto, que deve ser divulgado na semana que vem, será determinante para o corte de juros na reunião do Fed de setembro. “Depois dos dados muito fracos de julho, se os de agosto vierem em linha, o corte de 0,25 ponto percentual dos juros deve acontecer”, disse Pacheco.

O Fed se reúne em 16 e 17 de setembro. Quatro dias antes, porém, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) será divulgado e, segundo o analista da Empiricus, o mercado deve acompanhar de perto os números ainda que eles não sejam a métrica preferida do banco central norte-americano para a inflação. 

Com a divulgação dos dados de inflação de hoje, o Morgan Stanley passou a prever dois cortes de juros nos EUA este ano: 0,25 pp em setembro e mais 0,25 pp em dezembro. Segundo o banco norte-americano, a reunião de política monetária de outubro será usada como um “esperar para ver” o que acontece.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Dow Jones caiu 0,20%, aos 45.544,88 pontos; o S&P 500 teve queda de 0,64%, aos 6.460,26 pontos; e o Nasdaq recuou 1,15%, aos 21.455,55 pontos. 

O mercado manteve como probabilidade majoritária o corte de juros de 0,25 pp após o PCE. Segundo a ferramenta de monitoramento do CME Group, a chance de corte em setembro subiu de 85,2% antes dos dados para 87,2% logo depois. Já a probabilidade de manutenção caiu de 14,8% a 12,8% no período.

Os investidores também continuam a ver uma redução acumulada de 0,50 pp nos juros norte-americanos até dezembro como o cenário mais provável, com aumento marginal de 48,1% a 48,3% após o PCE.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar