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O Ibovespa encerrou o pregão com queda de 0,67%, aos 140.335,16 pontos. Já o dólar à vista (USBRL) terminou as negociações a R$ 5,4748, com alta de 0,64%
Nesta terça-feira (2), o Ibovespa teve um dia lotado — daqueles nos quais nós comemoramos se saímos inteiros. E não é o que parece ter acontecido com o principal índice da bolsa brasileira, que reagiu ao Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre e ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e os outros sete réus acusados de tentativa de golpe de Estado, no Supremo Tribunal Federal (STF).
O Ibovespa encerrou o pregão com queda de 0,67%, aos 140.335,16 pontos. Já o dólar à vista (USBRL) terminou as negociações a R$ 5,4748, com alta de 0,64%.
Lá fora, as bolsas de Nova York registraram queda generalizada, no primeiro dia de negociações na semana depois do feriado do Dia do Trabalho, na última segunda-feira (1).
As perdas aconteceram depois de um tribunal federal de apelações ter decidido, na última sexta-feira (29), que a maioria das tarifas globais do presidente Donald Trump são ilegais. O presidente classificou a decisão como “altamente partidária” e afirmou que recorrerá da decisão à Suprema Corte dos EUA.
O S&P 500 caiu quase 0,69%, a 6.415 pontos; o Nasdaq teve perdas de 0,82%, aos 21.279 pontos. Já o Dow Jones recuou 0,55%, em 45.295 pontos.
O Ibovespa reage ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF hoje. O receio dos investidores é que uma eventual condenação sirva de gatilho para novas retaliações por parte de Donald Trump contra o Brasil.
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Esse pano de fundo conturbado já ajudou a conter o fôlego do Ibovespa ontem, que recuou em um pregão de baixa liquidez devido ao feriado do Dia do Trabalho nos EUA, em um movimento de realização de lucros após as fortes altas verificadas no final de agosto.
O Banco do Brasil (BBASA3), que passou boa parte do pregão na liderança das quedas, encerrou a terça no terceiro lugar entre as maiores desvalorizações, perdendo 3,18%.
De acordo com analistas, os papéis estão no centro das tensões entre Brasil e EUA. O banco pode entrar na mira do presidente norte-americano por ter como cliente o Ministro Alexandre de Moraes, sancionado pela Lei Magnitsky.
Trata-se de uma lei norte-americana que permite ao governo dos EUA impor sanções a estrangeiros envolvidos em atos de corrupção ou graves violações de direitos humanos. Juristas argumentam que o uso da Lei contra o Ministro é injustificável e configura tentativa de intervenção na soberania nacional.
Vale lembrar que Trump usou o julgamento de Bolsonaro como argumento para impor tarifas de 50% sobre as exportações brasileiras aos EUA.
Ao contrário do tratamento dado a outros parceiros comerciais, taxados com base em critérios econômicos, o presidente norte-americano justificou a medida com razões políticas. Por isso, a leitura do mercado é de que Trump acompanha de perto os desdobramentos nos tribunais brasileiros hoje.
O PIB brasileiro cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025, segundo dado revisado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que representa desaceleração frente ao avanço de 1,4% nos três primeiros meses do ano.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, a economia brasileira também perdeu fôlego, com crescimento de 2,2%, frente aos 2,9% apresentados em 2024 neste mesmo intervalo. Em valores correntes, o PIB somou R$ 3,2 trilhões.
Pela ótica da oferta, as altas dos setores de serviços (0,6%) e da indústria (0,5%) compensaram a variação negativa da agropecuária (-0,1%). Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 0,5%, enquanto o consumo do governo caiu 0,6%, e os investimentos recuaram 2,2%. As exportações de bens e serviços subiram 0,7% no trimestre, enquanto as importações caíram 2,9%.
Na visão de Leonardo Costa, economista do ASA, a desaceleração do PIB foi muito pautada pelo fim do impacto da safra recorde, que teve efeito concentrado nos primeiros três meses deste ano. Cabe lembrar que, no primeiro trimestre de 2025, a agropecuária puxou o crescimento do PIB porque foi o período em que se concentrou a colheita recorde de grãos — principalmente soja e milho.
“Em resumo, a desaceleração do headline vem sobretudo da normalização do agro e da queda do investimento. Por outro lado, Serviços e Indústria aceleraram na margem, com transporte e extrativas em destaque. Seguimos com a nossa projeção de desaceleração gradual da atividade doméstica no restante do ano, com PIB de 2,2% em 2025”, destaca Costa.
Para Natalia Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos, o cerne da mensagem é resiliência.
“A mensagem de desaceleração segue válida. O PIB só coloca em dúvida a velocidade da mesma. O desempenho evita leituras mais negativas sobre a atividade e garante um carrego estatístico de 2,4% para 2025, tornando uma alta de 2,5% no ano mais plausível. Estamos revisando nossas projeções, mas vemos um viés altista para os 2,2% que projetávamos antes da divulgação de hoje”, afirma a economista.
O UBS BB projeta uma crescimento próximo de zero no segundo semestre de 2025. "Por ora, mantemos a projeção de crescimento de 1,9% em 2025, abaixo do consenso de 2,2%. Apesar de os dados históricos sugerirem crescimento acima de 2% (carregamento estatístico), os riscos são de revisões negativas para o 1S25", destaca o banco em um relatório.
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