O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em evento nesta sexta, o fundador da Bridgewater falou sobre desafios do gigante asiático; declarações acompanham divulgação de novos dados econômicos
Ray Dalio, um dos investidores mais renomados do mercado financeiro global, acredita que os esforços da China para recuperar a economia são admiráveis, mas alertou que o país precisa ir além dos estímulos e resolver o problema de endividamento para que não vire um novo Japão na década “perdida” de 1990.
“Uma bela desalavancagem” seria o ideal para o gigante asiático, definiu o fundador da Bridgewater em conferência nesta sexta-feira (18).
“As mudanças que estão acontecendo são ótimas, mas ainda é preciso fazer a reestruturação da dívida”, disse.
As declarações de Dalio vêm no mesmo momento em que a China divulga importantes dados econômicos via Escritório Nacional de Estatísticas (NBS).
Mesmo com todos os desafios que o país têm enfrentado nos últimos tempos, o Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 4,6% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, a produção industrial e as vendas no varejo também tiveram altas.
Falando especificamente do setor imobiliário, que é o alvo da maior quantidade de estímulos econômicos, os dados foram mistos:
Leia Também
Segundo cálculos feitos pelo Wall Street Journal, o preço médio de novas moradias nas 70 maiores cidades da China registrou baixa de 0,71% em setembro, na comparação com agosto. Em agosto ante julho, o preço havia caído em ritmo um pouco maior, de 0,73%.
O Banco Popular da China (PBoC, o BC chinês) emitiu diretrizes para que bancos estatais concedam empréstimos para recompras de ações por empresas e grandes acionistas, como parte de esforços para estabilizar as bolsas chinesas, que perderam força nos últimos anos.
Os empréstimos, que só poderão ser concedidos por 21 instituições financeiras designadas, terão taxa de juro máxima de 2,25%, segundo comunicado da instituição.
Nesta sexta, Ray Dalio também tangenciou o tema do mercado de ações chinês. Ele mostrou incerteza quanto à capacidade da China de manter a “vitalidade dos mercados privados” e fomentar o empreendedorismo e a inventividade das pessoas no mercado de capitais.
Nas palavras dele, há dúvidas se ainda é “bom ser rico na China”.
Ainda no setor financeiro, os principais bancos comerciais da China cortaram as taxas de depósito pela segunda vez neste ano.
A medida pode ajudar a aliviar a pressão sobre os lucros dos bancos depois que as autoridades reduziram as taxas de hipotecas e empréstimos como parte dos esforços para impulsionar a economia.
Os dados e novas medidas estabelecidas pelo governo de Xi Jinping foram bem recebidas: as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta hoje.
O principal índice acionário chinês, o Xangai Composto, subiu 2,91%. O japonês Nikkei teve modesta alta de 0,18% em Tóquio
Na contramão, o sul-coreano Kospi caiu 0,59% em Seul, a 2.593,82 pontos, em seu terceiro pregão negativo.
*Com informações da CNBC e do Estadão Conteúdo.
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região
O Norges Bank Investment Management, responsável por gerir o fundo soberano da Noruega, revelou nesta quinta-feira (26) que está utilizando o Claude para realizar a triagem ética e reputacional de seus investimentos
Apesar do otimismo do executivo, o setor de software e serviços (SaaS) do S&P 500 amargava uma queda de quase 23% até quarta-feira (26)
Apostador tinha direito ao equivalente a pouco mais de R$ 4 mil, mas governo cruzou dados, descobriu uma dívida tributária e dificultou o saque
A casa de análise pouco conhecida destacou os riscos para vários segmentos da economia global; visão risco é compartilhada pelo papa do mercado financeiro
Donald Trump ordena divulgação de documentos oficiais sobre extraterrestres e OVNIs depois de Barack Obama afirmar que aliens existem
Com US$ 18 bilhões em chips e parcerias com Nvidia e Microsoft, a Índia acelera para planos para liderar a corrida da inteligência artificial
Jamie Dimon, CEO do JP Morgan, e Daniel Goldberg, CIO da Lumina Capital, ligaram a luz amarela para essa indústria já no final do ano passado
Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados