Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

PRÉVIA DO VAREJO

Mercado Livre (MELI34) dá a largada nos balanços das varejistas no 2T24 — e deve atropelar Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3) outra vez

É quase consenso entre os analistas que o Mercado Livre não só divulgará números robustos no segundo trimestre, como também continuará a ganhar participação no mercado no e-commerce brasileiro

Camille Lima
Camille Lima
1 de agosto de 2024
6:02 - atualizado às 17:19
Logo do Mercado Livre (MELI34) com fundo de gráfico e cotações
Logo do Mercado Livre (MELI34) com fundo de gráfico e cotações -

Um novo capítulo da guerra do varejo está prestes a se iniciar — agora, com a disputa de balanços do segundo trimestre de 2024. O Mercado Livre (MELI34) dará largada na temporada das varejistas e deve divulgar os resultados na noite desta quinta-feira (1), após o fechamento dos mercados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por sua vez, a Casas Bahia (BHIA3) e o Magazine Luiza (MGLU3) devem publicar o balanço trimestral apenas na semana que vem, nos dias 7 e 8, respectivamente. 

Já a Americanas (AMER3), em recuperação judicial, adiou outra vez a publicação dos números referentes ao ano de 2023 e ao segundo trimestre deste ano, que agora está programada para 14 de agosto.

A expectativa geral dos analistas é que o Mercado Livre passe por cima outra vez das brasileiras e entregue mais um resultado sólido entre abril e junho. 

Veja as principais estimativas do consenso da Bloomberg para  Meli no 2T24 na comparação com o mesmo período do ano anterior:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Lucro líquido ajustado: US$ 419 milhões, +59,9% a/a
  • Receita líquida: US$ 4,67 bilhões, +37,3% a/a
  • Ebitda: US$ 820 milhões, +46,9% a/a

LEIA TAMBÉM: Receba em primeira mão as análises dos balanços das maiores empresas do varejo, segundo os analistas da Empiricus Research. 

Leia Também

O que esperar do balanço do Mercado Livre (MELI34) no 2T24

Na avaliação do Goldman Sachs, o Mercado Livre (MELI34) não só deve divulgar números robustos no segundo trimestre de 2024, como também continuará abocanhando participação de mercado no comércio eletrônico (e-commerce) brasileiro.

“Os investidores permanecem focados na dinâmica da margem operacional da operação, excluindo a Argentina, com preocupações de que os investimentos em logística, tecnologia e crédito possam resultar em compressão da margem anual no 2T24”, destacou o banco.

Para os analistas, parte dos ganhos de margem do Mercado Livre no segundo trimestre de 2024 deve vir do aumento da penetração de anúncios e alavancagem operacional em certas linhas de despesas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os economistas, o GMV (volume bruto de mercadorias, indicador de volume de receita gerada nos canais digitais) deve crescer 24% no Brasil entre abril e junho — implicando em uma leve desaceleração em relação ao ganho de 30% visto no primeiro trimestre.

O Goldman Sachs avalia que a diminuição do ritmo é impulsionada em parte por “comparações cada vez mais desafiadoras”, além do impacto negativo das enchentes no Rio Grande do Sul em maio. 

Vale destacar que o RS responde por cerca de 6% das vendas de e-commerce no Brasil, e, em meio à catástrofe climática, as operações de logística foram parcialmente interrompidas ao longo de maio. 

“Acreditamos que um crescimento de 20% no GMV no Brasil é um resultado forte, considerando as comparações cada vez mais exigentes, já que a empresa comemora os ganhos de participação de mercado do ano passado devido aos desafios financeiros de um concorrente importante, a Americanas”, escreveu o banco. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do lado da divisão financeira, a expectativa é que a carteira de empréstimos do Mercado Pago continue a crescer, atingindo US$ 4,9 bilhões no período.

Os analistas projetam diminuição na inadimplência (NPL) acima de 90 dias, com melhora sequencial trimestralmente no índice inicial, de 15 a 90 dias, mas com aumento em base anual, já que a empresa “está confortável em assumir mais riscos”.

O banco possui recomendação de compra para as ações MELI, com preço-alvo de US$ 2.180 para os próximos 12 meses, implicando em um potencial de valorização de 30,6% frente ao último fechamento.

Vale lembrar que o Mercado Livre possui BDRs (recibos de ações) negociados na B3 sob o ticker MELI34. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um trator sobre as varejistas brasileiras?

Na perspectiva do Goldman Sachs, o Mercado Livre (MELI34) deve continuar a “atropelar” as gigantes do varejo brasileiro e conquistar “ganhos contínuos” de participação de mercado no Brasil. 

Para se ter uma dimensão, os analistas preveem um crescimento de 24% no volume de vendas digitais da varejista argentina no Brasil em 2024 — contra uma estimativa de 14% para o e-commerce brasileiro em geral.

Isso porque, para o BTG Pactual, um dilema continua a marcar presença na estratégia das varejistas digitais: a busca por crescimento de qualidade combinado à lucratividade. 

Os analistas projetam um crescimento mais lento do GMV nas gigantes do varejo brasileiro, reflexo de menos renda disponível no cenário doméstico e restrições de capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o banco vê como tendência no varejo digital do Brasil a estratégia de foco na lucratividade e preservação de caixa, sacrificando parcialmente categorias não lucrativas, como aquelas com tickets médios mais baixos e maiores taxas de take-rate.

O BTG ainda prevê a continuidade da tendência de maior consolidação de mercado entre alguns players ao longo do segundo trimestre de 2024.

“Vimos ao longo dos últimos trimestres algumas varejistas piorando o ritmo de vendas. Não só em GMV, mas também em termos de receita líquida, o Mercado Livre cresce bem mais que as outras varejistas locais há algum tempo, o que significa dizer que ele vem ganhando market share. Aparentemente, vamos ver algo nesse sentido de novo no segundo trimestre”, afirmou Ricardo Peretti, estrategista de ações da Santander Corretora, ao Seu Dinheiro.

Segundo a XP Investimentos, este deve ser “outro trimestre pouco inspirador” para o varejo brasileiro, ainda com a deterioração do cenário macroeconômico fazendo pressão sobre as companhias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Os players de comércio eletrônico devem continuar apresentando desempenho de receita pressionado, já que o cenário macro fraco continua impactando a demanda”, escreveram os analistas, em relatório. 

O que esperar do Magazine Luiza (MGLU3) e da Casas Bahia (BHIA3)

Na avaliação da XP, a rentabilidade deve ser o destaque do 2T24 — especialmente do lado do Magazine Luiza (MGLU3) —, com as companhias adotando uma “estratégia promocional mais racional e se concentrando em categorias mais rentáveis”.

As perspectivas do mercado para o Magalu são um pouco mais animadoras. Confira as estimativas do consenso Bloomberg para o 2T24 em base anual:

  • Lucro líquido ajustado: R$ 2,92 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 301,7 milhões
  • Receita líquida: R$ 6,69 bilhões, -21,9% a/a
  • Ebitda: R$ 678 milhões, +138,8% a/a

As ações MGLU3 contam hoje com quatro recomendações de compra e sete neutras, de acordo com dados da plataforma TradeMap.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Santander, o Magalu deve mostrar uma “uma continuação das tendências positivas vistas no 1T24” no segundo trimestre, com projetam leves melhorias sequenciais no GMV da categoria digital de 1P — as vendas diretas de mercadoria própria online.

Vale lembrar que, assim como outras gigantes do e-commerce, a varejista decidiu migrar algumas categorias do 1P para o 3P — produtos vendidos por terceiros — em busca de maior rentabilidade e redução da queima de caixa operacional.

Na visão do JP Morgan, apesar das perspectivas mais positivas de lucro do Magazine Luiza nos últimos trimestres, é preferível evitar a exposição ao varejo brasileiro via ações MGLU3 devido ao elevado patamar de endividamento e aos riscos do cenário competitivo.

Os analistas afirmam que a varejista continua sendo uma das empresas mais alavancadas da cobertura do banco — e, em meio à projeção de taxas de juros mais elevadas durante um período de tempo mais longo, as despesas financeiras devem seguir elevadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o Magalu pode ver a concorrência aumentar ainda mais, à medida que:

Perspectivas mais contidas para Casas Bahia (BHIA3)

Já para a Casas Bahia (BHIA3), o mercado prevê mais um trimestre no vermelho. Veja as principais estimativas do consenso Bloomberg para a Casas Bahia no 2T24 em base anual:

  • Prejuízo líquido ajustado: R$ 293,5 milhões, +40,3% a/a
  • Receita líquida: R$ 6,46 bilhões, -13,6% a/a
  • Ebitda: R$ 422,8 milhões, +87% a/a

“Esperamos que o Grupo Casas Bahia relate outro conjunto de resultados nebulosos, já que a reestruturação deve continuar a afetar a receita líquida, embora as margens devam começar a mostrar sinais iniciais de melhora”, afirmou a XP Investimentos. 

Os analistas preveem queda no GMV total, impactado pelo fraco desempenho do canal 1P e pelo ambiente macroeconômico. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já em relação à lucratividade, a corretora espera que a margem bruta mostre os primeiros sinais de melhora, enquanto a desalavancagem operacional deve limitar a expansão do Ebitda.

De acordo com dados do TradeMap, os papéis BHIA3 contam hoje com sete recomendações neutras e uma de venda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SINAL VERMELHO?

Alliança Saúde (AALR3) em xeque: Fitch rebaixa rating para nível pré-calote, enquanto empresa tenta segurar pressão dos credores

23 de março de 2026 - 14:04

Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro

OURO LÍQUIDO EM QUEDA

Prio (PRIO3) anuncia início da produção em Wahoo e prevê 40 mil barris/dia ao fim de abril, mas ações caem com guerra no radar

23 de março de 2026 - 13:31

A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent

EXPANSÃO NO E-COMMERCE

Reforço de uma gigante: após parceria com o Mercado Livre, Casas Bahia (BHIA3) começa a vender produtos na Amazon; ações sobem

23 de março de 2026 - 11:47

Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia

ALÍVIO

CSN (CSNA3) garante empréstimo de até R$ 7,43 bilhões enquanto tenta fechar a venda da CSN Cimentos

23 de março de 2026 - 10:11

A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia

PARCEIROS DE PESO

Ação da Oncoclínicas (ONCO3) salta mais de 57% na B3 após atrair mais um gigante: Fleury (FLRY3) pode entrar em parceria bilionária com a Porto (PSSA3)

23 de março de 2026 - 9:27

Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio

SURFANDO NA FIBRA ÓTICA

Adeus, B3? Claro compra 73,01% da Desktop (DESK3) por R$ 2,41 bilhões, que terá OPA para sair da bolsa

23 de março de 2026 - 8:51

Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa

REPORTAGEM ESPECIAL

O problema de R$ 17 bilhões do Pão de Açúcar (PCAR3): o risco fora da recuperação extrajudicial que assombra o mercado

23 de março de 2026 - 6:01

Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia

AÇÕES

Veja 5 ações para buscar lucrar na bolsa e superar o Ibovespa nesta semana, segundo Terra Investimentos

22 de março de 2026 - 13:40

No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa

ENTENDA

Parceria bilionária: Helbor (HBOR3) e Cyrela (CYRE3) se juntam para projeto do Minha Casa, Minha Vida; veja detalhes

21 de março de 2026 - 10:30

Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela

CONTRA GUERRAS E GREVE

Lula defende blindagem estratégica para a Petrobras (PETR4), mas o buraco pode ser mais embaixo

20 de março de 2026 - 19:00

A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento

VANTAGEM ENCOLHEU

Ações da Braskem (BRKM5) desabam mais de 11% depois que governo reduziu benefícios esperados para a indústria petroquímica; entenda

20 de março de 2026 - 15:24

Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle

GOVERNANÇA

Natura (NATU3) e Motiva (MOTV3) são selecionadas em ranking global de ética corporativa

20 de março de 2026 - 14:51

Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise

MAL-ESTAR NA BOLSA

Clima azeda para Petrobras (PETR4) e ações caem mais de 3% mesmo com petróleo caro; bancos enxergam risco para a tese

20 de março de 2026 - 13:03

No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global

PROTEÇÃO

Com R$ 1,3 bilhão em dívidas, Alliança Saúde (AALR3) pede socorro contra RJ e recebe liminar para negociar dívidas

20 de março de 2026 - 12:32

A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial

TRANSIÇÃO

Antigo conhecido do Santander: quem é Gilson Finkelsztain, que deixará a B3 para assumir o cargo de CEO no banco

20 de março de 2026 - 10:33

Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios

DINHEIRO NA CONTA

Proventos na veia: Lojas Renner (LREN3) e Cemig (CMIG) anunciam mais de R$ 875 milhões em JCP; veja detalhes

20 de março de 2026 - 9:30

Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado

FALTA DE VISIBILIDADE

Como a guerra no Irã fez a Riachuelo (RIAA3) desistir de oferta de ações que ajudaria na expansão da companhia

20 de março de 2026 - 8:31

Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira

O BOM FILHO À CASA TORNA

Troca de guarda: Gilson Finkelsztain deixa a B3 para assumir a presidência do Santander Brasil

19 de março de 2026 - 19:55

A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.

ILUMINADA!

Os R$ 50 bilhões da Eneva (ENEV3): empresa flerta com valor de mercado inédito após leilão histórico

19 de março de 2026 - 16:43

Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente

ENTRE QUEDA E OPORTUNIDADE

O ‘roxinho’ ficou barato? UBS eleva recomendação do Nubank e vê oportunidade de valorização à frente

19 de março de 2026 - 15:47

Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar