O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Trata-se de mais uma vitória da Gafisa e do empresário Nelson Tanure na disputa societária contra a gestora após CVM considerar convocação irregular
A administração da Gafisa (GFSA3) decidiu cancelar a assembleia de acionistas convocada pela Esh Capital após obter uma tutela de urgência na Justiça.
Desse modo, a companhia e o empresário Nelson Tanure conseguem mais uma vitória na disputa societária contra a gestora.
Antes da decisão da Justiça, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ficou ao lado da Gafisa ao considerar irregular a convocação feita pela Esh para a assembleia, que aconteceria na última segunda-feira (18).
A disputa na CVM se concentrou na data do encontro, já que a Gafisa havia marcado a assembleia para o dia 26 de abril e não reconheceu a convocação da Esh.
A gestora de Vladimir Timerman pediu o encontro de acionistas para propor uma ação de responsabilidade contra parte do conselho de administração e da diretoria da Gafisa. A pauta previa ainda a proposta de destituição do atual conselho e a eleição de novos membros.
Após a vitória na CVM, a incorporadora conseguiu uma tutela de urgência na 2ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem da Comarca de São Paulo.
Leia Também
De acordo com a decisão, a Gafisa deixou de ser obrigada a realizar assembleias para deliberar os temas indicados pela Esh. Isso inclui o encontro que ocorreria no dia 26 de abril.
Vale lembrar que a Lei das S/A autoriza a convocação de uma assembleia por acionistas que possuem pelo menos 5% do capital, como é o caso da Esh.
Mas a Gafisa argumenta, entre outros pontos, que os acionistas já trataram da mesma pauta em outras assembleias — a Esh perdeu em todas as ocasiões.
A disputa vem provocando forte volatilidade nas ações da Gafisa na B3. No pregão de ontem, os papéis da incorporadora (GFSA3) desabaram 16,5%.
Em meio à disputa societária, a Gafisa aprovou a realização de um novo aumento de capital.
A operação pode movimentar entre R$ 157 milhões e R$ 550 milhões. No limite, pode haver uma diluição de 50% da participação dos acionistas que não colocarem dinheiro novo na companhia.
Aliás, o novo aumento de capital acontece apenas um ano após a última operação do tipo. Desde que o empresário Nelson Tanure investiu na Gafisa, a incorporadora já passou por mais de uma dezena de capitalizações. A CVM investiga as operações.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas