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Na visão dos analistas, as receitas melhoraram em relação ao mesmo período do ano anterior, mas expansão prejudica margens
Os últimos dias têm sido difíceis para os papéis da Vivara (VIVA3), que acumulam queda de 15,85% no que vai da semana, segundo o Trading View.
Em meio à repentina desvalorização, a joalheria anunciou nesta quinta-feira (21) a renovação do programa de recompra de ações da companhia.
Assim, o programa anterior, que se encerraria em 20 de março deste ano, será ampliado até o mesmo dia do mesmo mês de 2025, conforme comunicado.
A ideia é adquirir até 350.200 ações ordinárias, podendo atingir o limite de 5% dos papéis emitidos pela Vivara.
O anúncio acontece na mesma semana em que Nelson Kaufman retomou a presidência da empresa, após Paulo Kruglensky renunciar ao cargo na última sexta-feira (15).
Entretanto, os investidores não parecem convencidos da troca: naquele pregão, as ações VIVA3, que estavam caindo 7% antes das explicações do novo CEO, aceleraram as perdas e passaram a recuar mais de 14% ao fim da conferência.
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No pregão desta quinta-feira (21), as ações chegaram a despencar mais de 11%, negociadas a R$ 23,89 por volta das 14h40.
O balanço do último trimestre de 2023 foi publicado na última quarta-feira (20). Na visão dos analistas, as receitas melhoraram em relação ao mesmo período do ano anterior.
Contudo, a expansão acelerada da joalheria comeu parte das margens. A empresa afirma que foram inauguradas 22 novas lojas no 4T23 e 61 novos pontos de vendas no ano. Assim, o ano foi encerrado com 257 Lojas Vivara, 117 Lojas Life e 16 Quiosques
“As taxas de canibalização das aberturas de lojas exclusivas Life permanecem em níveis saudáveis, diminuindo desde o terceiro trimestre”, ponderam os analistas da XP.
Já para os especialistas do BTG Pactual, outros fatores que corroeram as margens foram o maior volume de importações na categoria Life, vendas mais altas durante a Black Friday (um período mais promocional) e também por algumas reclassificações tributárias, além de um menor volume de crédito presumido pela Vivara.
No preço atual, a ação é negociada a 13x P/E (preço/lucro) e, embora a mudança na posição de CEO levante preocupações com a governança, o BTG não espera grandes mudanças na estratégia da empresa, especialmente no curto prazo.
“Desde o IPO, acompanhamos o sucesso da Vivara como a maior rede de joalherias do Brasil em um mercado fragmentado, e ela está em excelente posição para se distanciar ainda mais da concorrência, impulsionada por grandes vantagens de escala (no varejo e na operação industrial), um modelo de negócio verticalmente”, diz o relatório do banco.
Quem corrobora com essa visão é o Itaú. Entre as casas de análises, foi o maior banco privado brasileiro quem foi mais taxativo em dizer que o balanço foi bastante negativo e que faltam gatilhos de curto prazo para gerar qualquer otimismo em relação a Vivara.
Ainda segundo o balanço, a companhia atingiu R$ 1 bilhão de faturamento, crescimento de 24% em relação ao quarto trimestre de 2022.
Veja os principais números da empresa a seguir:
| Métricas (em milhões de R$) | 4Q23e | 4T22 | 4T23/4T22 | 2023 |
| Receita Líquida | 778,1 | 644 | 20,80% | 2.186,90 |
| Lucro Bruto | 544,4 | 456,1 | 19,30% | 1.516 |
| Margem bruta | 70,80% | 70,80% | -0,9 p.p. | 69,30% |
| Lucro Líquido (recorrente) | 144,15 | 157,7 | -8,60% | 369,2 |
| Vendas mesmas lojas | 15,00% | 6,90% | 4,9 p.p. | 12,40% |
| EBITDA Ajustado (ex-IFRS) | 200,4 | 178 | 12,60% | 479,5 |
| Mg EBITDA Ajustado | 25,80% | 27,60% | 1,9 p.p. | 21,90% |
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