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O presidente da varejista afirma que está satisfeito com a evolução da transição, mas destaca que existem desafios de curto prazo; veja o que ele disse
Mais uma sirene de alerta soou no setor de varejo nesta terça-feira após os resultados da Casas Bahia (BHIA3) do quarto trimestre de 2023, que se traduziram em um prejuízo líquido de R$ 1 bilhão e indicadores repletos de ajustes e fatores não recorrentes.
Na tarde de hoje, a conferência de resultados foi pautada por palavras de otimismo, mesmo após os números aquém das expectativas no fim do ano passado. Você confere aqui os principais números e a visão do mercado sobre o balanço.
Para o CEO Renato Franklin, o “pior ficou para trás” para o grupo — que agora encontra-se “mais leve” após as fases iniciais do processo de reestruturação e com novo foco na estratégia de varejo para “fazer o básico bem feito”.
“Como falamos na apresentação do processo, em agosto, o terceiro e quarto trimestres deveriam sentir os maiores efeitos do plano de transformação, então a gente não enxerga esses níveis de impacto daqui para frente”, disse Franklin.
Em teleconferência com analistas, o presidente da Casas Bahia afirmou que 2023 foi um ano de transição, que possibilita novos frutos para colher em 2024.
Mas os investidores não compraram a visão do CEO — pelo menos, não até agora. As ações até sinalizaram um movimento de recuperação às fortes perdas do início da sessão durante a conferência, mas voltaram a aprofundar as quedas durante a tarde de hoje.
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Por volta das 16h, os papéis BHIA3 caíam 6,52% na bolsa brasileira, cotados a R$ 6,17. No ano, a desvalorização chega a 45%. Confira a cobertura de mercados em tempo real do Seu Dinheiro.
Um dos pontos abordados pelo CEO da Casas Bahia (BHIA3) foi o custo do processo de reestruturação do grupo de varejo em 2023.
Relembrando, os custos de vendas, gerais e administrativos (SG&A) chegaram a R$ 1,94 bilhão no fim do quarto trimestre do ano passado. Já o indicador de “outras despesas” somou R$ 604 milhões nos últimos três meses de 2023.
“Esses gastos foram necessários para conseguir ter uma companhia leve, eficiente e rentável em qualquer cenário de demanda, não ficar dependendo de crescimento e de uma escala muito maior que a atual para poder gerar valor”, disse o presidente da varejista.
Dentro da reestruturação, a varejista reduziu o número de lojas em mais 17 unidades no quarto trimestre, elevando a 55 o número de estabelecimentos desativados desde o início do processo.
Durante a conferência, o CEO destacou que outras 20 unidades menores da Casas Bahia encontram-se “em situação de risco”, em meio à uma tentativa de recuperação da rentabilidade antes da decisão efetiva de um possível encerramento.
Segundo Franklin, o atual compromisso da Casas Bahia é a rentabilidade — o que levou a uma queda de volume bruto de vendas (GMV) nos últimos três meses de 2023 para readequação do negócio.
“A gente consegue agora ter uma companhia que vai gerar valor mesmo em cenários de mercado com demanda reprimida.”
De acordo com o presidente, a companhia ainda retomou a negociação de ativos considerados não estratégicos agora que “tem uma confiança melhor [do mercado] e menos desconto”.
O CEO da Casas Bahia afirma que a companhia está “satisfeita até aqui” com a evolução da transição, mas destaca que existem desafios de curto prazo e “muita execução para ainda ser feita”.
Já para 2024, a perspectiva é de que o primeiro trimestre mostre um resultado “muito mais limpo”, com redução dos impactos do processo de reestruturação da varejista a cada trimestre.
“O início foi mais difícil. Entramos em uma nova fase para começar a mostrar boas notícias a cada trimestre, com melhoria gradativa.”
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