🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

DEPOIS DA APOSTA AMBICIOSA

A Raízen (RAIZ4) não quer mais saber do Oxxo? Por que a empresa pode vender a rede de lojas de conveniência após expansão agressiva em SP

Rumores sobre a potencial venda da participação no Grupo Nós, dono da marca Oxxo no Brasil, ganharam força na semana passada. Saiba o que esperar das ações RAIZ4 agora

Camille Lima
Camille Lima
28 de novembro de 2024
6:12 - atualizado às 13:07
Raízen (RAIZ4) pode vender participação na Oxxo.
Raízen (RAIZ4) pode vender participação na Oxxo. - Imagem: Divulgação/ Canva PRO/ Montagem Seu Dinheiro

Depois de abrir caminho pelo estado de São Paulo numa marcha implacável de conquista de território nos últimos anos, inaugurando lojas do Oxxo em praticamente todas as esquinas, a Raízen (RAIZ4) parece estar pronta para repensar a estratégia — e avalia deixar para trás a era de expansão agressiva e se desfazer da participação na rede de lojas de conveniência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os rumores sobre uma potencial operação nesse sentido ganharam força na semana passada. De acordo com a Bloomberg, a Raízen considera operações com duas participações relevantes: uma em suas usinas de etanol de segunda geração (E2G) e outra no Grupo Nós, a operadora brasileira das lojas de conveniência Oxxo.

Para o negócio de E2G, a ideia seria encontrar um parceiro que estivesse disposto a aportar capital para desenvolver uma nova unidade de negócios que reúna todos os ativos relacionados à operação. 

“A concretização de alguma medida nessa linha seria bastante positiva. O projeto E2G, apesar de acreditarmos no potencial de retorno de longo prazo, exige a execução de um capex relevante para a construção das plantas”, afirmou Henrique Cavalcante, analista da Empiricus Research

“Com a injeção de capital do novo parceiro, a Raízen evitaria os investimentos recorrentes nas plantas operacionais, que se financiariam a partir dos seus próprios lucros.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já para o Oxxo, a transação seria de venda da fatia de 50% que a Raízen detém no Grupo Nós, que opera a marca no Brasil.

Leia Também

O objetivo seria levantar recursos para novos investimentos e também avançar no processo de desalavancagem — não só da companhia, como também da holding controladora Cosan (CSAN3).

Até o momento, não há qualquer confirmação de que a Raízen vá fechar acordos em breve. No entanto, o CEO Nelson Gomes já deixou a porta aberta para “dar o tratamento necessário” a negócios secundários, como é o caso do próprio Oxxo.

Em conferência com analistas sobre o resultado do terceiro trimestre, o diretor presidente afirmou que a empresa iniciou uma “nova fase de como gerenciar o portfólio”, com foco reforçado nas origens da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A nova estratégia da Raízen (RAIZ4) e da Cosan (CSAN3)

Na avaliação do BTG Pactual, as mudanças recentes na gestão da Raízen (RAIZ4) aceleram a probabilidade de uma potencial venda do Oxxo. 

No fim de outubro, o Grupo Cosan passou por uma reestruturação corporativa do alto escalão, que resultou na chegada de um novo CEO para a produtora de biocombustíveis.

Ex-diretor presidente da holding Cosan, Nelson Gomes chegou à Raízen com um mandato claro de ajudar a empresa a navegar no plano de desalavancagem em andamento — e as vendas das participações de E2G e do Oxxo seriam alternativas para acelerar o processo.

“Nós percebemos, ao longo dos últimos meses, uma clara necessidade de ajuste de rota no portfólio da Raízen e da maneira como a companhia vem conduzindo seus negócios”, disse o presidente da empresa, em teleconferência recente com analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Ao longo dos anos, nós nos afastamos do nosso core business. Criamos uma série de iniciativas periféricas que acabaram tomando atenção do management, crescendo e tornando a estrutura talvez complexa demais para que o mercado entenda todas as fontes de receita do portfólio. Agora, entramos em uma fase de garantir que os investimentos que fizemos tenham um retorno adequado para o acionista. Vamos focar no negócio de mobilidade e de açúcar e etanol — e, nos periféricos, dar o tratamento que acharmos necessário”, acrescentou.

Vem venda pela frente?

Apesar da valorização em termos financeiros e da expansão robusta do Oxxo, a rede de postos de conveniência hoje não é considerada um ativo estratégico para os negócios da Raízen, de acordo com a Bloomberg.

Na visão de Henrique Cavalcante, analista da Empiricus Research, ainda que a Raízen não tenha confirmado o interesse em vender o Oxxo, potenciais avanços em negócios que viabilizem a redução no endividamento da Cosan (CSAN3) são cruciais para a tese de investimento.

“Com mais de 500 mercados no Brasil, a contribuição da operação do Oxxo para o resultado consolidado da Raízen hoje é irrelevante, e enxergamos pouco potencial futuro, além de não identificarmos relação com o negócio principal de açúcar e etanol”, afirmou o analista. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há quem avalie inclusive que a Raízen não deve ser a única empresa do grupo de Rubens Ometto a passar por potenciais mudanças de portfólio no futuro. 

Marcelo Inoue, head de Equities Research da Perfin Equities, que gerencia mais de R$ 1 bilhão em ativos, considera a venda de ativos uma estratégia viável para todo o Grupo Cosan levantar capital e diminuir as dívidas. 

Segundo o gestor, a recente tentativa da holding de abrir o capital da subsidiária Moove nos Estados Unidos foi um primeiro indicativo desta abordagem.

“Dado o atual nível de alavancagem do grupo e da Raízen, se uma venda da fatia do Oxxo acontecer, e a um nível de valuation bom, esse movimento tende a ser visto com bons olhos”, avaliou Inoue.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para um gestor com posição comprada nas ações da Cosan, a perspectiva será positiva se a Raízen der o pontapé inicial no movimento dentro da holding — e reforçaria o comprometimento da administração com a desalavancagem dos negócios, geração de caixa e direção estratégica no grupo como um todo. 

Oxxo: da expansão agressiva à potencial venda

Os rumores sobre a possível venda da fatia da Raízen na rede de lojas de conveniência acontecem quase cinco anos depois do início do plano agressivo de fincar a bandeira do Oxxo em São Paulo.

Foi em 2019 que a Raízen criou o Grupo Nós, a joint venture responsável pelo negócio de lojas de conveniência e pelo controle da marca Shell Select, que possui junto com a mexicana Femsa, que opera as marcas da Coca-Cola na América Latina. 

A nova empresa surgiu com o objetivo de acelerar a expansão de lojas de postos de combustíveis e criar uma rede do Oxxo fora dos postos no Brasil — com a meta ambiciosa de competir com grandes varejistas do país, como Pão de Açúcar e Carrefour.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após cinco anos, o Grupo Nós transformou a paisagem urbana paulista com um exército de lojas. A companhia encerrou o terceiro trimestre com 564 lojas Oxxo autônomas, 33 lojas Shell Select e administrando 1.243 lojas franqueadas Shell Select no Brasil. 

“Acreditamos que o valuation inicial de R$ 1,12 bilhão para 100% do Grupo Nós (R$ 561 milhões de cada sócio) provavelmente subiu desde 2019, dado o grau de sucesso do formato”, disse o BTG. “Hoje um preço realista para a participação de 50% no negócio giraria em torno de R$ 800 milhões.”

É por isso que o BTG vê um comprador “óbvio” caso a Raízen (RAIZ4) realmente decida se desfazer de parte do portfólio: a própria Femsa.

Em conversas com investidores e analistas, a companhia mexicana não hesita em destacar o entusiasmo com relação ao Oxxo no Brasil, apesar de a operação estar perdendo dinheiro até agora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 “A Femsa passou os últimos dois anos dizendo o quão animada está com o Oxxo no Brasil, tem um monte de capital e pode ver isso como uma oportunidade única de puxar o gatilho para possuir 100% do Oxxo no Brasil”, avaliou o BTG. 

  • LEIA MAIS: Ação que já saltou 30% neste ano está em “momento operacional fantástico” e tem recomendação de compra; veja qual é

Segundo o banco, essa transação dificilmente moveria a agulha do ponto de vista financeiro, já que corresponde a 1% do valor de mercado da Femsa, mas seria um sinal de que eles estão otimistas com rede de lojas de conveniência e dispostos a tocar esse negócio sozinhos. 

Por outro lado, o Oxxo é um ativo que queima dinheiro em um país onde é difícil fazer negócios e onde historicamente tem sido muito difícil gerar valor no setor de varejo.

“Este é um momento em que os valuations para varejistas estão baixos em relação à média histórica — e a Raízen também indicou que precisa do dinheiro para outro projeto, então talvez o grau de urgência leve a um ponto de preço mais baixo”, avaliaram os analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O cenário atual de altas taxas de juros no Brasil e acirrada concorrência no e-commerce poderia atrapalhar uma eventual venda da fatia da Raízen no Oxxo — pelo menos, nos termos financeiros que a companhia do grupo Cosan almeja.

Raízen (RAIZ4) em busca da desalavancagem

As discussões sobre potenciais mudanças no portfólio da Raízen (RAIZ4) acontecem em um momento de forte pressão para a companhia — tanto para as ações na bolsa quanto do lado das finanças.

Para Marcelo Inoue, gestor da Perfin Equities, o Grupo Cosan tem uma “história de crescimento impressionante que resultou na formação de um conglomerado diversificado de bons ativos”, mas a situação atual da Raízen preocupa.

Nos últimos anos, a companhia esteve muito focada em crescimento com altos níveis de investimentos, o que explica parte dos problemas que enfrenta atualmente do lado dos indicadores financeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Raízen não só teve um prejuízo milionário, como ainda registrou forte desaceleração na geração de caixa no segundo trimestre da safra 2024/2025.

Veja os destaques do balanço:

  • Prejuízo líquido: R$ 158,3 milhões, revertendo o lucro de R$ 28,4 milhões no 3T23;
  • Receita líquida: R$ 72,909 bilhões (+22,36% a/a);
  • Ebitda: R$ 4,619 bilhões (+6,4% a/a);
  • Fluxo de Caixa Operacional (FCO) do 3T24: R$ 193,6 milhões (-92,9% a/a);
  • Fluxo de Caixa Operacional (FCO) do 9M24: - R$ 7,65 bilhões (piora de 211% a/a);
  • Dívida líquida total: R$ 35,9 bilhões (+19,5% a/a);
  • Alavancagem (dívida líquida/Ebitda ajustado dos últimos 12 meses): 2,6 vezes (+0,7 vez a/a).

Não à toa, uma das principais cobranças do mercado hoje é que a empresa se mantenha no curso da desalavancagem e contenção de gastos, a fim de melhorar a geração de caixa e a rentabilidade.

O que esperar das ações daqui para frente

Apesar da situação financeira apertada, a visão majoritária do mercado ainda é positiva para a Raízen. Das 11 recomendações para as ações RAIZ4 compiladas pela plataforma TradeMap, todas são de compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Parte do otimismo com a companhia vem justamente do preço. Os papéis RAIZ4 perderam mais da metade do valor desde a abertura de capital na B3, com recuo de 59% desde 2021. Só neste ano, a desvalorização chega a 33%.

Para o BB Investimentos (BB-BI), os papéis encontram-se em um ponto de entrada interessante, negociados próximos das mínimas históricas e dos últimos 12 meses.

Segundo a XP Investimentos, os fundamentos sugerem um desempenho inferior no curto prazo — mas os analistas também não recomendam apostar na queda das ações com posições vendidas (short). 

“A estratégia contínua de reciclagem de portfólio da companhia pode atuar como uma surpresa positiva, gerando um sentimento positivo para a ação.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o gestor de ações da Perfin, Marcelo Inoue, a tendência é positiva para a Raízen no longo prazo. “Num horizonte bem longo, de três anos ou mais, a ação pode se provar uma oportunidade, pois é quando os resultados dos projetos de E2G se materializam. Mas, até lá, existe o risco dos juros seguirem altos e continuarem pressionando”, avaliou.

A pressão dos juros elevados no endividamento não é a única questão no horizonte da Raízen.

Uma eventual queda dos preços do petróleo também afeta a precificação do etanol e, consequentemente, do açúcar — o que pode prejudicar diretamente o resultado operacional da divisão de açúcar e etanol da Raízen.

Há ainda o “risco Petrobras”: caso a estatal decida vender combustíveis abaixo da paridade internacional, os preços do etanol receberão um fator adicional de pressão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Procurada pelo Seu Dinheiro, a Raízen preferiu não comentar o assunto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RALI AINDA NÃO ACABOU

Ainda tem fôlego? Por que a Eneva (ENEV3) virou a ação favorita do Itaú BBA mesmo após um rali de quase 100%

15 de janeiro de 2026 - 15:42

O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?

MERCADO NÃO GOSTOU

SmartFit (SMFT3) despenca mais de 9% após evento da empresa. É hora de comprar?

15 de janeiro de 2026 - 14:43

Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde

APERTANDO O CINTO

CSN (CSNA3) anuncia plano de venda de ativos para reduzir até R$ 18 bilhões em dívidas; ações recuam na bolsa

15 de janeiro de 2026 - 13:39

A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores

PRÉVIA OPERACIONAL 4T25

Cury (CURY3) dobra geração de caixa no 4T25, e bancões respondem o que fazer com a ação agora

15 de janeiro de 2026 - 13:05

Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel

MERCADO IMOBILIÁRIO

Moura Dubeux (MDNE3) abre caminho para expansão com oferta de quase 9,7 milhões de ações; confira os detalhes da operação

15 de janeiro de 2026 - 12:31

Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda

PRÉVIA OPERACIONAL 4T25

Plano&Plano (PLPL3) mais do que dobra vendas líquidas e ‘compensa’ geração de caixa mais fraca. O que fazer com as ações?

15 de janeiro de 2026 - 11:57

Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado

ENTENDA O MOVIMENTO

Pão de Açúcar (PCAR3) ‘corta asinhas’ de Rafael Ferri e ocupa vagas que ele estava de olho no conselho às pressas

15 de janeiro de 2026 - 10:08

A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro

UPGRADE INESPERADO

Novo Samsung Galaxy S26 vaza — e traz uma melhoria inesperada

15 de janeiro de 2026 - 9:10

Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido 

APAGAM-SE AS LUZES

Após Banco Master, Banco Central aperta o cerco e decreta liquidação extrajudicial da CBSF, antiga Reag; saiba quem é a empresa

15 de janeiro de 2026 - 9:04

Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso

APAGÕES EM SP

O preço de ficar no escuro: Enel é multada em R$ 14 milhões por falhas no fornecimento de energia em 2025

14 de janeiro de 2026 - 19:52

Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões

NO TETO DO RALI

CPFL Energia (CPFE3) chegou ao limite? UBS BB rebaixa ação após alta, mas vê mais dividendos no horizonte

14 de janeiro de 2026 - 13:25

Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%

TROCA-TROCA

BRB convoca assembleia sobre trocas no conselho, em meio a mudanças na liderança após operação da PF envolvendo o Master

14 de janeiro de 2026 - 10:11

Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração

DOBROU A APOSTA

CEO do JP Morgan defende investimento bilionário em inteligência artificial: “Vamos continuar na vanguarda”

13 de janeiro de 2026 - 19:51

Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes

MAIS UMA CRISE A CAMINHO?

Fictor atrasa dividendos de sócios, mas nega insolvência e diz que pagará em fevereiro

13 de janeiro de 2026 - 17:59

Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025

TRÊS ANOS DEPOIS

Escândalo Americanas (AMER3) faz aniversário sem ninguém punido, investidores de ‘mãos abanando’ e empresa encolhida

13 de janeiro de 2026 - 17:00

Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo

ADEUS, BRASIL

Após 37 anos, concorrente gringa dos Correios suspende transporte doméstico no Brasil e demite funcionários

13 de janeiro de 2026 - 16:33

Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos

EMPREENDEDORISMO

Este jovem da geração Z percebeu uma lacuna no mercado e fundou uma empresa de moda streetwear que faturou R$ 215 milhões

13 de janeiro de 2026 - 14:39

Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas

EM MEIO ÀS INVESTIGAÇÕES 

Sob pressão, Banco Central dá sinal verde para inspeção do TCU no caso Banco Master

13 de janeiro de 2026 - 14:02

Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro

SOB ESCRUTÍNIO

MP entra com representação junto ao TCU contra indicado de Lula para presidir a CVM — e alerta para decisões favoráveis ao Banco Master

13 de janeiro de 2026 - 13:33

Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo

REMÉDIO AMARGO

Ações da Hapvida (HAPV3) chegam a cair mais de 8% e lideram as perdas do Ibovespa após novas mudanças no alto escalão

13 de janeiro de 2026 - 13:07

Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar