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Não me parece que o modo sobrevivência seja a melhor postura a se adotar agora, já que ela pode assumir contornos excessivamente conservadores
À medida que adentramos formalmente o mês de dezembro, somos obrigados a abandonar qualquer esperança de rali de fim de ano e abraçar aquilo que os analistas e gestores vêm chamando de “modo sobrevivência” para Brasil.
Esqueça as teses construtivas, apostas assimétricas ou paixões românticas; o investidor brasileiro deve se limitar à mais simples e primata das atividades humanas: a sobrevivência.
Entendo perfeitamente essa visão, assim como entendo os profundos traumas deixados pelo recém-anunciado pacote de expansão fiscal.
No entanto, fico pensando se a expressão “modo sobrevivência” não pecaria por seu completo grau de resignação face a um cenário macro que guarda no bolso algumas alternativas interessantes para o médio prazo.
De modo a ilustrar o meu ponto, tomo como referência a clássica situação, pela qual todos nós já passamos, de um celular se aproximando de zerar a bateria.
Suponha que você saiu com o celular e esqueceu de levar um carregador.
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Neste exato momento, o canto direito superior da tela acaba de mudar de 10% para 9% de bateria, assumindo com isso uma sugestiva cor vermelha.
Bem, se você não tem uma perspectiva confiável de quando poderá carregar o celular novamente, é claro que a decisão mais prudente é a de limitar os recursos do aparelho apenas às funções fisiológicas.
Contudo, a situação muda radicalmente de figura se você está a 10 minutos do escritório, e sabe que poderá carregar a bateria assim que chegar a sua mesa de trabalho.
Nesse último caso, talvez você não queira fazer uma chamada de vídeo em Zoom (que consome muita bateria), mas pode continuar usando numa boa as principais funções.
Meu sentimento é o de que estamos em um contexto mais parecido com os 10 minutos do escritório do que o sem perspectiva de carregamento.
Isso posto, não me parece que o modo sobrevivência seja a melhor postura a se adotar agora, já que ela pode assumir contornos excessivamente conservadores quanto ao uso do celular.
Hoje em dia, privar-se de ver uma mensagem de WhatsApp na hora certa pode nos custar milhares ou milhões de reais.
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