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Ibovespa rompe sequência de quedas e novos ganhos estão sujeitos a dados econômicos dos EUA; mercados também digerem PIB na zona do Euro e superávit comercial da China
O Ibovespa tem caído com tanta convicção em 2024 que já tinha gente achando que a bolsa brasileira nunca mais voltaria a subir.
A impressão foi contrariada ontem com uma alta de 1,23%. A dúvida agora é se tudo não passou de um repique depois de uma longa sequência negativa ou se o Ibovespa vai dar um pique e, eventualmente, buscar novos recordes em um futuro próximo.
De qualquer modo, os investidores não têm muito tempo para respirar. As bolsas internacionais amanheceram no vermelho nesta sexta-feira. O rumo dos negócios, porém, vai depender do resultado do payroll.
Os números do mercado de trabalho norte-americano serão usados para calibrar as expectativas dos investidores em relação aos próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).
Em uma semana na qual outros indicadores sobre o mercado de trabalho foram bem recebidos, analistas esperam estabilidade na criação de postos de trabalho nos EUA.
Enquanto isso, o superávit comercial da China cresceu mais que o esperado e o PIB da zona do euro veio em linha com as estimativas.
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Por aqui, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e os diretores Gabriel Galípolo e Paulo Picchetti participam de eventos públicos ao longo do dia.
SEXTOU COM O RUY
Lucros e dividendos das seguradoras estão em risco após as enchentes? Não para a minha preferida do setor. O colunista Ruy Hungria não espera grande redução do lucro por conta da catástrofe nos resultados dessa companhia que, além de um histórico operacional muito resiliente, negocia por múltiplos interessantes.
SAINDO DA HIBERNAÇÃO
A pressão de Lula deu certo? Petrobras (PETR4) aprova retomada de fábrica de fertilizantes — veja o que estava em jogo para a volta da unidade. A aprovação já era dada como certa pelo mercado e a previsão é que a operação seja reiniciada no segundo semestre de 2025.
AGORA VAI?
O governo quer que Vale (VALE3), Samarco e BHP desembolsem R$ 109 bilhões em dinheiro novo por desastre em Mariana. A proposta original dos governos era de R$ 126 bilhões, mas as autoridades concordaram em reduzir o valor para destravar as negociações com as mineradoras.
DINHEIRO NO BOLSO
Bancões pagam dividendos bilionários: Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITUB4) aprovam mais de R$ 4 bilhões em JCP; confira os prazos. Conselhos de administração dos bancos aprovaram mais uma distribuição de juros sobre o capital próprio para quem estiver na base acionária em junho.
ENTRE SECAS E TERREMOTOS
Mudanças climáticas geram prejuízo mundial de US$ 45 bilhões no 1T24 — e Brasil não conseguiu escapar. Das perdas vistas entre janeiro e março, apenas US$ 17 bilhões em prejuízos eram segurados, segundo relatório da Aon.
Uma boa sexta-feira e um excelente fim de semana para você!
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo
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