🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

ENTRE SECAS E TERREMOTOS

Mudanças climáticas geram prejuízo mundial de US$ 45 bilhões no 1T24 — e Brasil não conseguiu escapar

Das perdas vistas entre janeiro e março, apenas US$ 17 bilhões em prejuízos eram segurados, segundo dados do relatório da Aon

Mudanças climáticas
Mudanças climáticas - Imagem: Getty Images / Canva Pro

O mundo vivencia um dos momentos mais críticos da história no quesito mudanças climáticas. Enquanto o Brasil enfrentou uma das piores secas dos últimos anos, o Japão registrou fortes terremotos e o Chile viu uma sequência de incêndios florestais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Combinados, os eventos climáticos e desastres naturais geraram um prejuízo econômico global de US$ 45 bilhões — equivalente a cerca de R$ 236,16 bilhões, no câmbio atual — no primeiro trimestre de 2024, segundo dados do relatório da  empresa de gerenciamento de riscos Aon.

A cifra pode espantar à primeira vista, mas surpreendentemente esse montante já chegou a ser (bem) maior. 

No mesmo período do ano passado, a quantia atingiu a marca dos US$ 149 bilhões (R$ 781,94 bilhões) — quase duas vezes maior do que a vista no primeiro trimestre deste ano. 

Se compararmos com os três primeiros meses do século XXI como um todo, o número atual também é 23,7% menor em relação à média de US$ 59 bilhões do período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas das perdas vistas nos três primeiros meses de 2024, aproximadamente 64% esteve fora da cobertura dos seguros, segundo o relatório. 

Leia Também

CORRENDO CONTRA O TEMPO?

A 10 dias das eleições, ministro da Fazenda defende que governo Lula adotou ‘política fiscal correta’ em artigo na The Economist

TENTE OUTRA VEZ

Ozempic no SUS? Governo tenta emplacar canetas emagrecedoras nos postos de saúde e cita queda de 70% nos preços

Ou seja, apenas US$ 17 bilhões em prejuízos eram segurados — e, em boa parte, devido ao aumento da cobertura dos seguros contra fortes tempestades, especialmente nos Estados Unidos, após eventos climáticos na Ásia. 

Prejuízo com o terremoto no Japão

E por falar na Ásia-Pacífico, a região foi responsável pela maior parcela das perdas econômicas globais, com uma estimativa preliminar de US$ 20 bilhões, segundo o relatório.

O montante foi impulsionado pelo terremoto na península de Noto, no Japão, que liderou os incidentes climáticos com maiores perdas. Os tremores aconteceram em 1 de janeiro e resultaram em perdas estimadas em US$ 17,6 bilhões pelo governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do terremoto, os incêndios florestais no Chile em fevereiro causaram perdas econômicas estimadas em cerca de US$ 1 bilhão.

Para o restante deste ano, a expectativa é que a temporada de furacões no Atlântico Norte seja “extremamente ativa”, segundo a Aon, com um número elevado de furacões devido às anomalias nas temperaturas dos oceanos e ao desenvolvimento do fenômeno climático La Niña. 

Esperado para chegar no segundo semestre de 2024, esse fenômeno normalmente tende a baixar a temperatura global, causando condições mais úmidas em algumas regiões e condições mais secas em algumas partes da América do Sul.

Além disso, o fenômeno também tende a contribuir para uma temporada de furacões mais violenta no Atlântico. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Isso tem implicações diretas para a segurança das comunidades costeiras e para a indústria de seguros”, afirmou a Aon. 

 O prejuízo brasileiro com as mudanças climáticas

Enquanto isso, no Brasil, algumas regiões enfrentam uma das piores secas dos últimos anos no primeiro trimestre, agravada pelos efeitos do El Niño — que elevou as temperaturas no país.

A situação climática resultou em perdas econômicas estimadas em US$ 1,3 bilhão entre janeiro e março de 2024. 

A seca impactou severamente a agricultura e o abastecimento de água ao longo do país no período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da seca, entre fevereiro e março, o Brasil ainda vivenciou fortes chuvas, inundações e deslizamentos de terra. 

Com as inundações em São Paulo, as perdas econômicas chegaram a US$ 120 milhões. Enquanto isso, em Minas Gerais, o prejuízo somou US$ 25 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
22 de setembro de 2026 - 11:28
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 22 de setembro de 2026 - 7:10
Dezenas de ganhadores comemoram prêmio da Lotofácil. 22 de setembro de 2026 - 6:38
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar