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Para André Lion, o Bradesco atualmente está muito mais barato do que Itaú e deve vivenciar retomada da rentabilidade; veja outras apostas da gestora na bolsa
No cenário do futebol carioca, Flamengo e Fluminense disputam a atenção e a paixão dos torcedores em um dos clássicos mais eletrizantes do Brasil. Na bolsa, uma rivalidade similar ressoa entre os investidores, com Bradesco (BBDC4) e Itaú Unibanco (ITUB4) travando uma disputa acirrada pelo topo do setor bancário.
Nos últimos anos, o Itaú dominou o campo, deixando o Bradesco para trás no “Fla-Flu” da B3. Mas, segundo André Lion, sócio e gestor da estratégia de renda variável da Ibiuna Investimentos, a partida pode ter virado — e, em uma reviravolta digna dos grandes clássicos, as ações BBDC4 surgem como uma nova promessa para os investidores.
Na avaliação de Lion, o Itaú é o “benchmark” do setor — aquela figura com execução digna de aplausos. Mas hoje o Bradesco representa uma oportunidade melhor para quem quer investir no setor financeiro.
“O Bradesco está muito mais barato do que Itaú”, afirmou, em painel durante o evento Women Invest Summit na última quinta-feira (27).
Para o gestor da Ibiuna — que administra mais de R$ 19 bilhões em ativos —, as ações BBDC4 negociam a 80% do valor patrimonial, um valor “muito atrativo”, especialmente diante do início da retomada de rentabilidade do bancão.
“O Itaú tem operado bem de forma recorrente, enquanto o Bradesco teve um soluço nos últimos 36 meses. O banco passou por uma fase onde errou. Acontece, as empresas erram, ninguém é super-homem. Mas o Bradesco realmente teve problemas de resultado. Só que, desde dezembro do ano passado, a gente está vendo uma reviravolta”, disse o gestor.
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Entre as medidas tomadas para realizar o “turnaround”, o Bradesco surpreendeu com a eleição de Marcelo Noronha para novo presidente do banco e passou a realizar uma série de mudanças desde então, segundo o gestor.
De acordo com Lion, além da melhora de resultado do Bradesco, os grandes bancos da B3 ficam ainda mais atrativos em um cenário de alta de juros, já que aprenderam a operar bem nesses momentos de maior restrição.
O Bradesco (BBDC4) não é a única estrela da carteira de ações da Ibiuna Investimentos, gestora dos ex-BCs Rodrigo Azevedo e Mario Torós. A bolsa atualmente possui diversas empresas “grandes, sólidas, provadas, com longo histórico e preços muito atrativos”, na visão do sócio responsável pela área de renda variável.
Um dos setores que atrai o apetite da Ibiuna na B3 é de construção. Apesar de um novo ciclo de aperto monetário por aqui, a gestora vê oportunidade nas ações da Cyrela (CYRE3).
“Ela não se beneficia tanto do Minha Casa, Minha Vida, mas tem executado de maneira extraordinariamente boa, surpreendendo em resultado e está hoje mais barata que Cury e Direcional”, afirmou Lion.
Já do lado de consumo, a “joia da coroa” da Ibiuna é a Vivara (VIVA3). Em meio à volatilidade para as ações mais cíclicas com a Selic mais alta, o setor de fabricação de joias e acessórios aparece como uma opção de proteção para a carteira de investimentos.
“A empresa está em um setor de venda diretamente para o consumidor, que no Brasil quase não possui competição. A Vivara tem uma penetração super interessante e há algum tempo abriu a nova vertente da Life, que tem um retorno extraordinário. A Vivara tem um valuation super bom e, nesse cenário mais difícil de crescimento da economia que enxergamos para frente, esse é um setor que é defensivo, já que as pessoas continuam consumindo.”
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