O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após a oferta de ações em Nova York, a Cosan manterá o controle da Moove, com uma participação que pode variar entre 60,4% e 57,6%
O grupo Cosan (CSAN3) deu mais um passo para destravar valor de um dos negócios com o início da oferta pública de ações da Moove. A empresa de lubrificantes que produz a marca Mobil no Brasil pode estrear na Bolsa de Nova York (Nyse) valendo até US$ 1,945 bilhão (R$ 10,5 bilhões no câmbio atual).
Dona de 70% da companhia, a Cosan vai aproveitar o IPO para vender uma parte das ações. A Moove mira uma cotação entre US$ 14,50 e US$ 17,50 na oferta.
Considerando o valor máximo, a Cosan pode embolsar até US$ 164 milhões, o que equivale a aproximadamente R$ 890 milhões.
Após a oferta, a Cosan manterá o controle da Moove, com uma participação que pode variar entre 60,4% e 57,6%. Além do grupo brasileiro, a empresa de lubrificantes tem o fundo CVC Capital Partners como sócio — e que também venderá ações na oferta.
O IPO da Moove deve quebrar um jejum de quase três anos de aberturas de capital de empresas brasileiras. Mas a oferta não acontecerá na B3, ou seja, é destinada apenas a investidores estrangeiros.
No total, o IPO da Moove, que terá o ticker "MOOV" na Nyse, pode movimentar até US$ 503 milhões (R$ 2,7 bilhões). Além do dinheiro que irá para o bolso da Cosan e da CVC, a empresa pretende emitir novas ações e captar US$ 109 milhões em dinheiro novo.
Leia Também
A maior parte dos recursos vai financiar a aquisição do Grupo Pax Lubrificantes (Dipi Holdings), de acordo com informações do prospecto. A Moove fechou a compra da companhia no dia 29 de setembro, pelo valor total de R$ 410 milhões.
A Moove surgiu em 2008, quando a Cosan fechou a compra dos ativos de fabricação e distribuição de lubrificantes da ExxonMobil no Brasil. De lá para cá, aliás, o grupo ampliou a atuação, inclusive para fora do país.
Hoje a companhia conta com menos da metade das receitas na América do Sul, com seis unidades de produção no Brasil, Estados Unidos e Reino Unido e aproximadamente 100 centros de distribuição.
Veja a seguir os principais números da Moove no primeiro semestre deste ano, ainda de acordo com o prospecto do IPO:
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas