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Para quem busca proteção em meio à escalada dos juros e dividendos atrativos, o Kinea Rendimentos Imobiliários é a melhor opção neste mês, segundo as corretoras
Está marcada para esta semana a última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). A expectativa do mercado é que os dirigentes acelerem ainda mais o ciclo de alta dos juros, com os mais pessimistas já apostando que a Selic termine 2024 no patamar de 12,25%.
De olho nesse cenário, os especialistas em fundos imobiliários recalibraram as carteiras recomendadas e dobraram a aposta em ativos menos afetados pela subida das taxas. Especialmente FIIs de papel que, por investirem em títulos de crédito do setor, tendem até mesmo a lucrar mais com os juros maiores.
Com três recomendações, o campeão deste mês é um representante da classe. E não se trata de qualquer fundo de papel, mas sim um dos maiores nomes do segmento, o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11).
A Empiricus, uma das casas a recomendar o FII, alerta que o favorito das corretoras em dezembro não é para quem procura pechinchas e oportunidades para comprar ativos com desconto, mas sim resiliência.
“Por mais que não seja uma barganha, o KNCR11 segue bem posicionado para manutenção de uma geração de renda elevada para a carteira sem grande exposição de risco de mercado”, diz a casa, destacando o dividend yield de dois dígitos entregue pelo fundo.
Ou seja, para quem busca proteção em meio à escalada dos juros e dividendos atrativos, o Kinea Rendimentos Imobiliários é a melhor opção neste mês, segundo as corretoras.
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Confira abaixo todos os FIIs presentes ‘no top 3’ das casas procuradas em dezembro:
Com mais de 377 mil cotistas e um patrimônio líquido de R$ 7 bilhões, o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) é um dos três maiores fundos imobiliários de papel da bolsa brasileira em ambos os quesitos.
Além de ser um dos gigantes da B3, o FII também atrai olhares por outro aspecto. Os dividendos pagos no mês passado, por exemplo, de R$ 1,02 por cota, representaram uma rentabilidade isenta de Imposto de Renda de 1%, ou 127% do CDI.
E os proventos devem seguir atrativos: os analistas do Santander, que também recomendam o KNCR11 neste mês, estimam um dividend yield de 11,8% para os próximos 12 meses. O banco relembra que 98% do PL do fundo está indexado ao CDI e explica que os ativos do tipo “terão seus rendimentos positivamente beneficiados enquanto o juro estiver em dois dígitos”.
Outra característica do FII que chama a atenção é a diversificação da carteira de crédito, composta majoritariamente por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O portfólio conta com 70 ativos com garantias firmes, incluindo alienação fiduciária e cessão de recebíveis, o que ajuda a mitigar os riscos em caso de inadimplência.
O Santander afirma ainda que uma parte relevante da carteira está alocada em segmentos e devedores “mais robustos”, com destaque para o financiamento de players imobiliários de renome como Brookfield, JHSF, BTG Pactual e MRV.
Além disso, o banco avalia como positiva uma oferta bilionária que está em andamento na bolsa. A emissão de cotas foi anunciada em outubro e já captou R$ 290 milhões para o FII desde então, podendo chegar aos R$ 2,5 bilhões
“Caso essa captação seja bem-sucedida, a gestão conseguirá reforçar o caixa para adquirir novos CRIs com taxas mais atrativas de retorno, além de contribuir para melhorar a liquidez do fundo”, diz o Santander.
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