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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa cede pressão de NY antes de Powell e fecha em queda; dólar sobe a R$ 4,95 

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5 de março de 2024
7:14 - atualizado às 18:15

RESUMO DO DIA: A palavra de ordem no mercado acionário brasileiro foi cautela, em mais um dia de agenda esvaziada e desempenho mais negativo dos principais índices de ações internacionais.

O Ibovespa terminou o pregão com baixa de 0,19%, aos 128.098 pontos. Já o dólar avançou 0,16%, a R$ 4,9557 no mercado à vista.

Hoje, a aversão ao risco foi patrocinada, em parte, pela China. A segunda maior economia do mundo manteve a meta de crescimento de 5% em 2024 e anunciou a criação de títulos ultralongos, além de novas diretrizes.

A outra parte está na conta dos Estados Unidos. Os investidores reagiram a dados mistos de atividade econômica na véspera de declarações do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao Congresso. Wall Street fechou em tom negativo.

Indicadores sobre o mercado de trabalho também são esperados ao longo da semana. O relatório ADP, que aponta a criação de vagas no setor privados, deve ser divulgado amanhã (6). Já o principal relatório de empregos, o payroll, referente ao mês de janeiro será conhecido na sexta-feira (8). Os dados devem sugerir novas pistas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.

Também de olho na política monetária, os índices europeus terminaram o pregão no vermelho na expectativa da decisão do Banco Central Europeu (BCE) na quinta-feira (7).

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (05):

MAIORES QUEDAS DO IBOVESPA

Na liderança da ponta negativa do Ibovespa, as ações da Vibra Energia (VBBR3) caíram mais de 5% hoje.

O desempenho negativo foi reação ao balanço. A companhia reportou lucro líquido de R$ 3,297 bilhões no quarto trimestre de 2023, uma alta de 482,5% na comparação com o mesmo período de 2022.

No intervalo trimestral, o resultado é 162,7% superior. O balanço foi divulgado ontem (4) depois do fechamento dos mercados.

Na avaliação da XP, o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) ajustado unitário ficou pouco abaixo das expectativas. Além disso, a companhia perdeu participação no mercado com a falta de diesel russo.

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
VBBR3Vibra Energia ONR$ 25,10-5,50%
BRKM5Braskem PNR$ 21,11-4,65%
PCAR3GPA ONR$ 3,45-4,17%
HYPE3Hypera ONR$ 32,68-2,91%
RAIZ4Raízen ONR$ 3,54-2,21%
MAIORES ALTAS DO IBOVESPA

Cogna driblou a cautela dos mercados e liderou os ganhos do Ibovespa hoje. Além do impulso trazido pelo fechamento da curva de juros futuros brasileira, os papéis da educacional subiram com revisão positiva de recomendação.

A XP atualizou as “notas de boletim escolar” da companhia do setor de educação e atribuiu nota máxima: elevou a recomendação de neutra para compra e o preço-alvo para R$ 4,20 — o que representa uma potencial valorização de 62,8% na comparação com o fechamento anterior. 

As companhias aéreas e empresas ligadas ao setor de turismo também operaram entre as maiores altas do Ibovespa, em reação à notícia de que a Azul começou as tratativas para adquirir as operações da Gol (GOLL4), que está em recuperação judicial nos Estados Unidos desde 25 de janeiro.

Os papéis da Hapvida avançaram com apoio de dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Segundo o órgão, houve adições líquidas positivas de 66,6 mil novas vidas e crescimento nas duas verticais (NotreDame Intermédica + Hapvida) em janeiro.

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
COGN3Cogna ONR$ 2,725,43%
CVCB3CVC ONR$ 3,525,39%
BRFS3BRF ONR$ 15,944,18%
HAPV3Hapvida ONR$ 3,754,17%
AZUL4Azul PNR$ 12,363,87%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa cedeu a pressão do exterior e fechou em queda de 0,19%, aos 128.098,11 pontos.

Com a agenda mais esvaziada, o destaque local ficou por conta de Brasília.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo enviará um projeto de lei com urgência constitucional para tratar do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) e da contribuição previdenciária especial para municípios, após reunião com o presidente da Câmara dos
Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e líderes da Casa.

A medida provisória (MP) 1.202/2023, que traz as propostas, ficará como está e em vigência. Vale lembrar que o governo já havia suprimido o trecho que tratava da reoneração gradual da folha de pagamento.

Segundo o autor do Perse, deputado Felipe Carreras (PSB-PE), o programa  deve ser redesenhado, e não acabar de vez, como previsto na medida provisória editada pelo Executivo em dezembro.

Mas, a cautela ficou na conta do cenário internacional. De um lado, a cautela das bolsas de Nova York pressionam após dados divergentes de atividade econômica dos Estados Unidos, na véspera de discursos do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

Além disso, há a frustração com a manutenção da meta de crescimento de 5% da China em 2024.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Wall Street encerraram o pregão em queda em meio a dados mistos de atividade econômica, medidos pelo índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês).

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços recuou de 53,4 em janeiro para 52,6 em fevereiro. O dado foi divulgado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês).

Mas, o PMI composto, medido pela S&P Global, apontou avanço de 52,0 em janeiro para 52,5 em fevereiro, acima dos 51,4 projetados pelos analistas ouvidos pela FactSet.

Além disso, os investidores seguem mais cautelosos à espera do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. Novos dados do mercado de trabalho, como os relatórios ADP — do setor privado — e payroll também são aguardados pelo mercado.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: -1,02%, aos 5.078,65 pontos;
  • Dow Jones: -1,04%, aos 38.585,19 pontos;
  • Nasdaq: -1,65%, aos 15.939,59 pontos.
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar encerrou as negociações no mercado à vista com alta de 0,17%, a R4 4,9557.

A moeda norte-americana, que operou volátil ao longa da sessão, ganhou força após dados mistos sobre a atividade econômica nos Estados Unidos.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços recuou de 53,4 em janeiro para 52,6 em fevereiro. O dado foi divulgado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês).

Mas, o PMI composto, medido pela S&P Global, apontou avanço de 52,0 em janeiro para 52,5 em fevereiro, acima dos 51,4 projetados pelos analistas ouvidos pela FactSet.

MARISA (AMAR3) SOBE QUASE 20%

Negociadas fora do Ibovespa, as ações da Marisa (AMAR3) figuram entre as maiores alta da B3.

Os papéis sobem 19,38%, a R$ 2,71.

O forte avanço ainda repercute o anúncio de Edson Salles Abuchaim Garcia como novo diretor presidente da varejista, com um mandato de um ano. Ele deve tomar posse em até 30 dias, contados a partir da última segunda-feira (4).

Em destaque, Garcia tem passagens pela Riachuelo e Caedu.

COGNA (COGN3) DISPARA 7% APÓS XP ELEVAR RECOMENDAÇÃO

Para ser um aluno aprovado, pelo menos a lição de casa precisa ser feita com primor. Nisso não há segredos. E, dessa vez, a XP já aponta quem está pronto para passar o ano com louvor — e que já está sendo reconhecido pelo trabalho. 

Nesta terça-feira (5), as ações da Cogna (COGN3) ficaram entre os maiores ganhos do principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, com alta acima de 7%. No fechamento do pregão, os papéis eram cotados a R$ 2,72 (+5,43%).*

O setor de educação também opera em tom positivo, em meio ao alívio na curva de juros brasileira — que favorece ações cíclicas. 

Mas, no caso da Cogna, o desempenho é fruto da revisão positiva dos analistas da corretora. 

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OURO BELISCA NOVO RECORDE: COMO INVESTIR NO METAL PRECIOSO QUE NÃO PARA DE SUBIR

Os portos são espaços na costa ou na orla nos quais os navios podem realizar as operações de carga e descarga de mercadorias de maneira segura. No mercado financeiro, um ativo safe haven como o ouro é um porto seguro para o investidor que quer fugir de águas mais turbulentas. 

E motivos não faltam para o mar seguir revolto: a guerra da Rússia contra a Ucrânia, que entrou no segundo ano; a operação de Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza; e a desaceleração econômica global são apenas algumas das incertezas nas águas de quem investe na bolsa

Isso sem falar em uma outra onda produzida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano): a expectativa era de que o afrouxamento monetário nos EUA começasse este mês, mas os recentes dados econômicos jogaram para junho as apostas do mercado. 

Só na semana passada o ouro subiu cerca de US$ 50 (R$ 247, no câmbio atual), estimulado por dados fracos da indústria dos EUA e pela redução da pressão sobre os preços. 

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Ibovespa renova mínima com recuo de 0,20%, aos 128.081 pontos.

NY ACELERA QUEDA

As bolsas de Nova York aceleraram as perdas há pouco, em meio à deterioração das ações do setor de tecnologia.

Entre elas, os papéis da Meta caem quase 2% em Nasdaq após instabilidade dos aplicativos Facebook e Instagram em escala global.

Os investidores também operam cautelosos após dados mistos de atividade econômica nos Estados Unidos e na expectativa de novos dados sobre o mercado de trabalho.

  • S&P 500: -1,08%;
  • Dow Jones: -0,96%;
  • Nasdaq: -1,83%.

AÉREAS EM ALTA

As companhias aéreas e empresas ligadas ao setor de turismo operam entre as maiores altas do Ibovespa.

Um dos motivos é o fechamento da curva dos juros futuros (DIs), acompanhando o alívio dos yields dos Treasurys.

Outro fator é a notícia de que a Azul (AZUL4) começou as tratativas para adquirir as operações da Gol (GOLL4), que está em recuperação judicial nos Estados Unidos desde 25 de janeiro.

Confira o desempenho das ações:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 3,535,69%
AZUL4Azul PNR$ 12,515,13%
GOLL4Gol PNR$ 2,665,56%

Ibovespa testa alta com avanço de 0,01%, aos 128.354 pontos.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquidos do petróleo fecharam em queda, em meio à cautela dos mercados internacionais após a China manter a meta de crescimento de 5% em 2024.

Os futuros do petróleo Brent para maio caíram de 0,91%, a US$ 82,04 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Já os futuros do petróleo WTI para abril recuou 0,95%, a US$ 78,15 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Ibovespa bate mínima e opera com queda de 0,16%, aos 128.130 pontos.

REAÇÃO AO BALANÇO: PAGUE MENOS (PGMN3)

Negociadas fora do Ibovespa, as ações do Pague Menos (PGGMN3) recuam quase 10% e lideram as maiores baixas da B3.

Os papéis repercutem os resultados do quarto trimestre, reportados pela companhia nesta segunda-feira (4) depois do fechamento dos mercados.

A rede de farmácia registrou queda de 91,2% do lucro líquido ajustado em 2023 na base anual, o que totalizou R$ 14,2 milhões.

As vendas brutas consolidadas, por sua vez, cresceram 8% na base anual, ainda que impactadas pelo fechamento de lojas da Extrafarma e pelo encerramento da operação de atacado.

Na avaliação da XP, os resultados ficaram aquém do esperado, com a desaceleração da receita e níveis de rentabilidade pressionados.

PETROBRAS INVERTE SINAL

As ações da Petrobras perderam força e operam em tom negativo, na esteira da instabilidade do petróleo no mercado internacional.

Também há a cautela com os resultados da petroleira e e possível anúncio de dividendos na próxima quinta-feira (7).

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR3Petrobras ONR$ 40,60-1,10%
PETR4Petrobras PNR$ 39,81-0,67%
ASSEMBLEIA DE CREDORES DA OI (OIBR3) SUSPENSA

A assembleia de credores da Oi (OIBR3), que discutia nesta terça-feira (5) a aprovação do novo plano de recuperação judicial da companhia, está suspensa. O novo encontro está marcado para 25 de março e, até lá, a empresa também conseguiu uma prorrogação do stay period — janela em que execuções de dívida estão suspensas.

O adiamento do encontro foi votado a pedido da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e defendido pelos representações das administradoras da RJ da Oi, que entenderam não haver condições de votar o plano hoje.

A assembleia foi instalada com um quórum alto, com 94,7% dos credores presentes. Mas o encontro chegou a ser suspenso por uma hora para que os administradores e as companhias pudessem conversar sobre possíveis alterações no documento.

As ações da Oi têm reações mistas à suspensão. Por volta das 13h30, os papéis ordinários (OIBR3) zeraram a alta que exibiam mais cedo, enquanto as ações preferenciais (OIBR4) avançavam 1,49%.

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COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa tem operado instável na tentativa de retomar os 129 mil pontos. O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,22%, aos 128.622 pontos.

De um lado, a cautela das bolsas de Nova York pressionam após dados divergentes de atividade econômica dos Estados Unidos.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços recuou de 53,4 em janeiro para 52,6 em fevereiro. O dado foi divulgado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês).

Mas, o PMI composto, medido pela S&P Global, apontou avanço de 52,0 em janeiro para 52,5 em fevereiro, acima dos 51,4 projetados pelos analistas ouvidos pela FactSet.

Além disso, há a frustração com a manutenção da meta de crescimento de 5% da China em 2024.

Por aqui, a agenda permanece mais esvaziada. A atenção dos investidores é divida entre o desempenho das bolsas internacionais e noticiário corporativo local.

Em destaque, Vale (VALE3) limita os ganhos do Ibovespa após o BTG Pactual rebaixar a recomendação e cortar o preço-alvo para os recibos de ações (ADRs) da mineradora — que são negociados na bolsa de Nova York.

A Oi (OIBR3) teve a assembleia geral de credores suspensa por uma hora.

Cogna (COGN3) lidera os ganhos do Ibovespa com elevação de recomendação pela XP, enquanto VIbra Energia (VBBR3) é a maior queda do índice em reação ao balanço do quarto trimestre.

REAÇÃO AO BALANÇO: VIBRA (VBBR3)

A Vibra Energia (VBBR3) reportou lucro líquido de R$ 3,297 bilhões no quarto trimestre de 2023, uma alta de 482,5% na comparação com o mesmo período de 2022.

No intervalo trimestral, o resultado é 162,7% superior. O balanço foi divulgado ontem (4) depois do fechamento dos mercados.

Apesar do resultado positivo, as ações da companhia são pressionadas na B3 e recuam mais de 5% — a maior queda do Ibovespa.

Na avaliação da XP, o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) ajustado unitário ficou pouco abaixo das expectativas. Além disso, a companhia perdeu participação no mercado com a falta de diesel russo.

"Embora o Ebitda unitário tenha ficado ligeiramente abaixo de nossas expectativas, ainda consideramos que este foi outro trimestre forte para a empresa. Acompanharemos de perto as importações de diesel da Vibra para ver se a empresa recuperará o atraso nos volumes em relação a seus pares (embora, por enquanto, a molécula importada pareça menos favorável)", escrevem os analistas André Vidal e Helena Kelm, que assinam o relatório.

VALE (VALE3): POR QUE O BTG DECIDIU REBAIXAR A RECOMENDAÇÃO PARA AS AÇÕES

Um dos poucos consensos no mercado de ações hoje é o de que as ações da Vale (VALE3) estão baratas. De fato, os papéis da mineradora perderam quase a metade do valor na B3 em relação ao pico, em maio de 2021.

A grande dúvida é se essa queda representa uma oportunidade ou se trata de uma "armadilha de valor" (value trap). O BTG Pactual foi um dos que jogou "jogou a toalha" e passou a acreditar na segunda hipótese.

O banco decidiu rebaixar a recomendação das ações de compra para neutra e cortou o preço-alvo para os ADRs (recibos de ações em Nova York) de US$ 19 para US$ 16.

"Uma postura construtiva em relação à Vale valeu a pena durante vários anos desde 2017, mas tem sido muito dolorosa há mais de um ano", escreveram os analistas, em relatório.

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DÓLAR PERDE FORÇA

O dólar, que vinha sustentando alta desde a abertura dos negócios, perdeu o fôlego há pouco e passou a operar em queda.

A moeda norte-americana cai a R4 4,94 após dados de atividade econômica nos Estados Unidos. Na comparação com uma cesta de moedas globais, como euro e libra, o indicador DXY registra queda 0,15%, aos 103.579 pontos.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços recuou de 53,4 em janeiro para 52,6 em fevereiro. O dado foi divulgado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês).

Apesar da queda, o PMI de serviços ainda está em território de expansão, isto é acima da referência de 50.

GIRO DO MERCADO

Seguindo a sequência de carteiras recomendadas do mês, o Giro do Mercado desta terça-feira (5) recebe Pedro Freitas, analista da Empiricus Research, para falar dos melhores fundos imobiliários para investir em março.

Além de revelar as top picks, Pedro comenta como foi o desempenho do índice de Fundos Imobiliários (IFIX) em fevereiro, e qual é o cenário para os FIIS neste mês.

Confira os melhores fundos imobiliários para investir em março:

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em queda após a abertura. Os investidores seguem cautelosos à espera de novos dados econômicos, sobretudo sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos. O relatório mais importante do setor, o payroll, será divulgado na próxima sexta-feira (7).

Confira o desempenho de NY após a abertura:

  • S&P 500: -0,49%;
  • Dow Jones: -0,47%;
  • Nasdaq: -0,88%.
COLUNA CRYPTO INSIGHTS

Saudações! A Ethereum, uma das principais blockchains do mundo, sempre foi alvo de críticas em relação às taxas de transações em sua rede.

No momento desta redação, devido ao tráfego intenso, as taxas de gás (taxa paga aos validadores da rede) alcançaram 174 gwei (gwei é uma das unidades de medida da ETH, onde 1 gwei equivale a 0,000000001 ETH), e as taxas médias para transações de NFT ultrapassaram 372,99 dólares, tornando algumas transações bastante caras.

Nessa perspectiva, a rede está prestes a passar por uma transformação significativa com a aguardada atualização chamada Dencun, programada para o dia 13 de março de 2024.

Essa atualização visa abordar o desafio do trilema da blockchain, equilibrando segurança, descentralização e escalabilidade.

Leia mais.

JUROS FUTUROS NAS MÍNIMAS

Com o alívio nos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, a curva de juros futuro brasileira opera nas mínimas.

Os juros projetados para a dívida dos Estados Unidos para 10 anos cai a 4,154%, enquanto o título para 30 anos cai a 4,293%.

Confira o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/259,89%9,92%
DI1F26DI Jan/269,69%9,73%
DI1F27DI Jan/279,89%9,93%
DI1F28DI Jan/2810,14%10,18%
DI1F29DI Jan/2910,31%10,36%
DI1F30DI Jan/3010,47%10,51%
DI1F31DI Jan/3110,54%10,59%
DI1F32DI Jan/3210,60%10,64%
DI1F33DI Jan/3310,66%10,70%
SOBE E DESCE DA ABERTURA

O Ibovespa testou alta, mas perdeu o fôlego há pouco.

Cogna lidera os ganhos com a elevação de recomendação para compra pela XP. As companhias aéreas avançam com a possibilidade da Azul adquirir a Gol, que decretou estado de recuperação judicial nos Estados Unidos em 25 de janeiro.
Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
COGN3Cogna ONR$ 2,725,43%
AZUL4Azul PNR$ 12,535,29%
GOLL4Gol PNR$ 2,634,37%
PETZ3Petz ONR$ 4,062,78%
VAMO3Vamos ONR$ 8,663,10%

Na ponta negativa, Vibra recua em reação aos resultados do quarto trimestre, divulgados ontem (4) depois do fechamento dos mercados.

Em destaque, Vale (VALE3) está entre as maiores perdas do setor de siderurgia e mineração após o BTG Pactual rebaixar a recomendação e cortar o preço-alvo para os ADRs, que são papéis da mineradora negociados na bolsa de Nova York.

Confira maiores quedas após a abertura do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
VBBR3VIBRA energia ONR$ 25,60-3,61%
PCAR3GPA ONR$ 3,51-2,50%
CSNA3CSN ONR$ 16,45-1,38%
VALE3Vale ONR$ 65,81-1,38%
RAIZ4Raízen ONR$ 3,58-1,11%
VALE (VALE3) LIDERA PERDAS

As ações da Vale (VALE3) iniciaram a sessão com queda de mais de 1%, na contramão do desempenho do minério de ferro.

Os papéis da mineradora lideram as perdas após o BTG Pactual rebaixar a recomendação de compra para neutra para os recibos de ações (ADR). A revisão foi acompanhada do corte no preço-alvo de US$ 19 para US$ 16 — o que ainda representa uma potencial valorização de 19% em relação ao fechamento anterior (US$ 13,44) em Nova York.

Agora, VALE3 registra queda de 1,30%, a R$ 65,86, na B3.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em queda de 0,03%, aos 128.296 pontos.

Em mais um dia de agenda local mais esvaziada, as atenções dos investidores se concentram em notícias corporativas e no desempenho dos mercados internacionais.

Mais cedo, a China apresentou a meta de crescimento de cerca de 5% em 2024. Contudo, Wall Street permanece cautelosa enquanto espera novos dados econômicos, entre eles, sobre o mercado de trabalho norte-americano.

A AZUL (AZUL4) VAI COMPRAR A GOL (GOLL4)?

A manhã desta terça-feira (05) se inicia com uma turbulência nos céus do mercado financeiro: os rumores de que a Azul (AZUL4) estaria se preparando para abocanhar a Gol (GOLL4), sua rival em crise.

De acordo com a Bloomberg News, a companhia aérea contratou o Citi e o Guggenheim Partners como assessores financeiros em uma possível proposta pela Gol.

Questionado sobre uma possível combinação com a Gol, o CEO da Azul, John Peter Rodgerson, disse em entrevista à Bloomberg que a empresa monitora de perto a situação. “Você tem a obrigação com seus acionistas de observar as oportunidades que existem.”

Ainda segundo a agência, a empresa avalia uma série de opções — isso inclui a possibilidade de uma aquisição total da rival ou até mesmo a chance de a aérea voltar atrás na ideia de compra.

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VIVO LANÇA PROGRAMA DE RECOMPRA DE AÇÕES

A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, notabilizou-se recentemente pelas perspectivas de distribuição dos lucros aos acionistas.

No decorrer dos últimos meses, a direção da companhia anunciou a distribuição de proventos e promoveu uma bilionária redução de capital.

Ela avisou também que não pararia por ali — e não parou mesmo.

Agora a Telefônica Brasil recorre a uma outra forma de remunerar os detentores de VIVT3: um programa de recompra de ações.

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ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam sem direção única e na contramão do desempenho da commodity ligada à atividade da empresa.

Petrobras sobe na expectativa do balanço e anúncio de dividendos, enquanto petróleo cai. Vale recua e destoa da alta do minério de ferro na China.

  • Petrobras (PBR): +0,12%, a US$ 16,54;
  • Vale (VALE): -0,37%, a US$ 13,39
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera sem direção única nesta terça-feira (5).

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, com alta de 0,69%, com a tonelada cotada a US$ 122,17.

Já os contratos futuros do petróleo Brent, referência internacional, opera em queda de 0,77%, a US$ 82,12 o barril.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

5% ESTÁ BOM PARA VOCÊ?

O otimismo está escasso nos mercados internacionais nesta manhã. As bolsas de valores na Ásia sofreram quedas acentuadas nesta terça-feira, após a China definir sua expectativa de crescimento econômico em 5% para o ano, enquanto as bolsas de valores de Wall Street recuaram na véspera da divulgação de indicadores econômicos cruciais nos Estados Unidos desta semana.

Tanto Tóquio quanto Hong Kong experimentaram declínios logo na abertura, seguindo o fechamento do índice Nikkei do Japão em um novo recorde, ultrapassando a marca dos 40.000 pontos pela primeira vez.

Paralelamente, os mercados na Europa também operam em baixa, assim como os índices futuros dos EUA.

Conforme mencionado anteriormente, deu-se início ao Congresso Nacional do Povo na China, que continuará até o final desta semana.

Espera-se que mais detalhes sobre a situação econômica chinesa sejam revelados nos dias que se seguem, podendo impactar significativamente os mercados, a exemplo da anunciada meta de crescimento, que se distancia das taxas de expansão de dois dígitos que impulsionaram a economia do país no passado.

Para agravar o cenário, os dados mais recentes sobre a atividade econômica chinesa decepcionaram. Ademais, influenciadas por esses fatores, as commodities também enfrentam desafios neste início de dia.

A ver…

00:51 — Do que se trata essa ampliação da autonomia do BC?

No mercado financeiro brasileiro, a B3 presenciou, em fevereiro, a maior retirada de capital estrangeiro desde o período imediatamente anterior ao surto global da pandemia do coronavírus, há quatro anos.

Hoje, a hesitação do Federal Reserve (Fed) em reduzir as taxas de juros tem sido um fator chave para a expressiva saída de investidores estrangeiros da bolsa de valores, com mais de R$ 9 bilhões saindo da B3 no último mês.

Esse cenário de retração de capital estrangeiro parece não ter previsão de reversão no curto prazo.

A agenda do dia traz poucos eventos de destaque, com uma atenção especial voltada para a apresentação de Gabriel Galípolo, diretor de política monetária do Banco Central do Brasil (BCB), que segue a recente comunicação de Roberto Campos Neto, presidente do BCB, sobre sua preocupação com a inflação de serviços e indícios de possíveis surpresas no resultado fiscal.

Entretanto, Campos Neto enfrenta outros desafios significativos.

O Banco Central está experimentando uma média diária de perda de sete funcionários, um reflexo direto das disparidades salariais que persistem desde o governo anterior, no contexto imediato pós-pandemia.

A solução para essa questão, especialmente considerando a crescente integração do BCB em tecnologias digitais e financeiras, passa por uma expansão da sua autonomia para incluir aspectos financeiros, além dos operacionais.

Isso permitiria ao banco oferecer remunerações mais competitivas, com recursos provenientes das suas próprias operações, como a emissão, gestão e circulação de moeda, além de determinadas taxas administradas pelo BCB.

Embora exista uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) em tramitação no Congresso Nacional que endereça essas questões, sua aprovação enfrenta oposição da ala política do governo.

01:47 — Se for só no terceiro trimestre, a coisa fica complicada

Ontem, o mercado de ações dos Estados Unidos caiu de suas máximas recentes, em antecipação a importantes atualizações econômicas previstas para esta semana.

Apesar disso, houve alguns pontos positivos isolados.

De fato, a atividade do mercado foi relativamente tranquila, com as atenções voltadas principalmente para anúncios específicos de empresas e declarações de Raphael Bostic, presidente do Federal Reserve de Atlanta.

À espera do depoimento de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, previsto para o final desta semana, Bostic manifestou a expectativa de que haverá uma interrupção no ciclo de ajuste das taxas de juros após a implementação do primeiro corte, previsto por ele para o terceiro trimestre deste ano.

Diante dessa perspectiva, parece que o mercado permanecerá em uma fase de incerteza por mais algum tempo.

Os comentários de Bostic contribuíram para o aumento das taxas de juros de curto prazo, com a curva de rendimentos mostrando um achatamento enquanto a taxa de referência de dois anos avançava sete pontos-base, atingindo 4,60%.

Atualmente, o mercado antecipa três reduções de 25 pontos-base nas taxas, com início previsto para junho, após ajustes de expectativas anteriores de março para maio, e agora para junho. Esse ajuste de expectativas traz à tona a realidade do cenário econômico.

O Federal Reserve está adotando uma abordagem baseada em dados, e permanece incerto como os indicadores econômicos evoluirão nos próximos meses.

Nesse contexto, aguardamos hoje a divulgação do Índice de Gerentes de Compras (PMI) do setor de serviços referente a fevereiro.

02:39 — Ele poderá concorrer…

Hoje, os Estados Unidos realizam a Super Terça, um dia crucial nas primárias presidenciais que pode definir os candidatos dos principais partidos para as eleições de novembro.

Com Donald Trump e Joe Biden posicionados como favoritos, espera-se uma repetição do confronto eleitoral de 2020, desta vez marcada por uma polarização ainda mais intensa.

Esse cenário ganha uma dimensão adicional de importância devido à recente decisão da Suprema Corte dos EUA, que na segunda-feira invalidou uma determinação do tribunal do Colorado que impedia a candidatura de Donald Trump nas primárias republicanas do estado, com base na cláusula de insurreição. Essa decisão estabelece um precedente de que nenhum estado pode excluir Trump, ou qualquer outro candidato, das eleições presidenciais.

Com Trump liderando as pesquisas, incluindo uma vantagem sobre Biden em estados-chave, segundo médias do site Real Clear Politics, os indícios apontam para uma possível reeleição de Trump.

Diante dessa perspectiva, quais seriam as implicações econômicas? Prevejo que a reeleição de Trump possa provocar um choque inflacionário nos EUA, resultado de políticas fiscais expansionistas, com potenciais repercussões adversas para o Brasil.

Além disso, uma vitória de Trump poderia desencadear uma onda de desregulamentação, especialmente se os republicanos reconquistarem o controle do Senado. Isso tudo sem falar do cenário de intensa turbulência geopolítica.

3:25 — É uma bolha?

A questão que domina as conversas no mundo financeiro atualmente é se nos encontramos ou não à beira de uma bolha econômica.

As opiniões divergem significativamente dependendo da fonte. Marko Kolanovic, estrategista-chefe do JPMorgan Chase, sugere que a marcante recuperação do mercado de ações dos EUA e da criptomoeda Bitcoin sinaliza o início de uma situação de "espuma de mercado", tipicamente um prelúdio de uma bolha caracterizada por aumentos de preços de ativos em uma velocidade insustentável.

Contrapondo-se a essa visão, David Kostin da Goldman Sachs defende o otimismo vigente no mercado, justificando as altas avaliações das empresas de tecnologia com base em fundamentos sólidos.

Esse debate foi intensificado por Ray Dalio, da Bridgewater Associates, um dos investidores mais renomados globalmente, ao publicar um artigo questionando a existência de uma bolha no mercado de ações, onde ele conclui que "não estamos em uma ainda".

James Mackintosh, Colunista Sênior de Mercados do The Wall Street Journal, compartilha da mesma análise, sugerindo que a prevalência da questão pode ser um indicativo de que o mercado está consciente dos riscos envolvidos, afastando a possibilidade de estarmos no ápice de uma bolha.

Entre todas essas perspectivas, a afirmação de Dalio de que "AINDA não estamos em uma bolha" é a melhor para mim, insinuando que, embora o mercado ainda tenha algum espaço para crescer, é prudente permanecer vigilante quanto ao eventual surgimento de sinais de alerta.

04:14 — Os 5% do Partido Comunista

No dia em que foi divulgado um leve recuo no Índice de Gerentes de Compras (PMI) de serviços, caindo de 52,7 em janeiro para 52,5 em fevereiro, conforme indicado por uma pesquisa do setor privado e ficando abaixo das expectativas de analistas, que previam uma estabilidade em 52,7 pontos, a China anunciou sua meta de crescimento econômico para o ano.

Coincidindo com a abertura do Congresso Nacional Popular, evento que define as diretrizes econômicas para a nação, o governo chinês estabeleceu uma ambiciosa meta de crescimento de aproximadamente 5% para o ano corrente.

Essa definição aumenta a expectativa por parte dos líderes chineses de introduzirem novos estímulos econômicos, buscando revigorar a confiança em uma economia que enfrenta tanto uma crise no setor imobiliário quanto desafios deflacionários persistentes.

Para as empresas internacionais que produzem e vendem dentro do território chinês, o índice de crescimento econômico da China tem um peso significativo, muito embora o volume de importações chinesas para consumo interno seja restrito.

Outro fator crucial é a natureza deste crescimento; uma expansão econômica impulsionada pelo aumento do consumo doméstico poderia exercer uma influência mais abrangente a nível global.

Contudo, na ausência de estímulos focados no consumidor ou de políticas que liberalizem mais o mercado, as empresas estrangeiras que operam na China enfrentarão continuamente obstáculos.

A preocupação reside na possibilidade de o governo chinês agir com excessiva prudência, não conseguindo estimular de maneira eficaz a economia.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram próximos à estabilidade com viés de queda na cauda mais longa.

Confira o desempenho dos DIs na abertura:

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F25DI Jan/259,92%9,92%
DI1F26DI Jan/269,73%9,73%
DI1F27DI Jan/279,92%9,93%
DI1F28DI Jan/2810,17%10,18%
DI1F29DI Jan/2910,35%10,36%
DI1F30DI Jan/3010,50%10,51%
DI1F31DI Jan/3110,57%10,59%
DI1F32DI Jan/3210,64%10,64%
DI1F33DI Jan/3310,68%10,70%
ESQUENTA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro começou o dia em queda de 0,12%, aos 129.660 pontos. Já o dólar à vista é negociado em alta de 0,06%, cotado a R$ 4,9502.

PÃO DE AÇÚCAR LANÇA OFERTA DE AÇÕES PARA CAPTAR ATÉ R$ 1 BILHÃO

O Pão de Açúcar (PCAR3) decidiu levar adiante os planos de lançar uma oferta de ações para diminuir o nível de endividamento. A empresa pretende captar até R$ 1 bilhão com a emissão dos novos papéis, caso haja a venda dos lotes extras.

De quebra, a operação pode tirar o controle da rede de supermercados do Casino. Principal acionista da rede, com 41% do capital, o grupo francês não manifestou a intenção de colocar dinheiro novo na operação.

Desse modo, a oferta de ações pode diluir a participação do Casino no Pão de Açúcar para até 21%. Ou seja, o grupo francês pode filer à l’anglaise (sair de fininho) da rede brasileira.

Lembrando que o Casino já manifestou o interesse de se desfazer da participação no Pão de Açúcar e está em processo de reestruturação na França.

Leia mais.

AGENDA DO DIA
HoraPaísEvento
01h00JapãoDiscurso do presidente o Bando do Japão (BoJ), Kazuo Ueda
05h55AlemanhaPMI composto e de serviços
08h00Zona do EuroPMI composto e de serviços
06h30Reino UnidoPMI composto e de serviços
07h00Zona do EuroÍndice de preços ao produtor (PPI, em inglês) de janeiro
8h30BrasilBoletim Focus
09h00BrasilÍndice de preços ao produtor (PPI, em inglês) de janeiro
10h00BrasilPMI composto e de serviços
11h45Estados UnidosPMI composto e de serviços
12h00Estados UnidosPMI industrial
Fonte: Investing.com

Balanços

NomeTickerHorário de divulgação
RD - Raia DrogasilRADL3Após o fechamento
Grupo GPSGGPS3Horário a confirmar
PetroRecôncavoRECV3Horário a confirmar
NeogridNGRD3Horário a confirmar
Fonte: Levantamento Seu Dinheiro
BOLETIM FOCUS

Inflação

  • IPCA 2024: de 3,80% para 3,76% (↓)
  • IPCA 2025: manteve em 3,51% (=)

Atividade econômica

  • PIB 2024: de 1,75% para 1,77% (↑)
  • PIB 2025: manteve em 2,00% (=)

Taxa de juros

  • Selic 2024: manteve em 9,00% (=)
  • Selic 2025: manteve em 8,50% (=)

Câmbio

  • Dólar 2024: manteve em R$ 4,93 (=)
  • Dólar 2025: manteve em R$ 5,00 (=)
FUTUROS DE NOVA YORK CAEM

Os índices futuros de Nova York recuam nesta terça-feira.

Além das notícias do dia sobre a China, os investidores adotam uma postura mais defensiva antes das falas do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na quinta-feira.

O mercado ainda aguarda os relatórios de emprego nos Estados Unidos, com o destaque para o payroll, no fim desta semana.

Confira:

  • S&P 500 futuro: -0,36%
  • Dow Jones futuro: -0,16%
  • Nasdaq futuro: -0,79%
A CHINA ATINGIU O SEU ÁPICE?

Nesta terça-feira, o Congresso Nacional do Povo da China deu início a um evento decisivo, no qual o governo de Xi Jinping, presidente do país, apresentará ao longo dos próximos dias suas estratégias para o desenvolvimento econômico da China em 2024.

Este encontro oferece aos líderes chineses uma chance de remodelar o discurso sobre sua economia, que enfrenta desafios consideráveis.

Uma mudança notável este ano é o cancelamento do briefing tradicionalmente conduzido pelo primeiro-ministro Li Qiang logo no final de semana que antecede a ocasião, uma ocorrência inédita desde 1993.

Esse briefing costumava ser uma oportunidade precoce para investidores e observadores internacionais obterem insights sobre as políticas governamentais.

Leia mais.

BOLSAS DA EUROPA RECUAM APÓS ANÚNCIOS DA CHINA

As principais bolsas europeias recuam levemente nas primeiras horas do pregão desta terça-feira.

Os investidores reagem aos anúncios feitos na China durante a noite no Brasil, enquanto aguardam os dados de inflação da Zona do Euro.

Confira:

  • DAX: -0,17%
  • FTSE 100: -0,18%
  • CAC 40: -0,14%
  • Euro Stoxx 600: -0,35%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM QUEDA

As principais bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em queda nesta terça-feira.

Os investidores não se empolgaram com os anúncios econômicos feitos mais cedo pelo governo da China.

As bolsas de Xangai e Taiwan até subiram 0,28% e 0,42%, respectivamente.

No entanto, a bolsa de Hong Kong liderou as perdas na região, recuando 2,61%.

Em Seul, o índice Kospi recuou 0,93%.

Em Tóquio, o índice Nikkei se manteve próximo do recorde histórico de fechamento atingido na segunda-feira.

Confira:

  • Nikkei: +0,07%
  • Xangai: +0,28%
  • Hang Seng: -2,61%
  • Kospi: -0,93%
CHINA VAI EMITIR TÍTULOS ULTRALONGOS

A China planeja emitir 1 trilhão de yuans (US$ 139 bilhões) em títulos ultralongos especiais no decorrer de 2024.

Trata-se de uma iniciativa destinada a estimular a atividade empresarial e atingir a meta de crescimento econômico de cerca de 5% em 2024.

A emissão dos títulos com prazo de 30 anos ou mais poderá continuar "pelos próximos anos", disse o primeiro-ministro chinês, Li Qiang.

Os rendimentos serão usados para financiar megaprojetos e apoiar setores que se alinhem com o desenvolvimento estratégico do país.

CHINA MANTÉM META DE CRESCIMENTO ECONÔMICO

A China manteve sua meta de crescimento econômico para 2025 em torno de 5%.

Trata-de da mesma meta de 2023.

A informação foi divulgada pelo primeiro-ministro do país, Li Qiang, durante a abertura do Congresso Nacional do Povo, em Pequim.

A meta de crescimento de aproximadamente 5% é superior às estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial para o crescimento da China em 2024.

O governo chinês optou por manter o alvo mesmo diante da crise imobiliária, das pressões deflacionárias e do comportamento morno dos consumidores.

No ano passado, o PIB chinês cresceu 5,2%.

O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

A agenda local esvaziada e a cautela do exterior pressionaram o mercado acionário brasileiro, que testou fôlego na abertura.

O Ibovespa fechou em queda de 0,65%, aos 128.340 pontos. Já o dólar terminou a sessão em baixa de 0,16%, a R$ 4,9474.

Em destaque, as ações do IRB Re (IRBR3) subiram quase 10% apoiados por revisão positiva de banco.

Em Wall Street, o foco ficou divido entre novos indicadores econômicos e a definição da corrida presidencial. Os investidores aguardam a divulgação do payroll, o relatório de emprego dos EUA, que só deve ser conhecido na próxima sexta-feira (8).

Na Europa, a cautela também dominou os principais índices. As bolsas fecharam em queda com os investidores aguardando a decisão da política monetária pelo BCE, prevista apenas para a quinta-feira.

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (04).

O QUE ESTÁ EM JOGO NA SUPER TERÇA NOS EUA

Somente uma surpresa nesta “Super Terça” terá o potencial de impedir um tira-teima entre Joe Biden e Donald Trump nas eleições presidenciais de novembro nos Estados Unidos.

Do lado democrata, nenhuma surpresa substancial é esperada. O presidente Joe Biden voa em céu de brigadeiro na busca pela indicação de seu partido para tentar a reeleição.

Se houver surpresa, ela se dará na disputa republicana. O ex-presidente Donald Trump é o franco favorito.

No entanto, sua ex-embaixadora na ONU e ex-governadora da Carolina do Sul Nikki Haley tem se mostrado um osso duro de roer. Mais pela persistência do que pelos resultados, é verdade.

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