O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A chefe do fundo internacional descartou a possibilidade de um calote da dívida por parte dos EUA, mas não é nisso que os operadores dos mercados no exterior acreditam
Os assíduos leitores do Seu Dinheiro devem ter estranhado o título acima — afinal, temos aqui uma série de reportagens dedicada apenas ao fim da dominância do dólar como moeda padrão internacional. Mas há quem discorde dessa teoria.
Uma das vozes contra a “desdolarização” do mundo é a da diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva. Em evento do Fórum Econômico em Doha, no Catar, ela ainda afirmou que os Estados Unidos não devem dar um calote na dívida caso o teto de gastos do país não seja expandido.
“Ainda não dê o beijo de despedida nos seus dólares”, disse Georgieva. “Nós não esperamos uma mudança imediata das reservas internacionais porque o dólar é justamente uma reserva de valor por causa da resiliência da economia dos Estados Unidos e a profundidade do seu mercado de capitais”.
Mas até mesmo a diretora-gerente do FMI precisou admitir que o debate sobre o abandono do dólar ganhou espaço nos últimos anos. O exemplo mais notável é o da crise na Argentina, que passou a adotar o yuan como padrão para trocas internacionais em detrimento da moeda norte-americana.
A chefe do fundo internacional descartou a possibilidade de calote, mas não é isso que os operadores dos mercados no exterior acreditam. Nesta quarta-feira (24), as bolsas pelo mundo reagem — com ceticismo — aos debates envolvendo o teto da dívida dos EUA.
Os encontros entre o presidente dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, e o chefe da Câmara dos Representantes, o republicano Kevin McCarthy, têm sido “positivos”, mas sem sucesso para ampliar o limite de gastos de US$ 31,4 trilhões até 1º de junho.
Leia Também
Segundo a Secretária do Tesouro norte-americano, Janet Yellen, o país pode ter problemas para pagar suas dívidas a partir dessa data caso não seja atingido um acordo.
A proximidade da data limite para resolução do impasse coloca os investidores em posição defensiva. Um possível calote seria algo sem precedentes na história norte-americana, podendo ter consequências desastrosas para a economia global.
Georgieva minimizou as chances de calote, afirmando que os EUA encontrarão uma resolução “na última hora” para os problemas com a dívida.
Contrariando os pessimistas de plantão, o índice do dólar (DXY) — que mede a força da moeda norte-americana contra uma cesta de outras moedas fortes do mundo — tem corroborado com a tese de Georgieva.
O indicador que mede a “força” do dólar contra outras moedas opera em leve alta de 0,25% nesta quarta-feira. Em relação a maio do ano passado, o índice se manteve em alta de 1,63%, o que mostra que a moeda norte-americana segue firme no pódio com as demais.
Não é de hoje que os países buscam se livrar da hegemonia internacional do dólar. O movimento ganhou força com a exclusão parcial da Rússia do sistema de pagamentos internacionais, o Swift.
O cerco de sanções e a dificuldade de pagar e receber de outros países obrigaram a nação do presidente Vladimir Putin a buscar alternativas, o que fez a Rússia a usar o yuan em 70% das suas transações comerciais.
Corrobora com essa tese o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Em visita à China, ele reforçou a necessidade de uma moeda comum para trocas comerciais dos BRICS— grupo de países emergentes que inclui Brasil, Rússia, Índia, a própria China e a África do Sul (o “S” vem do inglês South Africa).
Abandonar o dólar seria uma alternativa desses países para fortalecer as trocas comerciais e reduzir a influência da moeda dos Estados Unidos em suas economias. Como foi dito, a Argentina passa por uma escassez severa de dólares, o que fez a inflação por lá superar os 104% ao ano, o que explica a busca por alternativas viáveis.
A taxa seguiu inalterada como esperado pelo mercado, mas a maior rebelião interna do Fed desde 1992 marca o que deve ser a última reunião de Powell como presidente do banco central norte-americano
Astrolábio era parte de coleção real de marajás, título dado à realeza indiana, mas instrumento foi vendido e agora vai a leilão na Europa
A Meta queria a Manus, a startup de IA que atingiu US$ 100 milhões em receita em apenas oito meses e se tornou o novo pivô da guerra tecnológica entre EUA e Pequim
O Brasil é a preferência disparada entre os investidores nos EUA quando o assunto é América Latina, mas um queridinho por aqui não está mais no coração dos norte-americanos
Em entrevista à Fox News, presidente dos EUA diz que prefere negociar à distância, vê fim próximo da guerra no Oriente Médio e reclama de aliados
Presidente e primeira-dama foram evacuados após invasor armado abrir fogo; autoridades apontam possível ação de “lobo solitário”
Os Estados Unidos liberaram a isenção de sanções para as vendas de petróleo e derivados russos em março
A fabricante de chips não esteve sozinha; nesta sexta-feira (24), as ações da Intel dispararam 24%
UBS WM revisou o alvo para o índice MSCI Emerging Markets para 1.680 pontos até dezembro de 2026, representando um potencial de dois dígitos, ancorado em uma previsão de crescimento de lucros de 33% para as empresas desses países
Executivo revela por que ativos latinos são o novo refúgio global contra a incerteza da IA e a geopolítica, e ainda dá uma dica para aproveitar as oportunidades de investimento
O líder chileno participou do Latam Focus 2026, evento organizado pelo BTG Pactual, que reuniu a nata do mundo político e empresarial em Santiago, e mandou um recado para os investidores
Finlândia, o país “mais feliz do mundo”, abre oportunidade para profissionais brasileiros que querem ganhar em euro.
A companhia aérea vai passar a tesoura em rotas de curta distância programadas até outubro, uma tentativa de economizar combustível diante da ameaça de escassez e da volatilidade dos preços causada pelo conflito no Oriente Médio
Indicado de Trump para comandar o Federal Reserve passou por audiência de confirmação nesta terça-feira (21) no Senado norte-americano, e o Seu Dinheiro listou tudo o que você precisa saber sobre o depoimento
Após o Irã reverter a abertura da passagem marítima, presidente norte-americano minimiza a medida como tática de pressão
Teerã alega “pirataria” dos EUA para encerrar breve abertura da via estratégica; Donald Trump afirma que cerco naval só terminará com conclusão total de acordo.
Mais cedo ou mais tarde, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo vão se aposentador dos gramados, mas não vão abandonar o futebol. Ambos se preparam para virar dirigentes.
Com orçamento aprovado e foco no superávit, governo argentino recebe sinal verde do Fundo; entenda como a economia vizinha está mudando (para melhor)
Gestor colocou as economias em desenvolvimento no radar dos investidores globais em um momento em que “mercados emergentes” não era nem um conceito ainda
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa