Nubank ultrapassa Petrobras na corrida de “marca mais valiosa”; veja quem lidera o ranking
Itaú Unibanco e Bradesco possuem as marcas mais valiosas do Brasil, segundo ranking, estimadas em R$ 44,3 bilhões e R$ 28,6 bilhões, respectivamente

O Itaú Unibanco (ITUB4) e o Bradesco (BBDC4) possuem as marcas mais valiosas do Brasil, segundo o ranking da Interbrand, vencendo empresas como Nubank e Petrobras (PETR4).
De acordo com o levantamento, o Itaú lidera a corrida por valor, com a marca avaliada em R$ 44,38 bilhões, o que equivale a um crescimento de 9% em em relação ao levantamento realizado no ano passado.
Enquanto isso, a do Bradesco é avaliada em R$ 28,62 bilhões, correspondente a uma alta anual de 4%.
As marcas de cerveja Skol e Brahma, ambas sob controle da AB Inbev, vêm em seguida, com valores de R$ 18,86 bilhões e R$ 13,32 bilhões em 2023.
O 5º lugar do ranking é ocupado pelo Banco do Brasil, com avaliação de R$ 10,3 bilhões.
O levantamento da Interbrand é feito desde 2001 e considera o desempenho financeiro, a percepção e a influência de 25 marcas junto aos consumidores. Neste ano, foram entrevistadas mais de 1.100 pessoas com mais de 15 anos de idade, pertencentes às classes econômicas A, B e C.
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Nubank entrou para a briga das fintechs
O Nubank também entrou para a briga de valor neste ano. A fintech estreou no ranking na 7ª posição, com a marca avaliada em R$ 3,8 bilhões.
O banco digital ainda supera a avaliação da Petrobras (PETR4), que ocupa o oitavo lugar na lista, estimada em R$ 3,5 bilhões. A petroleira é seguida pelo Magazine Luiza (MGLU3), cuja marca é avaliada em R$ 3 bilhões.
Além do Nubank, outras empresas do setor financeiro entraram para o levantamento:
- 12ª posição: XP — R$ 1,8 bilhão
- 16º lugar: Porto — R$ 980 milhões
- 18º: Cielo — R$ 941 milhões
- 22º: PagSeguro — R$ 645 milhões
A força do varejo
De olho nas varejistas, o índice da Interbrand tem forte presença das empresas de varejo e consumo, que registraram as maiores variações do levantamento.
A marca da Americanas (AMER3) registrou a maior queda de valor em relação ao último levantamento, com recuo de 53% na base anual para R$ 844 milhões. A empresa passou a ocupar a 19ª posição no ranking após a crise contábil revelada em janeiro.
Na ponta oposta, a marca da Renner registrou o maior crescimento anual do ranking. A empresa de vestuário passou a ocupar o 11º lugar na lista após ver seu valor aumentar 14% na comparação com o ano passado, para cerca de R$ 2 bilhões.
"As marcas de maior crescimento do estudo foram as que souberam se adaptar as rápidas alterações comportamentais de seu público nesta era onde a rapidez e certeza da mudança dão forma ao novo normal", disse em nota o CEO da Interbrand, Beto Almeida.
A Hering ficou na lanterna no ranking da Interbrand, com avaliação de R$ 583 milhões.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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