🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Resultados trimestrais

Balanço dos balanços: lucro dos 5 maiores bancos cresce 3,1% no 3T23, para R$ 28,4 bi; bancos públicos ‘ganham de WO’ na expansão do crédito

O impulso veio do Itaú Unibanco, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, bancos que apresentaram crescimento de resultados no período, em grande parte graças às receitas com crédito

Bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil
Montagem com fachada de agências dos bancos - Imagem: Shutterstock

O lucro dos cinco maiores bancos brasileiros cresceu 3,1% no terceiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 28,416 bilhões, segundo dados compilados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O impulso veio do Itaú Unibanco, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que apresentaram crescimento de resultados no período, em grande parte graças às receitas com crédito.

Em um trimestre marcado pela inflexão dos índices de inadimplência, porém, o crédito mostrou tendências diferentes em cada banco. A Caixa apresentou o mais acelerado crescimento de carteira, de 11,7%, puxado pelos desempenhos do crédito para o agronegócio (+29,9%) e para a habitação (+14,6%).

No BB, o crescimento foi de 10%, com o impulso da carteira para o agro, que teve um salto de 18,9% no período, consolidando a posição do banco como líder no crédito para o setor.

Os números contrastaram com os dos três pares do setor privado. O maior crescimento foi o do Santander, de 7,9%, enquanto o Itaú, maior banco do País, avançou 5,7% em um ano. No Bradesco, a carteira recuou 0,1% em 12 meses, com o banco originando crédito a um ritmo abaixo do normal para frear o crescimento da inadimplência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bancos públicos assumem espaço deixado por concorrentes privados no crédito

Os bancos públicos acreditam que no começo do ano que vem conseguirão manter um avanço mais forte nas operações de crédito, graças aos cortes da Selic. "[2024] É um ambiente mais benigno, com a redução da taxa de juros", disse o vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB, Geovanne Tobias, em coletiva de imprensa na quinta-feira passada, 9. "A carteira pode crescer algo próximo a um dígito alto ou um duplo dígito baixo."

Leia Também

CRESCIMENTO BOM PRA CACHORRO

Petz Cobasi (AUAU3) tem mais dinheiro em caixa — vêm mais dividendos por aí? Entenda os planos da empresa para gerar mais retorno

FAXINA NO ARMÁRIO

Enjoei (ENJU3) vai desapegar dos centavos com grupamento de ações na razão de 10 para 1

O vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, Marcos Brasiliano, disse nesta terça-feira, 14, que boa parte do crescimento da Caixa é fruto da redução do apetite dos outros bancos pelo crédito imobiliário, que responde por quase 70% da carteira da instituição.

Em setembro deste ano, enquanto a Caixa crescia quase 15% no setor, a concorrência tinha alta de 1,7%. Um ano antes, o placar estava em 16,4% a 13,3% para os rivais. Ou seja: enquanto os demais bancos reduziram o apetite, a Caixa o manteve.

"A demanda do crédito imobiliário ficou concentrada na Caixa, e isso nos levou a tomar algumas decisões", afirmou ele, mencionando o uso dos recursos do Fundo Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para compensar a saída de recursos da poupança, que é a maior fonte de financiamento imobiliário no País. "Se continuarmos ganhando por WO, a tendência é crescer a carteira a dois dígitos."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Retomada da concessão de crédito após o pico da inadimplência

Entre os bancos privados, as sinalizações foram de que, com o pico da inadimplência em pessoas físicas para trás, é possível retomar as concessões em linhas de crédito mais arriscadas.

No Bradesco, a expectativa é de aumentar gradativamente a originação no quarto trimestre, chegando a 2024 com as torneiras mais abertas que neste ano.

"Estaremos operando em um patamar normalizado de originação no final do quarto trimestre deste ano", disse o presidente do banco, Octavio de Lazari Junior, em coletiva na última sexta, 10.

O presidente do Santander, Mario Leão, disse que o banco também espera um 2024 mais positivo que este ano, em que os sinais mais claros de melhoria de resultados apareceram no segundo semestre. "Não vamos buscar em 2024 um crescimento mais tímido que em 2023", afirmou ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Este crescimento, frisou, deve continuar concentrado em linhas de crédito mais garantidas, e o Santander quer equilibrar melhor as fontes de receita entre os empréstimos e a prestação de serviços. Hoje, a balança pende mais para o crédito, o que exige mais capital e gera mais risco.

No Itaú, o discurso também foi otimista, mas focado em outros fatores. O presidente do banco, Milton Maluhy, enfatizou que o objetivo é fazer com que o banco torne mais fiéis clientes que têm apenas um produto, como um cartão de crédito.

O foco continuará na média e na alta renda. "Tem uma base de milhões de clientes no banco que poderiam ter completude de oferta, inclusive nos segmentos 'core' [de clientes de média e alta renda]", afirmou Maluhy, em coletiva de imprensa na semana passada.

Um discurso comum dos três bancos privados foi o de que o segmento de baixa renda terá de ser repensado, com uma estrutura de custos sensivelmente menor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na divulgação de resultados da Caixa, o tema apareceu, mas de outro modo. O novo presidente do banco público, Carlos Vieira, disse que a instituição não só seguirá focada nessa faixa da população como a levará ao mercado de capitais. "A Caixa foi o primeiro banco a trazer a baixa renda para a bancarização, e será o primeiro banco a trazer a baixa renda para o mercado de capitais", disse ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Luciano Hang Véio da Havan 8 de setembro de 2026 - 11:11
Greg Abel, CEO da Berkshire Hathaway e sucessor de Warren Buffett 7 de setembro de 2026 - 15:35
Imagem com logo da Oi 7 de setembro de 2026 - 9:20
6 de setembro de 2026 - 12:55
recuperação judicial, empresário com dívidas 6 de setembro de 2026 - 11:15

PODCAST TOUROS E URSOS

Por que tantas empresas estão quebrando no Brasil?

6 de setembro de 2026 - 11:15
A mão de um robô humanóide quase toca na mão de um ser humano 5 de setembro de 2026 - 14:55
5 de setembro de 2026 - 13:22
Sede da Intelbras em São José, Santa Catarina 4 de setembro de 2026 - 17:42
Méliuz Bitcoin 4 de setembro de 2026 - 16:37
Montagem que traz ao fundo prédios da Casas Bahia, da Brakem, da Oi e do Pão de Açúcar. Ao centro, Tatiana Flores, advogada sócia do LDCM Advogados, e a frase: Epidemia de RJs na parte inferior da imagem 4 de setembro de 2026 - 15:33
Sede do IRB(Re) 4 de setembro de 2026 - 11:02
Sabesp pressão da água 4 de setembro de 2026 - 10:30
Revolut. 3 de setembro de 2026 - 16:24
Escritório do Banco Master. 3 de setembro de 2026 - 12:42
Maurício Viotti, diretor executivo da da Wiz Co (WIZC3). Foto Divulgação 3 de setembro de 2026 - 12:33
3 de setembro de 2026 - 9:08
Imagem gerada por inteligência artificial mostra uma mulher caminhando em direção a uma agência do Banco do Brasil, com o sol por trás 2 de setembro de 2026 - 15:08
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar