O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além das dívidas bilionárias, a Light esbarra no problema da renovação da concessão dos serviços de distribuição de energia no Rio em 2026
A Light (LIGT3) acaba de engrossar a lista de empresas que entraram com pedidos de recuperação judicial. A empresa responsável pela concessionária de distribuição de energia do Rio de Janeiro possui R$ 11 bilhões em dívidas.
A companhia entrou com o pedido de recuperação judicial na 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio. O movimento já era esperado desde que a empresa obteve no mês passado medida cautelar que a protege contra os seus credores.
Nem mesmo o fato de ter no quadro de acionistas investidores experientes como Carlos Alberto Sicupira, membro do então intocável trio de bilionários liderado por Jorge Paulo Lemann, evitou o destino da Light.
A convite do também investidor Ronaldo Cesar Coelho (sim, ele é irmão do ex-árbitro e comentarista de futebol Arnaldo Cesar Coelho), Beto Sicupira começou a investir na Light em outubro de 2020.
Embora esperada, a notícia da recuperação judicial castiga as ações da Light (LIGT3) na B3. Por volta das 10h25, os papéis registravam uma queda brusca de 17,20%, a R$ 3,85. Leia nossa cobertura completa de mercados.
No fato relevante no qual informa sobre o pedido de recuperação judicial, a Light diz que vem empreendendo esforços na busca do equacionamento de obrigações financeiras próprias e de outras pelas quais é também coobrigada. Isso inclui tratativas com certos credores no âmbito de procedimento de mediação em curso.
Leia Também
E para quem a Light deve, afinal? Os investidores que compraram debêntures da companhia são os mais afetados. A companhia possuía no mês passado R$ 6,8 bilhões desses papéis no mercado, o equivalente a 62,5% do endividamento.
Além das debêntures no Brasil, a Light emitiu títulos de dívida a investidores no exterior, para os quais também pediu proteção da Justiça. O valor dos bonds, que vencem em 2026, equivale a R$ 3,13 bilhões — ou seja, 28,6% da dívida da da companhia.
Além da queda de braço tradicional nesse tipo de negociação, a Light esbarra em outro problema. Isso porque a concessão da companhia termina em 2026 e o contrato atual oferece condições que são consideradas desfavoráveis para a companhia.
A companhia sinalizou a intenção de renovar a concessão mesmo assim, mas caso isso não aconteça a empresa terá direito a receber um valor estimado em R$ 10,1 bilhões.
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil