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O político foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidir a Petrobras (PETR4) até abril de 2024
O nome do senador Jean Paul Prates (PT) foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração da Petrobras (PETR4) para a presidência da companhia.
A aprovação do agora ex-senador já era esperada conforme indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas foi oficializada nesta quinta-feira (26).
Para ocupar a cadeira, Prates foi obrigado a deixar o Senado, onde exercia mandato pelo Rio Grande do Norte. Além disso, a Petrobras também exigiu que ele deixasse qualquer vínculo com empresas privadas.
Ele deve permanecer no cargo até abril de 2024.
Segundo comunicado divulgado pela Petrobras (PETR4), Jean Paul Terra Prates é advogado formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e tem 54 anos.
Com uma longa carreira nas áreas de petróleo, gás e energia, ele também é mestre em Economia e Gestão de Petróleo, Gás e Motores pelo Instituto Francês do Petróleo (IFP School) e também mestre em Política Energética e Gestão Ambiental pela Universidade da Pensilvânia.
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Ainda que a chegada de Prates à presidência a Petrobras fosse esperada, as ações PETR4 operam em queda no pregão de hoje e ajudam a derrubar o Ibovespa.
Às 13h26, o papel caía 2,26%, cotado a R$ 26,33. Já PETR3 recuava 2,60% no mesmo horário, a R$ 29,63. O Ibovespa, por sua vez, cedia 0,34%, aos 113.878 pontos.
A cautela dos investidores deve-se a expectativa de mudanças na política da estatal, especialmente em relação aos dividendos. Outras preocupações incluem o fim da política de preços de importação (PPI) em paridade com o dólar, a suspensão do programa de desinvestimento para reavaliação e revisão do atual plano estratégico.

No exterior, a bolsa de Nova York paralisou as negociações dos recibos de ações (American Depositary Receipts, ADRs) da Petrobras por volta das 13h20, após a confirmação de Jean Paul Prates no comando da estatal. Os ativos recuavam 3,14%, a US$ 11,55.
A suspensão temporária dos negócios acontece no mercado acionário americano sempre que há especulações antes de uma notícia relevante.
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
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