O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco conseguiu superar um começo de ano complicado e teve lucro 9,7% acima do primeiro trimestre de 2022; veja os números
O BTG Pactual (BPAC11) conseguiu superar um começo de ano complicado para as principais linhas de negócio e registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,263 bilhões no primeiro trimestre de 2023.
O resultado foi 9,7% maior que o dos três primeiros meses de 2022 e ficou acima das expectativas do mercado. O Itaú BBA, por exemplo, esperava um ganho de R$ 2,069 bilhões.
Apesar do lucro maior, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês) recuou de 21,5% para 20,9% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.
Ainda assim, o BTG conseguiu sustentar o retorno acima do patamar de 20%, uma espécie de meta informal do banco.
O aumento do lucro veio em um trimestre complicado para o mercado de capitais e, por consequência, para algumas das principais linhas de negócio do BTG.
A área de banco de investimento, por exemplo, registrou uma queda de 26% nas receitas em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
Leia Também
"Esperamos um desempenho ainda melhor nos próximos trimestres em linha com a maior atividade nos mercados de capitais", informou o BTG, no relatório que acompanha o balanço.
O banco também freou o portfólio de crédito corporativo, que encerrou o primeiro trimestre em R$ 143,4 bilhões. Ou seja, um recuo de 0,6% na comparação com o fim de 2022.
"Reforçando nossa alocação dinâmica de capital, a carteira de PME diminuiu significantemente no trimestre enquanto aumentamos em 5,9% nossa exposição a contrapartes de primeira linha."
Mesmo com a mudança de estratégia, as receitas com crédito avançaram para R$ 1,2 bilhão. O resultado veio bem acima dos R$ 105 milhões do quarto trimestre, que sofreu o impacto da provisão para o calote da Americanas.
O momento mais difícil também não impediu o BTG Pactual de seguir aumentando o total de ativos sob gestão e custódia, que alcançou quase R$ 1,3 trilhão. O banco registrou uma captação líquida de R$ 43 bilhões no primeiro trimestre deste ano.
Desse total, R$ 30,7 bilhões vieram da área de gestão de fortunas e de varejo. Os números incluem o BTG Digital, a plataforma de investimentos e banco digital.
A área atingiu R$ 568,3 bilhões em recursos no primeiro trimestre, um avanço de 4% no trimestre e de 24,1% na comparação anual. Por fim, o banco não abre o quanto desse volume se refere especificamente ao BTG Digital.
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir