🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Felipe Miranda: Entenda o que aconteceu com o GetNinjas (NINJ3) nos últimos dias — e por que um ninja nunca será um samurai

Getninjas está propondo uma redução de capital de R$ 4,40 por ação. Na prática, equivale a uma distribuição de dividendos de quase todo o caixa da companhia

25 de setembro de 2023
16:51
abertura do pregão marcou a oferta pública da GetNinjas
Evento com toque de campainha de abertura do pregão marcou a oferta pública da GetNinjas - Imagem: Cauê Diniz/Divulgação B3

"You say you want a revolution
Well, you know
We all want to change the world
You tell me that it's evolution
Well, you know
We all want to change the world
But when you talk about destruction
Don't you know that you can count me out (in)
Don't you know it's gonna be
All right?
Don't you know it's gonna be (all right)
Don't you know it's gonna be (all right)
You say you got a real solution
Well, you know
We'd all love to see the plan
You ask me for a contribution
Well, you know
We're all doing what we can
"
— Revolution — Beatles

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Este é um texto sobre metonímias, IPOs e custos irrecuperáveis. Poderia (e talvez devesse) ser também sobre governança corporativa. Mas não será. Noblesse oblige. “I am nothing but tired”, esclarece Bruce Springsteen.

Vamos falar de Getninjas (NINJ3). Não por um interesse particular no ativo. No momento atual, se você não é acionista da companhia, não parece haver muito o que fazer.

Chegamos a recomendá-lo de maneira bem-sucedida para os assinantes do Masterplan, quando as ações rondavam os R$ 3,50 — por conta da baixa liquidez, a sugestão só faria sentido para um grupo menor.

Teria sido melhor comprar ali junto com Alphakey e Indie, perto dos R$ 2,00, mas ainda assim foi um bom lucro (ao menos até agora; sempre bom fazer a ressalva).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações estavam negociando muito abaixo do caixa e faria sentido algum tipo de movimentação societária ou uma distribuição expressiva desse dinheiro.

Leia Também

A ação do Getninjas e a redução de capital

Agora, com a já anunciada intenção de reduzir o capital no valor de R$ 4,40 por ação — o upside parece limitado, não havendo, a partir dos níveis atuais, muito o que fazer.

Pode servir a um trade específico, dada a possibilidade dos atuais acionistas aumentarem sua posição para se fortalecerem para a Assembleia, mas nada muito além disso.

Se for aprovada a redução do capital, você leva os R$ 4,40 por ação e fica com uma pequena sobra de caixa mais basicamente uma casca, que pode:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  1. Ser vendida;
  2. Passar por um fechamento de capital; ou
  3. Incorrer numa tentativa de mudar a realidade operacional da companhia, algo em que nem seu fundador parece acreditar; isso não significa que as ações devam negociar a zero depois da redução de capital — Robert Merton tem um modelo de apreçamento das ações como opções sem vencimento; é mais ou menos por aí. 

Se não for aprovada a redução de capital, teremos uma companhia com queima de caixa, sérias dificuldades de crescimento, uma relação desgastada com o mercado de capitais (o fundador não apenas não entregou o plano do IPO como emitiu sinais difusos ao mercado, para dizer o mínimo, desde sua listagem em Bolsa).

Por que o Getninjas quer reduzir o capital

A própria intenção do Getninjas de reduzir o capital é a sinalização de que os insiders (aqui no sentido daqueles que tocam a companhia e se posicionam do lado favorável da assimetria de informação) não veem uma solução operacional crível para a empresa.

E se até mesmo o fundador não vê um futuro, dada sua observação privilegiada do processo e o viés tipicamente otimista dos fundadores de suas crias (se você é de fato empreendedor, entenderá que empresas são como filhos, cujo abandono deveria ser evitado a qualquer custo), não vou eu acreditar num turnaround. Suspeito que nem Kierkegaard toparia esse salto de fé.

Portanto, falamos de Getninjas mais pelo que o caso pode representar para outras situações semelhantes, nos oferecendo valiosas lições para os investimentos futuros. Uma metonímia particular servindo a situações um pouco mais gerais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um breve contexto a quem não está acompanhando o caso (os demais podem pular este parágrafo): Getninjas está propondo uma redução de capital no valor de R$ 4,40 por ação.

Na prática, equivale a uma distribuição de dividendos de quase todo o caixa da companhia (sobram ainda cerca de R$ 60 milhões).

Segundo seu fundador, a decisão reflete a menor necessidade da companhia agora e uma profunda mudança de cenário.

Quando fez seu IPO no começo de 2021, havia uma ampla gama de possibilidades de aquisição, algo impossível agora porque qualquer movimento societário grande envolveria necessidade de conferir direito de retirada aos acionistas pelo valor patrimonial, muito acima das cotações atuais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a Selic era 2% antes, agora é muito mais alta do que isso, de modo que aquisições potencialmente geradoras de valor antes são agora desvantajosas por conta do maior custo de capital.

As críticas à operação do Getninjas

As ações do Getninjas (NINJ3) reagiram em alta ao anúncio, mas encontraram críticas importantes.

Em matéria no Brazil Journal, o contra-argumento era basicamente: “'O que a GetNinjas está dizendo é que ela foi puramente oportunista no IPO: pegou o dinheiro de alguns trouxas e agora, apenas dois anos depois, viu que não tinha mais o que fazer com esse dinheiro e resolveu devolver a um preço 78% abaixo do IPO.' Em outras palavras: ela está beneficiando a nova base de acionistas em detrimento do investidor de longo prazo, que comprou o papel no IPO e continuou na base.  'A pergunta que fica é: se eles não têm o que fazer com o dinheiro, por que fizeram o IPO? Como uma história muda tão rápido e radicalmente em só dois anos?', questionou o gestor.”

Num novo texto no mesmo Brazil Journal, a REAG, investidora que vem comprando as ações de Getninjas, se posicionou, ao menos por enquanto, contrária à operação, dizendo que a companhia “precisa pensar mais fora da caixinha”, “tem muita coisa para fazer como agregar uma vertical de crédito, de operações condominiais, de seguros, como por exemplo oferecer um seguro performance; dá pra criar também um programa de cashback para fidelizar mais os clientes.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apuração da ExameIN aponta que “a ideia da REAG é formar um ecossistema de negócios em torno da Getninjas, unindo operações em que a gestora já investe.”

No Pipeline, saiu uma nota interessante, sob o título: “Na Getninjas, o investidor que acertou o timing”, comentando como os fundos da REAG triplicaram sua posição na empresa nos últimos 10 dias, às vésperas do anúncio da intenção de restituição de capital.

Contrapontos às teses da imprensa

A cobertura do caso pela imprensa merece muitos elogios. O trabalho feito por Brazil Journal, Pipeline e ExameIN, agora feito pela competentíssima Natália Viri, é mesmo espetacular.

Contudo, alguns pontos talvez merecessem um pouco mais de detalhamento ou contrapontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

01. O timing no Getninjas

Essa questão do timing me parece uma delas. Nesse caso, ordem dos tratores altera o viaduto. Minha leitura é que não houve acerto de timing, tampouco esse seja o ordenamento temporal correto para as movimentações.

Entendo que, embora a decisão em prol da restituição de capital já tivesse sido tomada pelo fundador e por acionistas relevantes, ela foi acelerada, justamente para impedir uma espécie de tomada de controle hostil por parte de novos investidores. Os acionistas antigos poderiam ficar sem a companhia e sem o caixa.

02. O IPO do Getninjas

A ideia de que “Getninjas foi oportunista no IPO e está traindo os participantes da oferta inicial que acreditavam no longo prazo da companhia” precisa ser questionada com um pouco mais de profundidade. 

Primeiro por uma constatação objetiva: boa parte dos compradores da ação no seu IPO já vendeu há muito tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se não fosse o caso, como o fundador tem menos de 25% da empresa, eles poderiam muito bem barrar a distribuição de capital — bastava ter uma participação conjunta maior do que 25% e votar na Assembleia.

Querendo ou não, o plano traçado no IPO já não existe mais. Por uma razão simples: o mundo mudou e ele é inexequível. Voltamos à máxima do velho Keynes: se o mundo muda, eu mudo… e você?

Dois erros jamais poderão fazer um acerto. Se o IPO lá atrás foi um erro (eu realmente acredito nisso!), insistir no mesmo plano de 2021 será um novo erro.

Aqui entra a noção de custo irrecuperável. Se você tentou algo e não deu certo, o melhor a fazer é stopar. “Fail fast, fail small”, ensina Taleb. O menor prejuízo é sempre o melhor. Você ainda tem R$ 4,40 por ação — salve isso!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia de “desistir nunca, retroceder jamais” é ótima para frases motivacionais e para um filme do Van Damme — na vida real, muitas vezes a melhor decisão é mesmo desistir.

Insistir em relacionamentos, empregos, planos, iniciativas empresariais destinadas ao fracasso só leva a mais prejuízo — isso só não vale para times de futebol; até os divórcios já são legítimos hoje em dia. Em várias e várias situações, o melhor a fazer é desistir. Simples assim.

Empreender, ainda mais no Brasil, é um ato de risco e, na verdade, costuma mesmo dar errado. Só uma minoria dá certo. Se você percebeu isso antes da falência completa, melhor. “Você pode ignorar a realidade, mas não poderá ignorar as consequências da realidade.”

O cenário do IPO

Reconhecer que não há mais opções para a companhia é um ato de humildade e honestidade intelectual. Continuar fingindo que tudo está bem e haverá um novo plano salvador provavelmente resultará em prejuízos maiores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A possibilidade de uma má alocação do capital, dado que nada funcionou até agora, é enorme — levar o caixa a zero seria muito mais deletério para os acionistas.

O IPO de Getninjas, bem como de outras empresas semelhantes naquela safra de 2021, foi um erro (basta ver os resultados agregados). Mas era compreensível sua existência.

Os juros eram negativos no mundo, Adam Neumann era celebrado como um visionário, falar em “software as a service, superapp, crescimento exponencial, cash burn para financiar o crescimento em 20 anos” era cult; virou cafona.

Aquela ideia de superplataformas digitais (exceção feita ao Nubank, que tem feito inclusive o Brasil ser visto como um lugar passível de Home runs globais) morreu. Naquele ambiente muito específico, naquela bolha em que tudo era “high tech, high growth”, fazia sentido listar Getninjas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em qualquer outro ambiente de condições normais de temperatura e pressão, o caso era, na melhor das hipóteses, para um VC ou um private equity — comprovado o track record, poderíamos pensar em ir à Bolsa. Aquela insanidade acabou. Vamos insistir nela até quando?

03. O Getninjas fora da caixa

A argumentação de que “Getninjas deveria pensar fora da caixa” parece certamente tentadora.

Aliás, os financistas têm uma certa tendência a, com raras exceções, nunca terem tocado uma companhia do mundo real e se acharem mais competentes do que os empreendedores — veja o que fizeram na BRF; felizmente, a lição foi aprendida e a rota ajustada.

Penso até haver uma contradição no argumento. Se a ideia seria atender os acionistas de longo prazo participantes do IPO, pensar muito fora da caixa não seria mudar o que fora compactuado antes?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao bom investidor, recomenda-se sempre uma dose de conservadorismo.“There are old investors, and there are bold investors, but there are no old bold investors”, lembraria Howard Marks.

Resgatando a etimologia da coisa, um conservador é aquele que reconhece méritos nos ritos, nas tradições, no que sobreviveu ao teste do tempo.

Portanto, ele quer conservar as coisas (inclusive o próprio dinheiro). Ele até topa pequenas evoluções, reformas e mudanças marginais, mas nunca estará disposto às revoluções. 

04. Desalinhamento de interesses

Existe ainda um ponto mais sensível, potencial resultado do desejo de “unir as operações em que a gestora já investe.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então, caminhamos para um possível claro desalinhamento de interesses. A motivação está em fomentar negócios para Getninjas stricto sensu, ou alimentar partes relacionadas?

Ainda que um novo plano possa ser bem-sucedido (não tenho dúvidas da competência da REAG, das coisas que ela já construiu e poderia construir), fico pensando quanto tempo levaria para tudo isso? Qual o capex necessário? E quanto valeria a empresa resultante?

Veja: quanto vale uma empresa de cashback? Méliuz está aí a 80% do caixa e ninguém quer (deveria querer, mas essa é outra história, que, ao menos por enquanto, só eu, Rosman, HIX e Polo Capital parecemos defender publicamente).

Embora possa não parecer, desistir é um ato de coragem. E é isso que a vida quer da gente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do IPO do Getninjas

PS.: antes de encerrarmos, algumas palavras sobre IPOs em geral. Agora está na moda falar mal de IPO. Soa descolado e inteligente. Qual a nossa opinião a respeito? O que a ciência (as mesas de bar não contam) tem a nos oferecer a respeito?

De fato, há uma extensa literatura, iniciada pelo Jay Ritter, estudando “The Long-Run Performance of Initial Public Offerings”.

Essa caminhada começa lá nos anos 70 e depois viria a ser atualizada várias vezes pelo próprio Ritter e replicada por diversos autores, para vários períodos e várias geografias, tipicamente levando à mesma conclusão: na média, os IPOS performam mal no longo prazo.

Nós mesmos publicamos um Palavra do Estrategista com a mesma metodologia aplicada ao Brasil, chegando ao mesmo resultado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao mesmo tempo, a literatura também aponta o fenômeno de “underpricing" nos IPOs, uma tendência a, na média, haver uma alta extraordinária das ações em sua estreia na Bolsa. Faz parte da festa uma inauguração bem-sucedida.

Isso é muito mais claro lá fora, embora eu e Rodolfo tenhamos publicado um artigo interno na FGV (acho que foi em 2009 ou 2010) sobre o mesmo fenômeno no Brasil — merecia ser atualizado.

O que pensamos a respeito?

O IPO realmente exige um pouco mais de cuidado. Você está do lado desfavorável da assimetria de informação, sabe pouco da companhia, enquanto o vendedor sabe muito.

Há pouco histórico sobre aquilo e normalmente você tem pouco tempo para estudar — conhecemos um monte de empresas há 14 anos; uma novata tem pouco a oferecer em termos de capacidade de análise, por mais que se esforce; é uma imposição temporal física.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, as janelas de IPOs se abrem e fecham caprichosamente e, claro, se abrem em momentos de maior otimismo ou até mesmo euforia de mercado, quando as ações costumam estar mais caras.

Ou seja, a guarda precisa estar alta e o investidor deve ser o mais seletivo possível.

Agora, condenar todos os IPOs fere a lógica estrita. Falar que todos os IPOs não dão certo é ignorar a realidade objetiva. WEG, Raia, Localiza, Vale, Petrobras… todas elas passaram um dia pelo seu IPO. Pergunte a seus participantes se há arrependimento.

Condenar o IPO ex-ante equivaleria condenar a própria bolsa — e ainda que historicamente o prêmio de risco de mercado no Brasil seja, na média, negativo (ou seja, a Bolsa pague menos do que a renda fixa, numa afronta aos livros-texto e à noção geral de que ativos de mais risco deveriam pagar mais), isso não significa a inexistência de boas coisas para se comprar em Bolsa, tampouco que o cenário não possa mudar à frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na média, um monte de coisa é ruim — suspeito até que vinho seja ruim na média, mas prove um bom Échezeaux e revisite o argumento. 

Também não podemos confundir uma safra muito ruim, como foi aquela terminada em julho de 2021, com uma classe necessariamente sempre ruim.

Quando os ciclos de IPO começam, costuma chegar muita coisa boa também, empresas grandes, balanço mais forte, bons ativos, geradoras de caixa, com histórico comprovado fora da Bolsa.

Mais para o final do ciclo, a coisa vai ficando mais complicada, quando até as bancas de jornal e os carrinhos de pipoca são capazes de listar-se, pois há enorme liquidez e complacência com riscos; sobra dinheiro e tudo parece uma oportunidade imperdível.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Será sempre uma habilidade especial do investidor separar o grupo dos samurais ao dos ninjas. Os últimos jamais terão a elegância e a honra dos primeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O equilíbrio delicado da Petrobras (PETR4), o Oscar para empreendedores, a recuperação do GPA (PCAR3) e tudo mais que mexe com os mercados hoje

13 de março de 2026 - 8:13

Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais

SEXTOU COM O RUY

Número mágico da Petrobras (PETR4): o intervalo de preço do petróleo que protege os retornos — e os investidores

13 de março de 2026 - 7:11

O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O lado B dos data centers, a guerra no Oriente Médio e os principais dados do mercado hoje

12 de março de 2026 - 8:55

Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Petróleo em alta — usando dosagens para evitar o risco de uma aposta “certa” 

11 de março de 2026 - 19:57

Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade

ALÉM DO CDB

Prêmios de risco do crédito privado têm certo alívio em fevereiro, mas risco de algumas empresas emissoras aumenta

11 de março de 2026 - 14:39

Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar