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RESUMO DO DIA: A situação segue tensa no Oriente Médio. Israel ameaça entrar com tropas na Faixa de Gaza enquanto o Hezbollah pressiona na fronteira com o Líbano.
Nos mercados financeiros, porém, a tensão geopolítica é contrabalançada por uma carregada agenda econômica e corporativa, especialmente nos Estados Unidos.
As bolsas de valores de Wall Street terminaram o dia em alta, acompanhando a expectativa de manutenção dos juros na terra do Tio Sam, os efeitos limitados dos conflitos em Israel hoje e a temporada de resultados financeiros que começa a engrenar nos EUA.
Enquanto a temporada de balanços ganha tração por lá, os investidores brasileiros acompanharam o alívio das preocupações sobre a trajetória dos juros nos EUA, além da alta do minério de ferro, que impulsionou os papéis da Vale e de siderúrgicas e mineradoras na B3.
E por falar na bolsa brasileira, o grande destaque do pregão ficou com as ações do Grupo Pão de Açúcar, que lideraram com vantagem as maiores altas do Ibovespa após o anúncio da venda multimilionária do Éxito.
O Ibovespa conseguiu se recuperar das perdas do pregão anterior e fechou em alta de 0,67%, no patamar de 116.533 pontos.
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Enquanto isso, o dólar à vista terminou o dia em queda de 1,01%, cotado em R$ 5,0372. A moeda norte-americana sentiu os efeitos da menor aversão ao risco dos investidores nos mercados globais.
Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (16):
As ações do Grupo Pão de Açúcar lideraram os ganhos do Ibovespa nesta segunda-feira (16).
O tom positivo deu-se após a companhia anunciar um acordo com o Grupo Calleja, rede de supermercados de El Salvador, para vender a participação no Éxito por US$ 850 milhões.
Ainda no campo azul, as ações das aéreas subiram, impulsionadas pela queda do dólar, do petróleo e dos juros futuros (DIs), o que pode trazer melhora nos custos das companhias do setor.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,76 | 8,67% | 3,70 | 4,06 |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 7,48 | 6,55% | 7,00 | 7,48 |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 13,55 | 4,55% | 12,97 | 13,61 |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 17,59 | 3,41% | 17,29 | 17,73 |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 9,29 | 2,77% | 8,97 | 9,40 |
Já na ponta negativa, as ações da Suzano recuaram, em um movimento de correção à valorização dos papéis no último pregão e acompanhando a desvalorização o dólar hoje.
Veja as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| NTCO3 | Natura ON | R$ 13,42 | -2,75% | 13,40 | 13,94 |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 57,37 | -2,03% | 57,19 | 58,61 |
| ENEV3 | Eneva ON | R$ 11,11 | -1,94% | 11,03 | 11,41 |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 1,79 | -1,65% | 1,78 | 1,86 |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 18,70 | -1,63% | 18,67 | 19,12 |
O Ibovespa fechou o pregão desta segunda-feira em alta de 0,67%, aos 116.533 pontos.
O principal índice de ações da B3 se recuperou das perdas da última sexta-feira, quando o mercado ficou marcado pela aversão ao risco devido à possibilidade de escalada do conflito entre Israel e Hamas.
O tom mais positivo da sessão de hoje acompanhou o alívio das preocupações sobre a trajetória dos juros nos EUA, além da alta do minério de ferro, que impulsionou os papéis da Vale e de siderúrgicas e mineradoras.
As bolsas de valores de Wall Street fecharam no azul nesta segunda-feira (16), de olho na temporada de balanços que começa a engrenar nos Estados Unidos.
O dólar encerrou esta segunda-feira (16) em queda de 1,01%, a R$ 5,3072 no mercado à vista.
O desempenho da moeda norte-americana segue uma diminuição na aversão ao risco do mercado e a divulgação de indicadores que sugerem uma menor possibilidade de aumento dos juros nos Estados Unidos.
As ações de mineradoras e siderúrgicas firmaram alta nesta segunda-feira (16), impulsionadas pela valorização do minério de ferro em Dalian, que subiu 2,86%, a US$ 117,97.
Veja o desempenho das ações por volta das 15h50:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
|---|---|---|---|
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,94 | 2,28% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 10,54 | 1,44% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 22,63 | 1,34% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 67,42 | 1,25% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 11,74 | 0,86% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 6,31 | 0,80% |
As ações do setor aéreo operam em alta nesta segunda-feira (16), acompanhando a queda do dólar, do petróleo e dos juros futuros (DIs). Confira:
Os papéis da Embraer (EMBR3) também avançam hoje, repercutindo principalmente um relatório do Citi, que elevou a recomendação das ADRs (recibos de ações, em português) para "compra".
Já a CVC (CVCB3), focada em turismo, figura entre as maiores quedas do pregão, com baixa de 0,68%, a R$ 2,90.
Os contratos do petróleo tipo Brent para dezembro encerraram o dia em queda de 1,36%, negociados a US$ 89,65 o barril na Intercontinental Commodity Exchange (ICE).
Já os futuros do WTI, também para dezembro, fecharam o pregão com baixa de 1,17%, com o barril a US$ 86,66 na New York Mercantile Exchange (Nymex).
O desempenho negativo da commodity vem na esteira de especulações de que os Estados Unidos podem retirar as sanções ao setor petrolífero da Venezuela, o que aumentaria a oferta global de óleo e gás.
Além disso, o movimento corrige a forte alta do petróleo na última sexta-feira, uma vez que a commodity fechou em valorização de 5% no pregão anterior.
Os juros futuros aceleraram quedas nesta segunda-feira (16), acompanhando o maior alívio no câmbio, uma vez que o dólar segue renovando as mínimas nesta tarde.
O destaque negativo fica com os juros longos — isto é, com vencimentos de longo prazo —, que atingiram as mínimas hoje.
Confira como anda a curva de juros futuros (DIs):
| CÓDIGO | NOME | ULT | MIN | MAX | ABE | FEC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,19% | 12,19% | 12,21% | 12,20% | 12,21% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,91% | 10,91% | 11,01% | 10,98% | 11,00% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,69% | 10,68% | 10,84% | 10,79% | 10,81% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,87% | 10,87% | 11,04% | 10,97% | 11,00% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,13% | 11,13% | 11,31% | 11,25% | 11,26% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,31% | 11,31% | 11,50% | 11,43% | 11,45% |
A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 2,460 bilhões na segunda semana de outubro de 2023.
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, o valor com exportações foi de US$ 5,822 bilhões no período, enquanto as importações somaram US$ 3,362 bilhões.
Até a primeira metade de outubro, o superávit acumulado no mês chega a US$ 3,935 bilhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 75,189 bilhões.
O Ibovespa registra alta de 0,66%, aos 116.520 pontos. Por sua vez, o dólar recua 0,74%, negociado a R$ 5,0434 no mercado à vista.
Já em Wall Street, as bolsas de valores norte-americanos sustentam alta. Confira:
O dólar acentuou as perdas nesta segunda-feira (16). Por volta das 15h, a moeda norte-americana atingiu a mínima de R$ 5,0471 no mercado à vista, em queda de 0,67%.
O ouro fechou esta segunda-feira (16) em queda, com conflitos no Oriente Médio no radar e juros dos Treasurys, os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, em alta.
O metal precioso com entrega para dezembro encerrou em baixa de 0,39% na Comex, a divsão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 1.934,30 por onça-troy.
As ações da Ânima Educação (ANIM3) entraram em disparada nesta segunda-feira (16) após o Bank of America (BofA) recomendar os papéis.
Por volta das 13h40, os papéis ANIM3 subiam 4,76%, negociados a R$ 3,08 por ativo.
Os analistas reduziram o preço-alvo para as ações, de R$ 6,50 para R$ 6. Apesar do corte, o valor ainda implica em um potencial de alta de 104% em relação ao último fechamento, de R$ 2,94.
Na visão do BofA, a empresa de educação possui um valuation atraente de 4,3 vezes o múltiplo valor de empresa (EV) sobre Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).
"A geração de caixa do terceiro trimestre deste ano é o principal gatilho (trigger) para o desempenho das ações, pois é fundamental para o cumprimento dos acordos de dívida", escreveram os analistas, em relatório.
Para o banco norte-americano, ainda que a empresa tenha registrado dados fracos no segundo trimestre, a geração de caixa do acumulado dos últimos seis meses deve se beneficiar de três pontos.
Entre eles, os analistas citam a redução de impostos e melhoria do custo da dívida após pagamentos no segundo trimestre, a melhoria dos custos com funcionários e oportunidades de desinvestimento.
A companhia acredita que os novos desinvestimentos, que incluem a venda dos direitos creditórios do PraValer, poderão arrecadar até R$ 70 milhões
"No longo prazo, acreditamos que a continuação da venda da participação da Inspirali também poderá ser uma opção para acelerar o processo de desalavancagem", destaca o BofA.
As ações da BRF (BRFS3) passaram a liderar as perdas do Ibovespa após a empresa anunciar que a Marfrig Global Foods (MRFG3) passou a deter 45% do total das ações da companhia.
Segundo informações do site da B3, até o final de setembro, a Marfrig detinha 40,05% do capital da BRF.
Por volta das 13h30, os papéis BRFS3 recuavam 2,40%, negociados R$ 10,59.
Por sua vez, as ações MRFG3 avançavam 0,65% no mesmo horário, a R$ 6,89.
O petróleo recua nesta segunda-feira (16) devido aos temores de uma potencial crise no mercado de óleo e gás devido à intensificação dos conflitos no Oriente Médio.
Por volta das 13h10, os contratos futuros do Brent, referência no mercado internacional, registravam baixa de 1,05%, negociados a US$ 89,94 o barril.
Já o "petróleo cru" WTI caía 0,75% no mesmo horário, cotado a US$ 85,70 o barril.
As ações da Vale (VALE3) operam em alta de 1,55% nesta segunda-feira, negociadas a R$ 67,62 por volta das 12h50.
O desempenho positivo dos papéis acompanha a valorização do minério de ferro, que subiu 2,86% em Dalian, a US$ 117,97.
As ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) são o grande destaque do pregão desta segunda-feira (16). Os papéis lideram com larga vantagem a lista de maiores altas do Ibovespa após o anúncio da venda multimilionária do Éxito.
Por volta das 12h45, as ações subiam 11,27%, negociadas a R$ 3,85.
Na visão do BTG Pactual, a venda da participação remanescente que o GPA tinha no Éxito deve ser um gatilho positivo para a varejista, especialmente levando em conta a redução da alavancagem.
Para o banco, a operação deve ajudar a reverter as perdas de aproximadamente 46% desde a cisão (spin off) das ações das duas empresas.
Os analistas possuem recomendação neutra para as ações PCAR3, com um preço-alvo de R$ 7, equivalente a um potencial de valorização de 102% em relação ao último fechamento, de R$ 3,46.
A Embraer (EMBR3) também avança 3,23% nesta segunda-feira, aos R$ 17,56, após um relatório do banco Citi elevar a recomendação dos papéis para "compra".
Na ponta negativa da bolsa brasileira está a Suzano. As ações SUZB3 recuam 2,08% hoje, a R$ 57,34, acompanhando a desvalorização o dólar e em correção à valorização dos papéis no último pregão.
As petroleiras PRIO (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3) também caem 1,52% e 1,08% nesta segunda-feira, respectivamente, acompanhando a desvalorização do petróleo.
Oportunidades de compra na bolsa de valores não aparecem todos os dias e vale ficar de olho em recomendações de bancos como o JP Morgan, que iniciou a cobertura de mais uma empresa brasileira, vendo potencial de alta de quase 66% para as suas ações.
O banco fez uma ampla análise da Intelbras (INTB3) - um dos principais produtores brasileiros de equipamentos de segurança, comunicações e energia - e decidiu pela recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 28,00 ao fim de 2024.
No pregão desta segunda-feira (16), as ações da companhia subiam quase 4%, a R$ 17,56, por volta das 12h55, após a indicação de compra.
Entre os motivos que fizeram o JP Morgan ter uma visão otimista sobre o papel estão a avaliação de que as ações da empresa estão descontadas e ela está bem posicionada no seu segmento, com previsão de um crescimento sólido no futuro.
As ações da Suzano (SUZB3) lideram as perdas do Ibovespa nesta segunda-feira (16).
Por volta das 12h30, os papéis recuavam 1,74%, negociados a R$ 57,52.
O movimento das ações segue a queda do dólar hoje e é considerado uma realização de lucros após a valorização dos papéis SUZB3 na última sexta-feira.
Os mercados europeus encerraram o pregão desta segunda-feira (16) em alta.
Confira o fechamento das bolsas europeias:
O Ibovespa opera em alta de 0,65%, aos 116.501 pontos. Por sua vez, o dólar recuava 0,54%, negociado a R$ 5,0538 no mercado à vista.
Já em Wall Street, as bolsas de valores norte-americanos registravam forte alta, impulsionadas pelo desempenho positivo dos Treasurys e pelas expectativas com a agenda de balanços corporativos.
Confira abaixo o desempenho dos índices de Nova York:
O Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu uma rodada de captações de cerca de R$ 30 bilhões para apoiar a agenda de sustentabilidade do Brasil.
Em Marrakesh, no Marrocos, foram fechadas duas transações, uma em dólar, outra em euros, e que juntas somam em torno de R$ 5,9 bilhões.
A analista Larissa Quaresma explica os efeitos da notícia e qual a recomendação para as ações do banco.
A CVM dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) não planeja apelar de uma decisão judicial que abriu caminho para a conversão de um fundo da gestora Grayscale em um ETF de Bitcoin (BTC).
O mercado cripto reagiu positivamente até agora, e o analista Valter Rebelo participa do Giro do Mercado de hoje (16) e comenta o que esperar das criptomoedas.
Confira aqui. É só dar play:
O dólar acentuou a queda nesta segunda-feira (16) e puxou as mínimas dos juros futuros.
Por volta das 11h45, a moeda norte-americana registrava perda de 0,61%, negociada a R$ 5,0503 no mercado à vista.
Já a curva de juros futuros (DIs) renovou as mínimas e opera com viés de baixa após abrir em alta nesta manhã.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | MIN | MAX | ABE | FEC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,19% | 12,19% | 12,21% | 12,20% | 12,21% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,92% | 10,91% | 11,01% | 10,98% | 11,00% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,71% | 10,69% | 10,84% | 10,79% | 10,81% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,90% | 10,88% | 11,04% | 10,97% | 11,00% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,17% | 11,15% | 11,31% | 11,25% | 11,26% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,37% | 11,34% | 11,50% | 11,43% | 11,45% |
De grão em grão — ou melhor, de ação em ação —, a Marfrig (MRFG3) vem aumentando a participação na BRF (BRFS3). O grupo informou que possui agora 45% do capital da dona das marcas Sadia e Perdigão.
Antes desta última investida, a Marfrig já havia desembolsado mais de R$ 1 bilhão para ampliar a posição na BRF.
Assim como nos comunicados anteriores, o grupo de Marcos Molina diz que o objetivo não é alterar a atual composição do controle da BRF.
No mercado, a especulação é a de que o avanço culmine em uma fusão entre as empresas. Mas na atual situação, o casamento da "vaca e o frango" pode não fazer mais sentido, já que a situação da Marfrig atualmente parece ser bem cômoda.
A alta dos preços tem um longo histórico de consumir horas e horas de sono dos brasileiros. Quanto menor a renda, mais a inflação pesa no bolso. Há pelo menos dois anos, porém, ela vem causando extremo desconforto a um servidor público de alto escalão: o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto.
Desde 2021, quando o BC ganhou autonomia formal para executar sua política monetária, o IPCA não termina o ano dentro da meta.
No primeiro ano de autonomia do BC, a inflação oficial no Brasil ficou em 10,06% — ante uma meta de até 5,25%.
Já em 2022, o forte aperto monetário promovido pelo BC ajudou a levar a inflação acumulada no ano a 5,79% — acima do teto da meta (5%) para o ano passado, apesar da forte desaceleração.
O Ibovespa atingiu as máximas nesta manhã. Por volta das 10h50, o principal índice de ações da B3 avançava 0,67%, para o patamar de 116.526 pontos.
A ação do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) elevou os ganhos nesta manhã após o comunicado sobre a venda multimilionária do Éxito.
Por volta das 10h50, os papéis avançavam 14,74%, negociados a R$ 3,97.
A chamada “Fase 1” da privatização da Sabesp (SBSP3) está em curso, mas um calendário apertado e a votação do orçamento estadual — que precisa ser aprovado até o fim de 2023 — são fatores que jogam contra um otimismo maior em relação à desestatização da companhia de saneamento no ano que vem.
Mesmo assim, a XP está otimista com a empresa. A corretora decidiu elevar a recomendação para os papéis SBSP3 para compra, além de estimar um preço-alvo de R$ 80 para ações da Sabesp.
Isso representa uma alta potencial de aproximadamente 30% em relação ao fechamento da última sexta-feira (13). No pregão desta segunda-feira, as ações da estatal paulista de saneamento eram negociadas em alta de 1,86% por volta das 10h30h, a R$ 62,49, figurando entre as maiores altas do dia.
“Somos construtivos em relação à privatização da empresa e às perspectivas de turnaround [reestruturação]”, destaca a publicação. A XP também espera que a Sabesp apresente melhores resultados operacionais, semelhante ao que aconteceu em outras estatais — como Cemig (CMIG4), Copel (CPLE6) e Petrobras (PETR3;PETR4).
A ação do Pão de Açúcar (PCAR3) se destacou na abertura após entrar em leilão. Os papéis abriram a negociação em alta de 7,8%, negociados a R$ 3,73.
Já os papéis da Sabesp (SBSP3) figuram entre as maiores altas do Ibovespa nesta manhã após a XP Investimentos atualizar as estimativas para a empresa, com recomendação de compra e um preço-alvo de R$ 80 ação para o final de 2024.
Confira as maiores altas do índice na abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,73 | 7,80% | 3,71 | 3,88 |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 17,57 | 3,29% | 17,29 | 17,69 |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,84 | 3,78% | 3,72 | 3,85 |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 22,27 | 2,06% | 22,03 | 22,29 |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,56 | 0,00% | 0,55 | 0,58 |
E as maiores quedas do pregão após a abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 9,67 | -2,03% | 9,52 | 9,92 |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 5,56 | -1,07% | 5,51 | 5,67 |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 57,97 | -1,01% | 57,75 | 58,61 |
| RDOR3 | Rede D'Or ON | R$ 22,65 | -0,92% | 22,52 | 23,03 |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 13,71 | -0,65% | 13,53 | 13,94 |
As bolsas de valores de Nova York operam em alta nesta segunda-feira (16), com balanços de empresas e bancos dos EUA no radar.
Os mercados ainda acompanham sinalizações sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos e o desenrolar dos conflitos no Oriente Médio.
Confira o desempenho dos índices em Wall Street na abertura:
A Oncoclínicas (ONCO3) anunciou uma parceria com a Cedro Participações para expandir a atuação em São Paulo.
O negócio pretende desenvolver o primeiro complexo hospitalar de tratamento oncológico em São Paulo (Cancer Center).
O investimento para construção e aquisição do terreno será de aproximadamente R$ 850 milhões.
Desse total, R$ 550 milhões serão aportados pela Cedro e R$ 300 milhões sairão da Oncoclínicas para equipar o hospital.
O empreendimento deve ser inaugurado em 2026 na região central da cidade de São Paulo e contará com aproximadamente 360 leitos.
O contrato de locação tem duração de 30 anos e foi feito com fundo de investimento imobiliário detido pela Cedro.
Segundo o comunicado, a Unimed Nacional terá direito de co-investir no Cancer Center São Paulo com uma participação de 25% como um dos investidores e parceiros comerciais do empreendimento.
O Ibovespa iniciou o pregão desta segunda-feira em alta de 0,47%, aos 115.759 pontos.
Os mercados internacionais operam em alta após o índice Empire State de atividade industrial registrar queda acima do esperado.
O indicador passou de 1,9% em setembro para -4,6 em outubro. A expectativa de analistas consultados pela FactSet era que o índice fechasse em -3 neste mês.
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York ganharam fôlego depois da divulgação. Por volta das 9h46, o Dow Jones subia 0,54%, enquanto o S&P 500 avançava 0,45% e o Nasdaq registrava alta de 0,28%.
O dólar diminuiu as perdas desta segunda-feira. Por volta de 9h43, a moeda norte-americana era negociada em baixa de 0,32%, cotada a R$ 5,0650 no mercado à vista.
Bom dia, pessoal.
Os investidores estão enfrentando o desafio de navegar pelo dilúvio de notícias sobre o conflito entre Israel e o Hamas, uma situação que provavelmente se estenderá nas próximas semanas.
Os EUA e seus aliados estão intensificando esforços para evitar a escalada do conflito para toda a região, preocupados com a iminente invasão terrestre da Faixa de Gaza pelas forças israelenses, algo que parece inevitável atualmente.
Existe o receio de que essa invasão possa levar o Irã a se envolver no conflito, sendo que o risco imediato está centrado no Hezbollah, no Líbano.
Na segunda-feira, a maioria das ações asiáticas registrou quedas, com as preocupações com a guerra mantendo o sentimento de risco em baixa.
Os mercados europeus também apresentam recuos predominantes nesta manhã, enquanto os futuros americanos sinalizam uma alta tímida.
O apetite pelo risco permanece enfraquecido, sendo influenciado pelos temores de um aumento nas taxas de juros nos EUA após uma leitura de inflação ligeiramente acima do esperado na semana passada, embora dentro dos dados haja motivo para certo otimismo, especialmente em relação aos núcleos.
Na agenda do dia, destacam-se os dados de varejo nos EUA, bem como o Livro Bege do Federal Reserve e o início da temporada de resultados.
A ver…
No Brasil, há uma expectativa generalizada por progresso na agenda econômica do Congresso, que parece ter sido deixada de lado nas últimas semanas.
Espera-se que nos próximos dias, provavelmente até quarta-feira, o projeto de taxação de fundos exclusivos e offshores seja votado, o qual faz parte do pacote da Fazenda para aumentar a arrecadação e cumprir a meta de zerar o déficit das contas públicas em 2024.
Isso permitiria que a Fazenda continue focada na pauta arrecadatória. Se isso acontecer, a curva de juros terá razões para ficar menos tensa.
Outros pontos importantes da agenda incluem o aquecimento das empresas para a temporada de resultados.
Na terça-feira, teremos a divulgação do relatório de produção e vendas do terceiro trimestre da Vale.
O resultado da mineradora será revelado no dia 26, juntamente com o relatório de produção e vendas do terceiro trimestre da Petrobras, cujo resultado será apresentado em 9 de novembro.
Além dos eventos corporativos, teremos o volume de serviços na terça-feira, vendas no varejo na quarta-feira e o IBC-BR de agosto na quinta-feira.
Esses indicadores econômicos podem orientar os próximos passos da autoridade monetária, que provavelmente continuará o ritmo de flexibilização da política monetária, alinhado com as declarações recentes do próximo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Diante das incertezas, especialmente em nível internacional, é mais provável que as reduções de juros se desacelerem do que acelerem.
Mantenho a expectativa de uma Selic de 11,75% no final deste ano, caminhando para cerca de 9% até o final de 2024.
Nos Estados Unidos, o aumento das taxas de juros tem sido uma incógnita para os bancos do país.
Os resultados dos bancos divulgados na sexta-feira, que marcaram o início da temporada de lucros do terceiro trimestre, ilustraram o lado positivo dessa equação.
Isso se deve à habilidade de gerar mais receita por meio de empréstimos com taxas mais altas, conforme evidenciado pelos lucros do JPMorgan Chase, Wells Fargo e Citigroup, que superaram consideravelmente as estimativas de Wall Street. No entanto, é prematuro para celebrar completamente.
Ainda não há garantia de que as boas notícias persistirão nesta semana, com mais relatórios bancários à frente, especialmente do Charles Schwab, Bank of America e Goldman Sachs, cada um enfrentando desafios únicos em seus resultados.
Mesmo no JPMorgan, o CEO Jamie Dimon permanece bastante cauteloso, tanto em relação ao seu banco quanto ao cenário global, afirmando que este pode ser um dos momentos mais perigosos que o mundo já enfrentou em décadas.
Nos próximos dias, cerca de 50 empresas do S&P 500 divulgarão seus resultados, incluindo nomes proeminentes como Tesla, Netflix, American Airlines e AT&T.
Além disso, durante a semana, teremos importantes dados econômicos, como vendas no varejo e informações sobre o mercado imobiliário, ambos na terça-feira.
E por último, mas definitivamente não menos importante, o Federal Reserve lançará seu sétimo Livro Bege do ano na quarta-feira, fornecendo uma descrição das atuais condições econômicas nos Estados Unidos.
Ainda nos EUA, ainda não há evidências significativas de progresso na eleição de um novo presidente da Câmara dos Representantes.
A casa legislativa retomou suas atividades, mas permanece sem um líder. Na sexta-feira antes do fim de semana, os republicanos indicaram Jim Jordan, presidente do Comitê Judiciário da Câmara, para o cargo, mas enfrentam resistências suficientes para tornar sua ascensão ao posto longe de ser certa.
Quase duas semanas se passaram desde que Kevin McCarthy foi destituído devido à colaboração com os democratas para evitar a paralisação do governo.
A ausência de um presidente impede que o Congresso aprove qualquer legislação.
No entanto, os democratas estão pressionando pela expansão da autoridade do presidente interino, Patrick McHenry, permitindo-lhe apresentar legislação relacionada ao financiamento do governo, à Ucrânia e a Israel.
Hoje, um número considerável de membros republicanos da Câmara parece relutante em apoiá-lo, pois ele necessita de 217 votos para ser eleito.
Faltando um mês e um dia para o próximo prazo de paralisação do governo, é provável que os mercados fiquem cada vez mais inquietos com a situação política.
Apesar das manchetes dominadas pela guerra no Oriente Médio, o mundo segue em movimento em outras regiões do planeta.
No último fim de semana, três eleições importantes ocorreram ao redor do mundo.
Em primeiro lugar, na Polônia, as pesquisas de boca de urna indicam que os partidos da oposição, comprometidos em restabelecer as relações com a União Europeia, conquistaram assentos suficientes para mudar o equilíbrio de poder no parlamento (a contagem oficial dos votos está prevista para este início de semana).
Em segundo lugar, na Nova Zelândia, houve um movimento em direção à direita, com o Partido Nacional da oposição emergindo vitorioso contra os Trabalhistas nas eleições do país.
Por último, Daniel Noboa, herdeiro de um império empresarial voltado para o setor de bananas, conquistou a presidência do Equador, derrotando um candidato de esquerda indicado pelo presidente em exercício do país, enquanto os eleitores buscavam uma nova abordagem para a questão do crime e da economia.
Tudo indica que a perspectiva de que o conflito em Israel permaneceria na Faixa de Gaza enfraqueceu no final da semana passada, aumentando o risco de uma escalada envolvendo outros atores da região.
Houve relatos de ataques a posições militares no Líbano e na Cisjordânia, com a possibilidade de uma revolta dos palestinos, tornando plausível o início de uma Terceira Intifada nas próximas semanas.
Israel, se preparando para uma incursão terrestre, continuou a realizar ataques aéreos em resposta ao brutal ataque terrorista do Hamas no último final de semana.
O presidente Joe Biden prometeu que os EUA colaborariam com outros governos para aumentar a ajuda humanitária aos civis na região.
O próprio presidente da Autoridade Palestina indicou que o Hamas não representa o povo palestino, buscando uma solução para a situação dos 2 milhões de habitantes na Faixa de Gaza.
No curto prazo, a maior probabilidade de envolvimento é do Hezbollah, apoiado pelo Irã, no Líbano.
Já ocorreram surtos isolados ao longo da fronteira de Israel com o Líbano, indicando a possibilidade de uma guerra por procuração com o Irã.
Outros grupos financiados pelo Irã na Síria e no Iêmen também poderiam se unir à medida que os combates se intensificam. Essa é a temida escalada.
Israel e os EUA estão trabalhando para evitar esse cenário. O ministro da defesa de Israel afirmou que não pretende lutar na fronteira norte enquanto o Hezbollah se contiver.
Os EUA dialogaram diretamente com líderes árabes para ajudar a limitar a propagação do conflito, realizando, inclusive, conversas nos bastidores com o Irã, que parece querer evitar um envolvimento direto (um dos comentários mais importantes do final de semana foi nessa direção).
Além da tragédia humanitária decorrente dos ataques terroristas em Israel, que têm um alto custo humano, um conflito mais amplo também tem o potencial de desencadear uma recessão global.
Dado o papel central da região como polo energético global, um confronto direto entre Israel e o Irã poderia disparar os preços do petróleo, especialmente se o Estreito de Ormuz for afetado.
Algumas casas estimam que os preços do petróleo poderiam atingir 150 dólares por barril, provocando uma recessão global ao desequilibrar o frágil cenário atual com taxas de juros elevadas em diferentes regiões do mundo (a inflação global aumentaria 1,2 ponto percentual, para 6,7%).
O desfecho dessa trágica situação permanece incerto, e os mercados estarão atentos a cada nova informação sobre a situação.
Os recibos de ações (ADRs) da Embraer operam em forte valorização em Wall Street antes da abertura dos mercados nos Estados Unidos.
Por volta das 9h, os papéis ARJ subiam 4,48% na bolsa de valores de Nova York (NYSE), negociados a US$ 13,99 no pré-mercado.
A alta vem na esteira de um relatório do banco norte-americano Citi.
Os analistas elevaram a recomendação dos papéis de "neutro" para "compra", com um preço-alvo de US$ 16 por ADR, implicando em um potencial de valorização superior a 19%.
As ADRs (recibos de ações) da Vale e da Petrobras operam em alta no pré-mercado em Nova York, impulsionadas pelo desempenho das commodities no exterior.
Os juros futuros (DIs) começaram o dia em alta em toda a curva, em linha com a valorização dos Treasurys, os títulos de dívida norte-americanos.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
|---|---|---|---|
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,21% | 12,21% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,98% | 11,00% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,80% | 10,81% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,99% | 11,00% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,25% | 11,26% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,43% | 11,45% |
Os recibos de ações (ADRs, em inglês) do Grupo Pão de Açúcar dão um salto de mais de 13% no pré-mercado em Nova York.
O movimento acontece após a empresa anunciar a venda da participação remanescente no grupo Éxito por cerca de R$ 790 milhões. Leia mais aqui.
O Ibovespa futuro começou o dia em alta de 0,59%, aos 116.555 pontos.
Já o dólar à vista abriu em queda de 0,69%, cotado a R$ 5,0535.
O Banco Central divulgou nesta segunda-feira a mais recente edição da pesquisa Focus.
A novidade é o IPCA de 2023 dentro da meta do Conselho Monetário Nacional (CMN).
Veja como estão as projeções macroeconômicas dos agenda de mercado para este ano.
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta segunda-feira.
Os investidores da região temem uma escalada do conflito no Oriente Médio.
Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:
As principais bolsas de valores da Europa abriram sem uma direção única nesta segunda-feira.
Os índices de ações oscilam perto da estabilidade enquanto investidores avaliam os riscos de uma escalada da guerra no Oriente Médio.
Em Paris, a ação do Casino opera em forte queda depois do anúncio da venda de sua participação no Éxito.
Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h50:
O superávit comercial da zona do euro registrou um salto em agosto.
O saldo das transações do bloco ficou positivo em 11,9 bilhões de euros.
Em julho, o superávit comercial da zona do euro havia ficado em 3,5 bilhões de euros.
Na comparação mensal, as exportações do bloco avançaram 1,6% em agosto, enquanto as importações diminuíram 2%, também considerando-se ajustes sazonais.
O Banco do Povo da China manteve inalterada uma importante taxa de juro nesta segunda-feira.
Trata-se da taxa da linha de crédito de médio prazo de um ano. Ela ficou em 2,5% e veio acompanhada da injeção de 789 bilhões de yuans (US$ 108 bilhões) em liquidez no mercado financeiro.
A manutenção do juro médio em 2,5% indica que o banco central chinês provavelmente deixará suas taxas para empréstimos de 1 e 5 anos nos níveis atuais níveis neste mês.
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul nesta segunda-feira.
Wall Street marca leves alta no início de uma semana repleta de balanços corporativos e comentários de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Veja como estavam os índices futuros das bolsas de Nova York por volta das 7h25:
Na volta do feriado de Nossa Senhora Aparecida, o mercado de ações brasileiro encerrou as negociações marcado por tons de vermelho.
A bolsa brasileira digeriu hoje dados de inflação nos Estados Unidos e na China, divulgados na última quinta-feira.
O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos EUA superou as expectativas dos analistas em setembro, elevando os temores de aperto monetário nos EUA.
O petróleo e o ouro também foram destaque no pregão. Os contratos do Brent fecharam em alta de 5,69% hoje, enquanto o minério avançou 3,11% nesta sexta-feira.
No caso da commodity fóssil, o desempenho foi impulsionado pelos temores de menor oferta global de petróleo e pela cautela com os conflitos no Oriente Médio.
Já o metal precioso foi ajudado pela queda nos rendimentos dos Treasurys, os títulos de dívida norte-americanos, além do aumento de incerteza geopolítica com a guerra entre Israel e Hamas.
Em dia de liquidez reduzida na bolsa, o Ibovespa encerrou o pregão em desvalorização de 1,11%, aos 115.754 pontos. Na semana, o índice acumula valorização de 2,18%.
Já o dólar fechou em valorização de 0,77% no mercado à vista, negociado a R$ 5,0885. Na semana, a moeda norte-americana marca queda de 1,24%.
Confira o que movimentou os mercados na última sexta-feira (13).
A temporada de resultados do terceiro trimestre das empresas listadas em bolsa começou nos Estados Unidos na semana passada. Mas a divulgação dos balanços das companhias ganha tração na agenda dos próximos dias.
A agenda completa você confere no final da matéria. Nos próximos dias, empresas como Tesla e Netflix publicam seus resultados, juntamente com o Bank of America (BofA), Goldman Sachs, Morgan Stanley e P&G.
Antecipando um pouco as coisas, na próxima semana ocorre a publicação dos resultados das big techs, as grandes empresas de tecnologia do exterior, como Alphabet (dona do Google), Meta (ex-Facebook), Microsoft e Amazon — mas não vamos colocar os carros na frente dos bois.
Isso porque a agenda dos próximos dias irão dividir as atenções dos investidores.
O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) recusou recentemente duas propostas do bilionário colombiano Jaime Gilinski pelo Éxito (EXCO32). Na última delas, em julho, a rede colombiana de supermercados foi avaliada em US$ 1,15 bilhão. Efetivada a cisão do Éxito, em agosto, o Grupo Calleja fez uma oferta parecida ao Casino, controlador do Pão de Açúcar — e levou.
O anúncio foi feito na madrugada desta segunda-feira (16). Casino e Pão de Açúcar comprometeram-se a vender suas respectivas participações no Éxito em oferta pública de aquisição de ações (OPA) a ser chamada pelo Calleja, de El Salvador.
A combalida rede francesa de supermercados e a varejista brasileira aceitaram a proposta de US$ 0,9053 por ação. A esta cotação, o Éxito é avaliado em US$ 1,175 bilhão — apenas 2% a mais do que na última proposta de Gilinski.
Depois da cisão do Éxito, o Casino ficou com 34,05% da rede colombiana. Já o Pão de Açúcar reteve 13,31% do capital da empresa.
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