O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
RESUMO DO DIA: Em mais um dia de agenda local esvaziada, o Ibovespa terminou a sessão em alta, pelo quarto pregão consecutivo, acompanhando o exterior e o desempenho positivo das commodities no mercado internacional.
As atenções do dia ficam concentradas no noticiário corporativo, com Via (VIIA3) sendo um dos destaques. As ações da varejista foram precificadas a R$ 0,80 na oferta pública (follow-on), com um desconto muito superior ao esperado, e a operação movimentou cerca de R$ 623 milhões.
Na China, o Banco Central reduziu a taxa de depósitos compulsórios em 0,25 ponto percentual, à taxa média de 7,4%. A medida, que é mais um estímulo para impulsionar segunda maior economia do mundo, deve entrar em vigor a partir de amanhã (15).
Nos Estados Unidos, os investidores reagiram a novos dados econômicos que vieram acima das expectativas do mercado. O índice de inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) registrou alta de 0,7% em agosto ante julho e acumula avanço de 1,6% na comparação anual. Já as vendas cresceram 0,6% no período.
Apesar do avanço dos indicadores, os investidores aumentaram as apostas de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) na faixa atual de 5,25% a 5,50% ao ano, de olho na desaceleração dos núcleos do PPI e do CPI.
Na Europa, a decisão do Banco Central Europeu (BCE) elevou os juros em 25 pontos-base, com a taxa referencial de depósito a 4% ao ano. Apesar da alta, os índices europeus fecharam em tom positivo, com as apostas de pausa no aperto monetário após declarações da presidente da autarquia, Christine Lagarde.
Leia Também
Por fim, o Ibovespa fechou o pregão em alta de 1,03%. aos 119,391 pontos.
Já o dólar terminou a R$ 4,8727, em baixa de 0,91%, no mercado à vista.
Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (14):
O Ibovespa avançou mais de 2 mil pontos no pregão desta quinta-feira (14) e fechou em alta um pouco acima de 1%.
As ações da Bradespar (BRAP4), uma empresa do Bradesco, lideraram os ganhos do Ibovespa após a revisão positiva do JP Morgan.
O banco elevou a recomendação neutra para compra dos papéis. Além disso, reiterou a recomendação de Vale (VALE3) como top pick do setor. A mineradora é o único ativo da Bradespar (BRAP4).
Na esteira das commodities metálicas, o setor avançou em bloco.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 23,61 | 5,17% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 70,12 | 4,10% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,49 | 3,65% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,43 | 3,26% |
| CSAN3 | Cosan ON | R$ 18,43 | 3,19% |
Na ponta negativa, Via (VIIA3) despencou mais de 30% na abertura dos negócios e arrefeceu a queda, mas ainda na casa dos dois dígitos. O forte recuo aconteceu após a companhia precificar a ação a R$ 0,80 no follow-on. A oferta movimentou também menos do que o esperado.
As ações das companhias aéreas operaram pressionadas pela alta do petróleo no mercado internacional, que tende a elevar os preços dos combustíveis em breve.
Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| VIIA3 | Via ON | R$ 0,90 | -18,92% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 13,10 | -4,31% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 4,58 | -3,17% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,59 | -3,09% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 7,80 | -2,74% |
O Ibovespa estendeu os ganhos e fechou em alta de 1,03%, aos 119.391 pontos.
O tom positivo acompanhou o apetite ao risco nos mercado acionários internacionais, em dia de agenda externa movimentada.
Na China, o Banco Central reduziu a taxa de depósitos compulsórios em 0,25 ponto percentual, à taxa média de 7,4%. A medida, que é mais um estímulo para impulsionar segunda maior economia do mundo, deve entrar em vigor a partir de amanhã (15).
Além disso, o Banco Central Europeu (BCE) elevou os juros na Zona do Euro em 25 pontos-base, à taxa referencial de 4,0% ao ano.
Nos EUA, o Departamento do Comércio divulgou novos dados de inflação.
Os investidores, tanto na Europa quanto nos EUA, aumentaram as apostas de pausa no aperto monetário.
As bolsas em Nova York fecharam em tom positivo em meio ao aumento das apostas de manutenção dos juros americanos na faixa atual de 5,25% a 5,50% ao ano pelo Federal Reserve (Fed). O colegiado se reúne nos próximos dias 19 e 20.
O movimento acontece após o Departamento do Comércio divulgar novos dados de inflação.
Confira o fechamento de Nova York:
O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) registrou alta de 0,7% em agosto ante julho, segundo o Departamento do Comércio americano. O indicador veio acima das projeções de avanço de 0,4%. Na comparação anual, o PPI avançou 1,6% no mês.
O núcleo do PPI, que exclui itens mais voláteis como combustível, registrou alta de 0,3% em agosto, ante previsão de 0,2%. Na comparação anual, o núcleo avançou 3,0%, também acima do esperado.
As vendas no varejo cresceram 0,6% no mesmo período, ante expectativa era de alta de 0,1%.
Vale lembrar que ontem (13), o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 0,6% em agosto ante julho, como previsto. Na comparação anual, o CPI acumulou alta de 3,7% em agosto, ante as estimativas de +3,6%.
Embora o CPI tenha avançado, os analistas apontam a desaceleração dos núcleos como fator que pode fazer o Fed parar de subir os juros.
"No que diz respeito à política monetária, o IPC de agosto tinha pouco potencial para provocar uma alta nas taxas de juros de referência na reunião de setembro da Fed (banco central dos EUA), e uma manutenção com um tom agressivo é o cenário provável. Os mercados reagiram de forma ligeiramente positiva aos dados e os juros do título do tesouro com vencimento em 2 anos caíram cerca de 5 pontos base", escreve o analista Francisco Nobre, da XP, em relatório.
O dólar fechou a R$ 4,8727, em baixa de 0,91%, no mercado à vista.
A queda da moeda americana nos últimos dias está mais relacionada com o desempenho dos mercados internacionais — de olho, mais uma vez, na política monetária dos Estados Unidos.
Com a divulgação de novos dados econômicos nesta quinta-feira, as apostas de manutenção dos juros na faixa atual de 5,25% a 5,50% ao ano aumentaram e totalizam cerca de 97% de chance, segundo o monitoramento do CME Group.
As bolsas de Nova York estenderam os ganhos na última hora, com o impulso da expectativa de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) na próxima reunião, que acontece entre os dias 19 e 20 de setembro.
Na visão dos analistas, apesar do avanço da inflação ao consumidor e ao produtor na comparação mensal, os núcleos dos indicadores — entendido como a tendência dos preços, desconsiderando distúrbios resultantes de choques temporários — segue em desaceleração.
Os contratos do petróleo tipo Brent para novembro encerrou as negociações com alta de 1,98%, a US$ 93,70 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Os futuros do petróleo tipo WTI para outubro fechou com avanço de 1,86%, com o barril a US$ 90,16, na New York Mercatile Exchange (Nymex).
A commodity estendeu os ganhos após novos dados econômicos nos EUA, que reforçaram as expectativas de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de julho teve a divulgação adiada para a próxima terça-feira (19), às 9h (horário de Brasília), informou há pouco o Banco Central.
Inicialmente, o indicador, considerado a prévia do PIB, seria divulgado na segunda-feira (18).
Em dia de valorização das commodities no mercado internacional após novos estímulos econômicos na China, as empresas ligadas ao minério de ferro, como é o caso da Vale (VALE3), ocupam a ponta positiva do Ibovespa em peso no pregão desta quinta-feira (14).
A Bradespar (BRAP4) — holding que investe na Vale — lidera as altas do principal índice da B3 hoje após o JP Morgan elevar as projeções para a companhia e revisar as estimativas para todo o setor de mineração e siderurgia.
Por volta das 16h05, as ações da Bradespar (BRAP4) subiam 5,48%, negociadas a R$ 23,68. No mesmo horário, os papéis da Vale avançavam 4,77%, cotados a R$ 70,57.
O movimento mais positivo do setor ainda acompanha o desempenho do minério de ferro hoje. A commodity superou a marca dos US$ 120 por tonelada nos mercados à vista — e, na visão do JP Morgan, há espaço para novos ganhos ainda neste ano.
As ações da Bradespar (BRAP4), uma empresa do Bradesco, lideram os ganhos do Ibovespa após a revisão positiva do JP Morgan.
O banco elevou a recomendação neutra para compra dos papéis. Além disso, reiterou a recomendação de Vale (VALE3) como top pick do setor. A mineradora é o único ativo da Bradespar (BRAP4).
Os papéis BRAP4 registram alta de 5,43%, a R$ 23,67.
Não sou um negacionista das mudanças climáticas, mas também não sou negacionista das leis básicas da economia. Por isso, uma coisa que me intriga há algum tempo é como o mundo pode fazer uma transição dos combustíveis fósseis, como o petróleo, para a energia limpa sem que vivamos em um mundo estilo Mad Max, onde as pessoas se matam por gasolina.
E aparentemente eu não sou o único com essa dúvida.
Na semana passada, uma das maiores autoridades do assunto energia no Brasil, o Adriano Pires, publicou um texto no Estadão e nas suas redes sociais no qual ele faz exatamente essa reflexão.
Pires é fundador do CBIE, o Centro Brasileiro de Infraestrutura, e chegou a ser convidado para presidir a Petrobras ainda no governo de Jair Bolsonaro, mas não pôde assumir.
Mas por que a alta da demanda por petróleo dificulta a transição para energias limpas?
O Ibovespa acelera os ganhos com avanço de Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) e renova as mínimas com alta de 1,26%, aos 119.699 pontos.
Entre as maiores altas do dia, Bradespar (BRAP4) lideram os ganhos após o JP Morgan elevar a recomendação neutra para compra das ações.
Vale (VALE3), a ação mais negociada no pregão, sobe quase 5% com a valorização do minério de ferro e novos estímulos do BC chinês. O JP Morgan também reiterou a preferência (top pick) pela companhia no setor de mineração.
Na ponta negativa, Via (VIIA3) é a maior queda do dia após a companhia precificar a ação a R$ 0,80 no follow-on.
As companhias aéreas recuam em bloco com o avanço do petróleo no mercado internacional.
Após novos dados econômicos nos EUA, as apostas de manutenção dos juros pelo Federal Reserve aumentaram — mesmo com o avanço dos índices de preços ao produtor (PPI) e ao consumidor (CPI).
Os traders veem 97% de chance de o banco central norte-americano manter os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group.
Já as apostas pela alta de 25 pontos-base, que colocaria os juros nos EUA no intervalo de 5,50% a 5,75% ao ano, são de 3%.
Isso porque apesar do avanço dos índices na comparação mensal, em especial do CPI, os analistas apontam a desaceleração dos núcleos como fator que pode fazer o Fed parar de subir os juros.
"No que diz respeito à política monetária, o IPC de agosto tinha pouco potencial para provocar uma alta nas taxas de juros de referência na reunião de setembro da Fed (banco central dos EUA), e uma manutenção com um tom agressivo é o cenário provável. Os mercados reagiram de forma ligeiramente positiva aos dados e os juros do título do tesouro com vencimento em 2 anos caíram cerca de 5 pontos base", escreve o analista Francisco Nobre, da XP, em relatório.
Indicadores nos EUA
O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) registrou alta de 0,7% em agosto ante julho, segundo o Departamento do Comércio americano. O indicador veio acima das projeções de avanço de 0,4%. Na comparação anual, o PPI avançou 1,6% no mês.
O núcleo do PPI, que exclui itens mais voláteis como combustível, registrou alta de 0,3% em agosto, ante previsão de 0,2%. Na comparação anual, o núcleo avançou 3,0%, também acima do esperado.
As vendas no varejo cresceram 0,6% no mesmo período, ante expectativa era de alta de 0,1%.
Vale lembrar que ontem (13), o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 0,6% em agosto ante julho, como previsto. Na comparação anual, o CPI acumulou alta de 3,7% em agosto, ante as estimativas de +3,6%.
A estreia da Arm na bolsa de valores norte-americana Nasdaq poderia facilmente ter direito a fogos de artifício. A empresa de chips britânica conquistou o título de maior IPO do ano e tem tudo para ser a maior abertura de capital de tecnologia de 2023.
A oferta de ações levantou aproximadamente US$ 4,8 bilhões, equivalente a cerca de R$ 23,35 bilhões, nas cotações atuais.
A empresa sediada no Reino Unido listou cerca de 95,5 milhões de American Depositary Shares (ADS, ou recibo de depósitos, em português). Cada papel foi precificado a US$ 51, no patamar mais alto da faixa indicativa de preço da oferta, que começava em US$ 47.
Com a abertura de capital, a companhia passou a ser avaliada em US$ 54,5 bilhões (R$ 265,1 bilhões).
As ações das companhias aéreas operam pressionadas pela alta do petróleo no mercado internacional, que tende a elevar os preços dos combustíveis em breve.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 13,13 | -4,09% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,57 | -3,38% |
O Ibovespa opera em alta de 0,86%, aos 119.196 pontos. O tom positivo deve-se a novos estímulos na China e a expectativa de pausa nos juros nos EUA e na Europa.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 23,68 | 5,48% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 70,05 | 3,99% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,45 | 3,32% |
| CSAN3 | Cosan ON | R$ 18,43 | 3,19% |
| RAIL3 | Rumo ON | R$ 23,98 | 2,83% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| VIIA3 | Via ON | R$ 0,89 | -19,82% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 13,14 | -4,02% |
| CYRE3 | Cyrela ON | R$ 21,79 | -3,41% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,57 | -3,38% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 7,80 | -2,74% |
Em dia de apetite nos mercados internacionais, o Ibovespa opera em alta e alcança os 119 mil pontos.
Por aqui, a agenda é mais esvaziada e as atenções dos investidores se concentram no noticiário corporativo.
O tom positivo do Ibovespa é puxado pela retomada de otimismo com o crescimento da China, em reação ao anúncio de novos estímulos na segunda maior economia do mundo. O Banco Central do Povo Chinês (PBoC, na sigla em inglês) reduziu em 0,25 ponto percentual a taxa de depósitos compulsórios.
Além disso, há expectativa de pausa nos juros na Europa e nos EUA.
Hoje, o BCE elevou os juros na Zona do Euro à taxa referencial de 4% ao ano, mas a presidente Christine Lagarde afirmou que o colegiado deve focar, a partir de agora, na avaliação da duração necessária do atual nível dos juros para estabilidade dos preços.
Nos EUA, o avanço dos dados de inflação ao produtos e vendas no varejo acima do esperado reforçaram as expectativas de manutenção dos juros pelo Fed na próxima reunião.
Entre os destaques do Ibovespa estão:
PONTA POSITIVA
PONTA NEGATIVA
O dólar opera a R$ 4,8648, com queda de 1,07%, no mercado à vista.
As bolsas europeias fecharam em forte alta após a decisão do Banco Central Europeu (BCE) em elevar os juros em 25 pontos-base.
Os investidores aumentaram a exposição ao risco com expectativas de pausa do aperto monetário. A presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou que o foco dos dirigentes deve ser a duração necessária do atual nível dos juros para estabilidade dos preços a partir de agora.
As ações da Vale (VALE3) sobem 4,01%, a R$ 70,06 no Ibovespa, em dia de maior apetite ao risco nos mercados acionários.
A mineradora é beneficiada pela alta de quase 1% na tonelada do minério de ferro em Dalian, após novos estímulos na China.
Além disso, o JP Morgan reiterou a recomendação de compra das ações VALE3 e a preferência pela companhia (top pick) do setor de commodities metálicas.
Na avaliação do banco, os papéis da mineradora estão ainda "baratos", com valution equivalente a 3,7 vezes o EV/Ebitda, além da perspectiva de alta nos volumes da companhia no curto prazo.
A Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) divulgou nota nesta quarta-feira (13), pedindo a rejeição integral da Medida Provisória (MP) que altera a tributação sobre as grandes empresas que recebem benefícios fiscais dos Estados. O texto é um dos principais itens da pauta arrecadatória do Ministério da Fazenda, comandado por Fernando Haddad.
A expectativa da pasta é levantar R$ 35,3 bilhões com a nova legislação. No entanto, para a Abrasca, o Executivo desrespeitou decisões do Legislativo e do Judiciário com o objetivo de aumentar a carga tributária, o que representa uma "grave violação à segurança jurídica".
A associação alega que a MP vai muito além de uma simples regulamentação da decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que tratou do tema. "Percebe-se, por evidente, uma ruptura do regime vigente, com mudanças significativas e desfavoráveis aos contribuintes e aos entes que concedem tais subvenções", diz a nota.
Em maio, o STJ decidiu que as empresas só poderiam abater dos tributos federais (como Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido, a CSLL) os benefícios estaduais que fossem ligados a investimentos, e não a custeio — o que foi considerado uma vitória do governo.
O cenário do Ibovespa e do dólar aparentemente se inverteu nos primeiros 15 dias de setembro.
Enquanto em agosto, o principal índice da bolsa de valores renovou o recorde histórico de 13 sessões consecutivas de queda, neste mês, já acumula alta de quase 3%.
O movimento também é visto no mercado cambial. O dólar voltou a operar abaixo de R$ 4,90 nesta quinta-feira (14). A moeda americana chegou a ser cotada a R$ 4,8628 (-1,11%), na mínima intradiária.
Ao longo do pregão, o dólar arrefeceu a queda ante o real e encerrou as negociações em baixa de 0,91%, a R$ 4,8727.
O Grupo Casas Bahia (VIIA3), conhecido anteriormente como Via, precificou uma oferta pública de ações a R$ 0,80, desconto de quase 28% em relação ao preço de fechamento na quarta-feira.
É hora de fugir das ações da varejista? O analista Fernando Ferrer, da Empiricus Research, responde no Giro do Mercado de hoje (14).
Lá fora, o Banco Central Europeu (BCE) elevou a sua taxa de juros de referência (taxa de depósito) em 0,25 ponto percentual, para sua máxima histórica.
Por que a decisão do BCE é importante para o investidor brasileiro? A analista Lais Costa participa da edição de hoje para explicar os impactos da notícia.
Acompanhe:
No universo automobilístico, o rali costuma ter trechos e duração demarcados, com um início e término definidos para a competição. Na bolsa de valores, porém, os ralis de ações não tem hora para começar ou acabar, podendo durar apenas dias ou prolongarem-se por meses e anos.
A XP acredita que esse último cenário será o caso do rali da construtora Moura Dubeux (MDNE3).
Os papéis da companhia já acumulam alta de mais de 87% neste ano, mas a corretora prevê que eles chegarão ainda mais longe em 2024.
Os analistas iniciaram nesta quinta-feira (14) a cobertura das ações com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 16,50 por ação para o final do próximo ano. A cifra implica em um potencial de alta de 53% ante à cotação atual.
Apesar dos dados de inflação ao produtos e vendas no varejo nos EUA, as bolsas de Nova York operam em alta após a abertura com os investidores apostando na manutenção dos juros americanos na próxima reunião do Fed.
Na abertura das negociações, as ações da Via (VIIA3) registraram queda de 31,53%, a R$ 0,76, após a companhia precificar a oferta de ações a R$ 0,80 por papel.
Com a forte queda, as ações VIIA3 tiveram as operações paralisadas e seguem em leilão no Ibovespa.
Após uma oferta de ações extremamente descontada em relação às expectativas iniciais, as ações da Via (VIIA3) — que passa a se apresentar como Grupo Casas Bahia — despencam na B3 nesta quinta-feira (14).
Logo na abertura do pregão de hoje, os papéis VIIA3 saíram de leilão com queda de 31,53% na bolsa brasileira, negociados a R$ 0,76. No acumulado de 2023, os ativos da varejista tiveram desvalorização de 68%.
Já era esperado que a Via teria que aceitar um desconto para emplacar a oferta devido à demanda mais fraca, mas o follow-on acabou captando bem menos do que o esperado.
Com um preço de R$ 0,80 por ação — cerca de 28% abaixo da cotação no último fechamento — e a emissão de 78.649.283 novos papéis, a oferta movimentou R$ 623 milhões.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 23,50 | 4,68% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,52 | 3,90% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 69,35 | 2,95% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 6,94 | 2,06% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,41 | 2,80% |
E as maiores quedas do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,53 | -3,44% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,51 | -1,53% |
| RENT3 | Localiza ON | R$ 62,17 | -1,21% |
| CYRE3 | Cyrela ON | R$ 22,35 | -0,93% |
| ENEV3 | Eneva ON | R$ 12,02 | -0,74% |
O Ibovespa abre em alta de 0,77%, aos 119.084 pontos. O tom positivo acompanha a melhora da perspectiva com China, após o Banco Central do país anunciar a redução na taxa de depósitos compulsórios.
O avanço das commodities também impulsiona os ativos em dia de agenda externa mais cheia.
Mais cedo, o BCE elevou os juros da Zona do Euro em 25 pontos-base, a 4,50% ao ano. Nos EUA, a inflação ao produtor e as vendas no varejo avançaram acima da expectativa em agosto, na comparação mensal.
Os recibos de ações das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam em alta na esteira da valorização das commodities no mercado internacional.
O petróleo tipo Brent sobe 1,31%, a US$ 93,08 e o minério de ferro registra alta de 0,82%, a US$ 118,74 a tonelada.
O PULSAR MONETÁRIA: DECISÕES RELEVANTES PARA A ZONA DO EURO
Na agenda relativamente tranquila do Brasil, nossa atenção se volta para dois importantes eventos internacionais.
Primeiramente, observamos de perto a decisão de política monetária na Zona do Euro, uma vez que os investidores estão ansiosos para entender a orientação futura da autoridade europeia, após uma série de aumentos consecutivos nas taxas de juros.
Em segundo lugar, voltamos nossos olhares para os Estados Unidos, que hoje divulgarão o índice de preços ao produtor de agosto, um dia após a divulgação dos números da inflação ao consumidor que deixou o mercado com sentimentos mistos.
No cenário global, a maioria das ações asiáticas apresentou pequenos ganhos nesta quinta-feira, seguindo a tendência de alguma força em Wall Street.
Os mercados parecem acreditar que o recente aumento na inflação nos Estados Unidos não será suficiente para desencadear mais aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve.
Na Europa, os mercados também estão em alta nesta manhã, assim como os futuros de ações nos Estados Unidos.
Além disso, no mercado de commodities, o preço do petróleo está se aproximando dos US$ 93 por barril.
A ver…
00:43 — Inconsistente
No cenário brasileiro, após um período de inflação mais controlada do que o esperado e três dias consecutivos de alta nos mercados, os investidores agora estão voltando sua atenção para a situação fiscal do país.
A perspectiva de atingir um déficit zero no próximo ano não encontra muitos adeptos e parece que os desafios são ainda maiores do que o inicialmente previsto.
Isso se deve ao fato de que muitas das medidas propostas pelo governo para arrecadar os necessários R$ 168 bilhões nos próximos meses não parecem condizer com a realidade.
Em outras palavras, não apenas as projeções de receita no orçamento parecem superestimadas, mas também os gastos parecem subestimados.
Há estimativas que sugerem que o pacote de medidas do governo, destinado a gerar R$ 168 bilhões no próximo ano, pode, na verdade, produzir menos de R$ 100 bilhões em receitas.
A diferença é substancial e a ausência de um plano claro é motivo de preocupação. É uma coisa saber que o governo não conseguirá cumprir a meta, mas é muito diferente não ter qualquer indicação de um Plano B.
Como mencionado anteriormente, a preocupação com a situação fiscal pode influenciar a condução da política monetária, reduzindo as chances de um corte de 75 pontos na taxa de juros.
01:33 — Dados ao produtor
Nos Estados Unidos, os investidores receberam satisfatoriamente a notícia de que a inflação aumentou pelo segundo mês consecutivo em agosto. O índice de preços ao consumidor registrou um aumento de 3,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, superando a taxa de 3,2% observada em julho.
Mais da metade desse salto inflacionário foi impulsionada pelo aumento nos preços dos combustíveis. A inflação nos preços de energia tem sido o principal fator por trás do surto inflacionário pós-pandemia, afetando diretamente os custos de transporte e commodities, e influenciando todo o conjunto de preços.
No entanto, os preços dos combustíveis não são os únicos responsáveis por essa situação.
Os custos relacionados ao transporte, como aluguéis de veículos e passagens aéreas, bem como os prêmios de seguro de automóveis, também registraram aumentos significativos em agosto.
Além disso, os custos de habitação continuaram a subir, marcando o 40º mês consecutivo de elevação, embora em um ritmo ligeiramente mais moderado.
Embora isso possa não ser uma notícia auspiciosa à primeira vista, há espaço para otimismo. Excluindo os preços voláteis dos alimentos e da energia, o quadro inflacionário parece um pouco mais favorável.
A trajetória atual da inflação subjacente torna improvável que o Federal Reserve (Fed) aumente as taxas de juros na próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto, que ocorre na próxima semana.
No entanto, os riscos inflacionários a médio prazo sustentam a perspectiva de que o banco central manterá as taxas em níveis mais elevados por um período mais prolongado.
Em relação à agenda econômica, aguardamos os dados de vendas no varejo de agosto, bem como o índice de preços ao produtor do mesmo mês, que aumentou 1,6% em relação ao ano anterior, representando uma aceleração em relação a julho.
02:43 — Mudanças no velho continente
Na Europa, os 22 diretores do Banco Central Europeu (BCE) estão reunidos hoje para deliberar sobre a política monetária que abrange todo o continente.
Os investidores estão calculando uma probabilidade de uma em três de que o banco central aumente suas principais taxas de juros de curto prazo em um quarto de ponto percentual, atingindo 4%.
É importante notar que o BCE elevou sua taxa alvo de -0,5% para 3,75% em um período de pouco mais de um ano.
O dilema enfrentado pelo Banco Central Europeu em relação ao décimo aumento consecutivo das taxas de juros depende principalmente de quão rapidamente suas projeções indicam uma desaceleração da inflação.
As dúvidas em torno da ação do BCE têm impulsionado as taxas de swap do euro em toda a curva, ao mesmo tempo em que enfraquecem o euro (não devido à força do dólar desta vez).
Em teoria, a força ou fraqueza de uma moeda específica reflete, em parte, as expectativas sobre o retorno real que se pode obter ao manter essa moeda; ou seja, a taxa de juros durante o período em questão, descontada a inflação esperada para o mesmo período.
Simultaneamente, a robustez de uma moeda também reflete as perspectivas de crescimento econômico e os termos de troca, que representam a relação entre os preços de exportação e importação de um país. No momento, nada parece estar favorecendo a força do euro.
03:40 — E a valorização asiática?
Para que o yuan e o iene recuperem seu valor em relação ao dólar no longo prazo, os bancos centrais da China e do Japão dependem de uma redução nas expectativas das taxas de juros e dos rendimentos dos Treasuries nos Estados Unidos.
Tanto o yuan quanto o iene estão atualmente em níveis próximos de suas mínimas históricas em comparação com o dólar.
Isso reflete o contínuo aumento das expectativas das taxas de juros nos Estados Unidos, o que resultou em uma diferença significativa entre os rendimentos de curto prazo nos EUA e aqueles na China e no Japão, atingindo os níveis mais altos desde meados da década de 2000.
É importante notar que as intervenções cambiais na China e no Japão provavelmente proporcionarão apenas um alívio temporário para ambas as moedas.
Em resumo, tanto o yuan quanto o iene só poderão se valorizar quando as expectativas de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos diminuírem.
04:18 — Expandindo novamente
Uma nova data foi sugerida pelo Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, para a expansão da União Europeia (UE).
As próximas reuniões dos líderes da UE devem se concentrar na expansão do bloco comercial até 2030, com o objetivo de ampliar sua influência, assertividade e remodelar a abordagem global para o desenvolvimento.
A última grande expansão da UE ocorreu no início dos anos 2000, quando o bloco se expandiu para a Europa Central e Oriental.
No entanto, a partir da década de 2010, surgiu um pensamento diferente devido à crise da dívida europeia e à crise de imigração.
Esses eventos alimentaram o euroceticismo, que culminou no referendo do Brexit em 2016, com a saída do Reino Unido da UE.
Recentemente, eventos como as lutas econômicas do Reino Unido, a pandemia de Covid-19 e a invasão russa da Ucrânia mudaram a dinâmica em direção ao pró-europeísmo, embora ainda haja obstáculos a serem superados para promover uma maior integração.
Em junho de 2022, a UE aceitou a Ucrânia e a Moldávia como candidatos formais à adesão à UE. Além disso, o bloco tem trabalhado para impulsionar o processo de adesão de vários países dos Balcãs, que há décadas buscam a integração europeia.
A Geórgia também foi reconhecida como um possível membro, embora as negociações de adesão com a Turquia estejam atualmente suspensas.
Considerando fatores demográficos e a necessidade de uma política de imigração mais eficaz, a expansão da União Europeia parece ser uma abordagem para promover uma maior integração entre os países do continente.
Os índices futuros de Nova York desaceleraram alta após o PPI avançar mais do que o esperado. Além disso, as vendas no varejo cresceram 0,6% em agosto ante julho — a expectativa era de alta de 0,1%.
Em reação à decisão do BCE em elevar os juros da Zona do Euro em 25 pontos-base, a 4,50% ao ano, as bolsas europeias reduziram alta:
O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) registrou alta de 0,7% em agosto ante julho nos EUA, informou há pouco o Departamento do Comércio americano.
O indicador veio acima das projeções de avanço de 0,4%.
Na comparação anual, o PPI avança 1,6% em agosto, enquanto as estimativas apontavam avanço de 1,2%.
O núcleo do PPI, que exclui itens mais voláteis como combustível, registrou alta de 0,3% em agosto, ante previsão de 0,2%. Na comparação anual, o núcleo avançou 3,0%, também acima da expectativa de 2,6%.
Os juros futuros (DIs) abriram próximos da estabilidade em toda a curva, ainda em meio à alta do dólar e tom misto dos rendimentos dos Treasuries antes de dados de inflação ao produtor.
Acompanhe:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,29% | 12,30% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,38% | 10,38% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,02% | 10,01% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,25% | 10,25% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,58% | 10,58% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,80% | 10,80% |
O Banco Central Europeu (BCE) elevou os juros da Zona do Euro em 25 pontos-base, a 4,50%. Este é o décimo aumento consecutivo na taxa.
A maior parte dos investidores, por sua vez, apostavam em manutenção da taxa, segundo dados do Refinitiv.
Sendo assim, as taxas da região ficaram:
No documento da decisão, o BCE afirma que os "juros ficarão em níveis suficientemente restritivos pelo tempo que for necessário" e cortou "de modo significativo" as projeções de crescimento da Zona do Euro.
O colegiado espera que o Produto Interno Bruto da região cresça 0,7% em 2023, 1% em 2024 e 1,5% em 2025.
Os investidores agora aguardam a coletiva de imprensa com a presidente do BCE, Christine Lagarde.
O volume de serviços prestado avançou 0,50% em julho ante junho, na série com ajuste sazona, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O dado veio em linha com o consenso de mercado.
Na comparação anual, o volume de serviços acumula alta de 3,50% em julho. No acumulado de 12 meses, o setor avança 6,00%, ante o crescimento de 6,20% até julho.
O dólar abre a R$ 4,9217, com leve alta de 0,09%, no mercado à vista.
O Ibovespa futuro abre em alta de 0,53%, aos 120.130 pontos e acompanha o tom positivo do exterior.
Os recibos de ações (ADRs, na sigla em inglês) da Vale passaram a subir mais de 2% por volta das 8h de hoje na bolsa de Nova York.
O impulso veio após a China anunciar novos estímulos à economia, com um corte de 25 pontos-base na taxa de compulsório bancário.
A mineradora também avança no exterior devido à alta do preço do minério de ferro, que fechou em alta de 0,82% em Dalian, também na China, cotado a US$ 118,74 por tonelada.
| Horário | Local | Evento/Indicador |
| 7h | França | OCDE divulga PIB do 2º trimestre |
| 9h | Brasil | IBGE divulga o volume de serviços em julho |
| 9h15 | Zona do Euro | BCE divulga decisão de política monetária |
| 9h30 | Estados Unidos | Índice de preços ao produtor (PPI) de agosto |
| 9h45 | Zona do Euro | Coletiva da presidente do BCE, Christine Lagarde |
| 23h | China | Produção industrial e vendas no varejo de agosto |
A atividade econômica do grupo das 20 maiores economias do mundo — conhecidas como G20 — cresceu 0,7% no segundo trimestre de 2023 em relação ao período imediatamente anterior.
O resultado veio aquém do esperado, mostrando uma desaceleração em relação ao primeiro trimestre do ano, quando houve alta de 1% em relação aos últimos três meses de 2022.
O resultado foi impactado, entre outras coisas, pela desaceleração de grandes economias na passagem do primeiro para o segundo trimestre, como a China, que teve expansão de 2,2% e 0,8% nos respectivos períodos.
O Brasil também perdeu força (de 1,8% para 0,9%), bem como a Índia (de 2,1% para 1,9%), ainda que impactando em menor grau o índice cheio.
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul nesta quinta-feira.
Os investidores estão na expectativa em relação ao índice de preços ao produtor e às vendas no varejo norte-americano.
Veja como estavam os índices futuros de Wall Street por volta das 7h:
As principais bolsas de valores da Europa abriram sem uma direção clara, mas seguiram uma tendência de alta nesta quinta-feira.
Os investidores aguardam a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).
Parte do mercado passou a apostar em uma nova alta de juros depois de a Reuters ter publicado que a equipe técnica do BCE elevaria as projeções de inflação e reduziria as estimativas de crescimento econômico da zona do euro em 2023 e 2024.
Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta quinta-feira.
Os índices da região subiram diante da percepção dos investidores de que o arrefecimento dos núcleos da inflação nos Estados Unidos será suficiente para convencer os dirigentes do banco central norte-americano a interromperem a alta dos juros.
Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje.
O Ibovespa fechou em alta na esteira das commodities e continuidade do alívio nos juros futuros.
Com a agenda esvaziada, o mercado acionário foi movimentado por notícias corporativas, com destaque para a parceria de Weg (WEGE3) com a Petrobras (PETR4).
Lá fora, as atenções se concentram na inflação ao consumidor nos Estados Unidos. O CPI avançou 0,6% em agosto ante julho, como o previsto.
O indicador reforçou as expectativas de manutenção dos juros no intervalo entre 5,25% a 5,50% ao ano na próxima reunião do Fed, que acontece entre os dias 19 e 20 de setembro.
As bolsas de Nova York fecharam sem direção única: S&P 500 e Nasdaq em alta e Dow Jones em tom negativo.
Na véspera da decisão do Banco Central Europeu (BCE), os índices europeus terminaram o dia no vermelho.
O recuo da produção industrial da Zona do Euro e do Reino Unido foi acima do esperado, dando novos sinais de desaceleração econômica na região.
O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 0,18%, aos 118.175 pontos. O dólar fechou a R$ 4,9173, com baixa de 0,72%, no mercado à vista.
Confira o que movimentou os mercados na última quarta-feira (13).
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo