O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A poupança é campeã em número de investidores, mas perde para inflação. Veja porque as cadernetas são uma “cilada” e conheça ativos que podem dobrar o seu dinheiro em cinco anos.
A poupança ainda é o investimento preferido dos brasileiros, de acordo com relatório elaborado pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). Cerca de 23% da população, com algum tipo de aplicação financeira, deixa dinheiro guardado nas famosas cadernetas.
O grande problema é que, há algum tempo, investir na poupança significa perder dinheiro. Assim, em um cenário de inflação de dois dígitos, a expectativa para 2022 é de que a rentabilidade real das cadernetas seja negativa.
Não é pouco dinheiro, nem pouca gente. Os depósitos na poupança somam mais de R$ 1 trilhão, segundo dados do Banco Central.
Então, se você tem dinheiro na poupança, está na hora de repensar os seus investimentos. Veja a seguir por que esse tipo de aplicação não é a melhor escolha na renda fixa e como e onde encontrar ativos que ofereçam uma rentabilidade acima da inflação.
As cadernetas de poupança são investimentos de renda fixa. Ou seja, elas oferecem um retorno conhecido e, teoricamente, o investidor não corre o risco de perder dinheiro com esse tipo de aplicação. Sim, teoricamente, pois o que acontece na prática é um pouco diferente.
Desde 2012, a regra da remuneração da poupança mudou. Atualmente, esse tipo de aplicação paga de acordo com o patamar em que se encontra a taxa Selic. Assim temos que:
Leia Também
No cenário atual, em que a taxa Selic está a 13,25% ao ano, até o dia 08/07 a poupança pagou juros mensais de 0,66%. Ou seja, 0,5%, como previsto na regra, mais 0,16% da Taxa Referencial. Assim, no primeiro semestre de 2022 a rentabilidade das cadernetas foi de 3,65%.
Talvez você esteja se perguntando: “se a poupança pagou 3,65% no primeiro semestre, como é que eu perdi dinheiro?”. Já te explico. Considerando só essa informação, não parece tão ruim investir na poupança. Mas, quando falamos de investimentos, existe o rendimento nominal e o real.
O rendimento nominal é este que o ativo, neste caso a poupança, promete pagar. Já o rendimento real é o que de fato, o seu dinheiro vai valer, após descontar a inflação. Como você deve saber, a inflação faz com o que os preços de produtos e serviços disparem e diminui o nosso poder de compra.
Assim, a lógica é que um bom ativo é aquele que tem remuneração real acima da inflação. Mas, não é o que acontece na poupança. No primeiro semestre de 2022, a inflação oficial foi de 5,49%.
Considerando que as cadernetas estão pagando 3,65% podemos dizer que a rentabilidade real da poupança foi negativa em -1,84%.
Ou seja, se você faz aplicações na poupança está perdendo para a inflação e o seu patrimônio está se desvalorizando.
Como a poupança é a aplicação mais “conhecida” do brasileiro e um sinônimo de segurança, é normal que muita gente deixe seu dinheiro lá por puro comodismo. Mas a verdade é que o investidor que busca ganhos maiores precisa se mexer e entender de mercado.
A boa notícia é que existem outras alternativas para quem deseja investir com segurança, sem perder para a inflação. Na verdade, alguns ativos da renda fixa acabam se beneficiando da taxa básica de juros (Selic) elevada. Há também ativos que pagam uma taxa fixa mais a correção de acordo com o IPCA.
Isso quer dizer que, em investimentos como o Tesouro IPCA, além dos juros, o seu rendimento será corrigido pela inflação na data do pagamento. Assim, esse mecanismo garante que o seu patrimônio não desvalorize. É possível encontrar ativos pagando juros de 7,92% a.a. + IPCA.
Já o Tesouro Selic 2025 está oferecendo juros no patamar da taxa Selic + 0,0964% ao ano. Ou seja, considerando que a taxa básica de juros atualmente é de 13,25%, este ativo está pagando 13,34% por ano. Este título também conta com liquidez diária, ou seja, você pode resgatar a qualquer momento.
Além disso, há duas diferenças importantes entre a poupança e o Tesouro Selic. Nas cadernetas é preciso esperar o aniversário da aplicação para receber, já no T.S. os rendimentos são creditados diariamente.
Há ainda outras opções que rendem mais que a poupança como CDBs, LCs e debêntures. Alguns desses investimentos são isentos de imposto de renda e contam com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). O FGC garante que, caso o banco ou instituição financeira quebre, o investidor receba o dinheiro de volta no limite de até R$ 250 mil.
Agora que você já sabe que a poupança não é a melhor opção de investimento e que há outros ativos pagando juros gordos, acima da inflação resta saber onde encontrar esses ativos e como começar a investir neles.
Se você estava acostumado com as aplicações na poupança, só a ideia de ter que abrir conta em uma corretora pode parecer algo complicado, mas não é. Tudo o que você precisa é de um guia com os primeiros passos, sem termos difíceis de “economês” e fácil de acessar.
Por isso, a Empiricus decidiu ensinar gratuitamente o passo a passo para quem deseja investir do zero. O curso “Como começar a investir” reúne o bê-a-bá do mercado, desde abrir conta em uma corretora até como comprar e vender ações e você pode ter acesso ao conteúdo via WhatsApp.
As aulas são ministradas pelo analista Vinícius Bazan que, além de professor deste curso, lidera algumas das carteiras de investimentos mais rentáveis da Empiricus.
O curso também terá uma aula bônus com o co-fundador da Empiricus, Felipe Miranda. O analista tem cerca de 20 anos de experiência no mercado e vai te ensinar como funcionam os ciclos econômicos no Brasil.
Uma das grandes vantagens deste curso é que você não precisa estar cadastrado em nenhuma plataforma, pois, todas as aulas serão encaminhadas para você via WhatsApp. Dá uma olhadinha no que você vai receber:
Toda segunda-feira começa uma nova turma do curso “Como começar a investir”. Então, não perca a chance de aprender a investir de forma 100% gratuita e por meio do WhatsApp. Clique neste link ou no botão abaixo e garanta a sua vaga para participar da próxima turma.
O melhor que você tem a fazer é investir em conhecimentos que lhe ajudem a buscar opções melhores para sua carteira.
Mas, se já está pronto para colocar a mão na massa e deseja receber as melhores opções de investimento em renda fixa, sugiro que se cadastre também neste link.
Os leitores cadastrados recebem as melhores ofertas de renda fixa do mercado, que “humilham” a rentabilidade da poupança. Olha só alguns exemplos:
Os dois títulos têm garantia do FGC para aportes de até R$ 250 mil, por CPF. Ou seja, além de renderem bem mais que a poupança, são aplicações seguras.
Se você não viu essas ofertas no seu banco, cadastre-se aqui para ser avisado sobre as próximas oportunidades.
Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas
Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos
Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado
O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo
BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano
Em carta mensal, Sparta analisa por que os eventos de crédito deste ano não doeram tanto no mercado de debêntures quanto os de empresas como Americanas e Light em 2023 e avalia os cenários de risco e oportunidades à frente
Pierre Jadoul não vê investidor disposto a tomar risco e enfrentar volatilidade enquanto juros continuarem altos e eleições aumentarem imprevisibilidade
O produto estará disponível por tempo limitado, entre os dias 24 e 28 de novembro, para novos clientes
Após o tombo do Banco Master, investidores ainda encontram CDBs turbinados — mas especialistas alertam para o risco por trás das taxas “boas demais”
Levantamento da Anbima mostra que a expectativa de queda da Selic puxou a valorização dos títulos de taxa fixa
A correção de spreads desde setembro melhora a percepção dos gestores em relação às debêntures incentivadas, com o vislumbre de retorno adequado ao risco
Surpresa da divulgação do IPCA de outubro foi gatilho para taxas do Tesouro Direto se afastaram dos níveis mais altos nesta terça-feira (11)
BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano
Queda inesperada de demanda acende alerta para os fundos abertos, porém é oportunidade para fundos fechados na visão da gestora
Queda inesperada de demanda por debêntures incentivadas abriu spreads e derrubou os preços dos papéis, mas movimento não tem a ver com crise de crédito
Funcionalidade facilita o acompanhamento das aplicações, refletindo o interesse crescente por renda fixa em meio à Selic elevada
As três gigantes enfrentam desafios distintos, mas o estresse simultâneo nos seus títulos de dívida reacendeu o temor de um contágio similar ao que ocorreu quando a Americanas descobriu uma fraude bilionária em 2023
Juro real no título indexado à inflação é histórico e pode mais que triplicar o patrimônio em prazos mais longos
Prêmio pago no título público está nas máximas históricas, mas existem algumas condições para conseguir esse retorno total no final
Captação no mercado externo neste ano já soma US$ 29,5 bilhões até setembro, segundo a Anbima