O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco retoma cobertura da empresa com recomendação “outperform” e acredita que a geração de caixa será “forte demais para ser ignorada, especialmente no curto prazo”
As notícias envolvendo a Petrobras (PETR3; PETR4) nos últimos tempos não têm sido animadoras. Se, por um lado, a alta nos preços do petróleo deveria beneficiar a companhia, por outro, os seguidos aumentos nos preços dos combustíveis pressionam a inflação e deixam a população e o governo bastante insatisfeitos.
Com isso, a pressão governamental sobre a política de preços da estatal, as constantes trocas de presidentes e até uma ameaça de CPI colocam uma nuvem de incertezas sobre as ações da Petrobras.
Porém, apesar todo o ruído provocado por este noticiário pesado, os analistas do Itaú BBA acreditam que as ações da Petrobras já estão descontadas o bastante até mesmo para acomodar os cenários mais extremos e improváveis.
O banco vê a empresa negociando a uma relação de 2 vezes o EV/Ebitda (valor da firma sobre o Ebitda) projetado para 2022 e 2,1 vezes o EV/Ebitda projetado para 2023.
"No nosso cenário-base, nós ajustamos nossas lentes para focar nos fundamentos fortes da companhia e sua sólida performance operacional. Estes, combinados com os altos preços do petróleo e volumes de produção crescentes, tendem a resultar em uma geração de fluxo de caixa forte demais para ser ignorada, especialmente no curto prazo."
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADETrecho de relatório do Itaú BBA sobre a Petrobras.
Assim, o Itaú BBA retomou a cobertura dos papéis da petroleira com recomendação "outperform" (equivalente a compra) para as ações preferenciais (PETR4) e preço-alvo para o final de 2022 de R$ 43, um potencial de valorização de 63% ante o preço de fechamento da última sexta-feira (24).
Leia Também
O Itaú BBA reconhece os riscos postos à frente da Petrobras. A principal incerteza dos investidores no curto prazo é a possibilidade de uma pressão do governo alterar a política de preços da companhia, que hoje preconiza a paridade com os preços do petróleo e seus derivados no mercado internacional.
De fato, dizem os analistas Monique Greco, Renan Moura e Eric de Mello, uma eventual mudança na política de preços da estatal pode ter impactos consideráveis sobre a empresa. E mesmo a atual volatilidade dos preços do petróleo já traz pressão adicional sobre as ações da companhia.
"Por outro lado, nós achamos que a atual combinação sem precedentes de preços do petróleo, crack spreads [diferença entre o preço do barril de petróleo e dos produtos refinados] e taxa de câmbio, junto com um ambiente volátil pré-eleição, já atuaram como um robusto teste de estresse da capacidade da companhia de eventualmente atingir a paridade internacional", diz o relatório.
Os analistas, assim, acreditam que, no médio prazo, os preços internacionais vão se acomodar, o que tornará mais fácil, para a Petrobras, manter os preços alinhados, tornando mudanças intensas na política de preços menos prováveis.
"Assim, o ruído relacionado aos preços está provavelmente no seu ponto mais alto atualmente, com a companhia ainda tendo dificuldade de manter a paridade com os preços internacionais nas máximas."
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar