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Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril.
De novo

À beira de um calote? Fitch rebaixa rating da Argentina para CCC-, última nota antes de um default se tornar ‘provável’

Agência vê risco tanto para a dívida interna quanto para a externa, com baixas reservas internacionais e títulos com juros altos e vencimentos próximos

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
26 de outubro de 2022
17:05 - atualizado às 17:18
Bolsa de valores da Argentina dispara, mas vale a pena investir?
Bolsa de valores da Argentina dispara, mas vale a pena investir? - Imagem: Shutterstock

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou o rating dos títulos públicos de longo prazo em moeda estrangeira e dos títulos públicos em moeda local da Argentina de CCC para CCC-, nesta quarta-feira (26). A revisão sugere que o país vizinho está ainda mais próximo de dar calote nas suas dívidas externa e interna.

Na classificação de emissores de dívida da Fitch, o nível CCC corresponde a "Risco de crédito substancial", com margem de garantia "muito baixa" e "possibilidade real de calote". Isso significa que a nota CCC- é a última antes de o emissor cair para CC, patamar em que algum tipo de default se torna provável, segundo a Fitch.

O rebaixamento da classificação de risco da dívida externa da Argentina, diz a Fitch, reflete um "profundo desequilíbrio macroeconômico e posição de liquidez externa muito restrita" no país, o que deve minar a capacidade de pagamento dos hermanos à medida que o custo da sua dívida em moeda estrangeira aumentar nos próximos anos.

A agência destaca a pressão sobre as reservas internacionais líquidas da Argentina, que caíram a uma posição de apenas US$ 1,3 bilhão em agosto.

Inflação projetada de 100% ao ano

Para a Fitch, o Mecanismo de Fundo Estendido criado em março pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) ainda não se mostrou uma âncora forte o suficiente para melhorar as políticas de construção de reservas internacionais e as perspectivas de recuperação de acesso ao mercado.

Também não é claro, continua a Fitch, se esses objetivos poderão ser atingidos independentemente dos resultados das eleições de 2023, "elevando os riscos de um evento de crédito".

Já o rebaixamento da classificação de risco da dívida interna argentina reflete a visão da agência de que a capacidade de pagamento em moeda local também está comprometida, uma vez que um volume grande de títulos denominados em peso vence no próximo ano e pode ser difícil rolar essa dívida com a volatilidade nos mercados que tende a marcar os períodos pré-eleitorais na Argentina.

A Fitch projeta uma inflação de 100% para a Argentina em 2022, maior nível para o indicador em décadas, ante 51% em 2021. A taxa básica de juros foi elevada pelo banco central argentino a 107% ao ano, após anos de estabilidade, mas ainda assim a entidade ainda não conseguiu atingir os juros reais positivos exigidos pelo instrumento do FMI.

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