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O programa de recompra de ações não obriga a corretora a adquirir uma quantidade específica de papéis e pode ser modificada ou descontinuada a qualquer momento
A XP (XPBR31) anunciou nesta quarta-feira (11) um programa de recompra de até R$ 1 bilhão de ações classe A, que são negociadas na Nasdaq. A operação será realizada com o caixa existente da companhia.
Segundo a corretora, o período de recompra vai de amanhã (12) até completar o programa ou até 12 de maio de 2023 — o que acontecer primeiro a depender de condições de mercado.
O programa de recompra de ações não obriga a XP a adquirir uma quantidade específica de papéis em qualquer período. Além disso, pode ser estendido, expandido, modificado ou descontinuado a qualquer momento.
O conselho da XP também revisará o programa de recompra periodicamente e pode autorizar ajustes aos seus termos e tamanho.
O anúncio da recompra de ações acontece depois que, no mês passado, o Itaú Unibanco adquiriu 11,37% da XP (XPBR31), em uma transação avaliada em R$ 8 bilhões.
A participação não estratégica do banco pode adicionar pressão sobre os papéis, que têm sofrido com a queda dos papéis de tecnologia na bolsa.
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A onda negativa que toma conta do Ibovespa — e da bolsa brasileira como um todo — não tem sido muito encorajadora para os investidores. Mas, segundo o JP Morgan, os atuais níveis de preço dos recibos de ações (BDRs) da XP (XPBR31) representam uma boa oportunidade.
O banco iniciou a cobertura desses ativos com recomendação de compra e preço-alvo de US$ 141, um potencial de valorização de 45% em relação ao fechamento de segunda-feira (09).
Já para as ações da XP negociadas no Nasdaq sob o ticker XP, o preço-alvo foi fixado em US$ 27 — um potencial de valorização de 43%, com recomendação também de compra.
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
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