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‘Petrobras não pode fazer política pública’, diz presidente da estatal

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o general Joaquim Silva e Luna disse que a política de preços da Petrobras ‘ainda não é compreendida pela sociedade’

9 de janeiro de 2022
11:35
General Joaquim Silva e Luna, presidente da Petrobras, em coletiva de imprensa | Dividendos
28/08/2018 Pronunciamento sobre assinatura da GLO (Garantia da Lei e da Ordem) para Roraima (Brasília - DF, 28/08/2018) O então Ministro da Defesa General-de-exército Joaquim Silva e Luna. - Imagem: Isac Nóbrega/PR

A Petrobras não pode fazer política pública. A afirmação foi feita pelo presidente da estatal, general Joaquim Silva e Luna, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

O comentário veio à tona no momento em que o Silva e Luna discorria sobre a pressão para que a Petrobras tome alguma atitude capaz de deter a alta dos preços dos combustíveis.

O general está na presidência da Petrobras há menos de um ano. Ele chegou ao posto por indicação do presidente Jair Bolsonaro, incomodado com os persistentes reajustes nos preços dos combustíveis.

O desconforto presidencial com os aumentos, porém, ainda gera ruídos. Para Silva e Luna, o problema é a tese de que os preços dos combustíveis possam ser administrados pelo governo.

O que regula o preço é o mercado

Segundo ele, a Petrobras não tem condições de controlar os preços. “O que regula o preço é o mercado, particularmente quando se trata de commodities”, declarou.

Silva e Luna diz ainda que essa percepção está consolidada no governo. “Pode ser que a sociedade ainda não tenha compreendido”, prosseguiu.

Sobre responsabilidade social

Na entrevista à repórter Irany Tereza, Silva e Lina afirmou que a Petrobras tem responsabilidade social e procura cumpri-la.

“Mas ela não pode fazer política pública. Ela coloca recursos nas mãos de quem pode fazer”, disse ele, referindo-se aos impostos e dividendos gerados pela empresa ao Estado brasileiro.

*Com informações do Estadão Conteúdo.

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