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Segundo o Estadão, com a troca de comando no Ministério de Minas e Energia, o cargo de presidente da petroleira também está na mira
O próximo sábado (14) marcará um mês da chegada de José Mauro Ferreira Coelho ao comando da Petrobras (PETR4). Mas esse pode ser o único aniversário no comando comemorado pelo executivo - que é o terceiro nome a ocupar a presidência da estatal durante o governo de Jair Bolsonaro.
Segundo fontes próximas ao presidente ouvidas pelo Estadão, Ferreira Coelho está sob pressão após um novo aumento no preço do diesel. O jornal apurou que, com a troca de comando no Ministério de Minas e Energia, o cargo de presidente da petroleira também está na mira da dança das cadeiras.
O novo ministro, o economista Adolfo Sachsida, assumiu o MME com promessas de promover "mudanças profundas" na pasta e encontrar soluções para aliviar o preço dos combustíveis. Com a eleição cada vez mais próxima, Bolsonaro quer que a estatal segure os reajustes dos combustíveis mesmo em meio à volatilidade internacional do petróleo.
Desde 2016, a Petrobras adotou o preço de paridade de importação (PPI) para definir o valor da gasolina e do diesel nas refinarias. O PPI é orientado pelas flutuações do preço do petróleo no mercado internacional e pelo câmbio.
A alta dos preços do petróleo no mercado internacional e a desvalorização do real em relação ao dólar fizeram dos combustíveis motores importantes da aceleração da inflação no Brasil.
Nesta semana, logo em seu primeiro pronunciamento, Sachsida afirmou que solicitou estudos ao governo federal para privatização da Petrobras e da Pré-Sal Petróleo (PPSA), responsável pelos contratos da União do pré-sal.
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Coelho assumiu a presidência da Petrobras (PETR4) em um momento turbulento: com a guerra na Ucrânia, os preços do petróleo dispararam no mercado internacional.
Ele também não foi a primeira opção do governo para o cargo. O empresário Adriano Pires havia sido indicado antes, mas desistiu em meio a conflitos de interesse.
Na ocasião, Rodolfo Landim também abriu mão da indicação para presidente do conselho da companhia pelo mesmo motivo, optando por permanecer à frente do Flamengo.
Todos os nomes indicados para o alto escalão da companhia passam por uma avaliação interna. O objetivo é saber se eles preenchem os requisitos técnicos e de integridade para a função.
Além do troca-troca na presidência, outra novidade sobre a Petrobras chama a atenção hoje. A estatal anunciou que encerrou o processo competitivo para a venda parcial de quatro concessões localizadas em águas profundas na Bacia de Sergipe-Alagoas.
A empresa desistiu do desinvestimento, que já estava na fase vinculante, após reavaliar o portfólio e consider o alinhamento das concessões à estratégia. A melhora na situação financeira da companhia também contribuiu para a decisão.
Segundo a petroleira, o movimento marca "o início do desenvolvimento de uma nova fronteira em águas profundas na Bacia de Sergipe-Alagoas".
Vale relembrar que os ativos em águas profundas e ultraprofundas são o foco da Petrobras. É neles que ela tem demonstrado seu grande diferencial competitivo ao longo dos últimos anos, "com alta produtividade e com menores emissões de gases de efeito estufa".
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
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