O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Prejuízo da Natura foi de R$ 643,1 milhões no primeiro trimestre, um resultado quatro vezes pior que o do mesmo período de 2021; empresa adia metas com piora no cenário
Depois de se reunir em privado com um grupinho seleto de analistas do mercado para falar sobre os resultados do primeiro trimestre, a Natura (NTCO3) enfim apresentou o balanço oficial de janeiro a março deste ano.
E os números confirmaram um trimestre para esquecer — em todos os sentidos — da empresa de cosméticos. A Natura apresentou um prejuízo de R$ 643,1 milhões, um resultado quatro vezes pior que o do mesmo período de 2021, quando o prejuízo foi de R$ 155,2 milhões.
Outrora um exemplo de governança corporativa na B3, a empresa esperou até o último minuto do tempo previsto para divulgar os números, que saíram na CVM perto da meia-noite.
No release de resultados, a Natura usa por seis vezes o termo "desafiador", um eufemismo para dizer que o cenário para a empresa não está nem um pouco favorável.
“Nossa perspectiva é de que o cenário externo continue desafiador no segundo trimestre e seguiremos adotando medidas tais como maior contenção de gastos e rígida disciplina financeira nos investimentos, a fim de proteger nossa lucratividade e geração de caixa.”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADERoberto Marques, CEO da Natura &Co
A receita líquida da Natura apresentou queda de 12,7% em relação ao primeiro trimestre do ano passado e atingiu R$ 8,253 bilhões. O número ficou em linha com o dado preliminar que a companhia divulgou após a revelação das reuniões privadas mantidas com os analistas.
Leia Também
O aumento de custos com a inflação global e o fraco desempenho de vendas das marcas Avon e The Body Shop derrubaram o Ebitda e a margem da Natura.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado teve queda de 38,1%, para R$ 596 milhões, com uma margem de 7,2%, uma redução de três pontos percentuais na comparação com os meses de janeiro a março do ano passado.
A Natura encerrou o trimestre com R$ 4,5 bilhões em caixa e uma dívida líquida de R$ 7,647 bilhões, o equivalente a 2,13 vezes o Ebitda.
Com a piora do cenário econômico, a Natura adiou, de 2023 para 2024, a meta de atingir uma receita líquida consolidada de R$ 47 bilhões a R$ 49 bilhões.
A projeção de alcançar um nível de dívida líquida de menos de uma vez o Ebitda também ficou para 2024. A única meta mantida foi a de alcançar uma margem Ebitda de 14% a 16% daqui a dois anos.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas