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Papéis das administradoras de shoppings operam em alta nesta quarta-feira (06), embalados pela prévia operacional da Multiplan, que sinalizou que novos recordes estão no caminho da empresa
Parece que o combo inflação e juro alto não foi capaz — pelo menos ainda — de frear as administradoras de shoppings. Prova disso é que a Multiplan (MULT3) apresentou na terça-feira (5) a prévia operacional do segundo trimestre e mostrou que a quebra de recordes deve se repetir.
As vendas totais da empresa chegaram a R$ 4,9 bilhões, uma cifra inédita para o período. O valor também é 28,8% superior ao registrado no mesmo trimestre de 2019. Já na comparação com o segundo trimestre do ano anterior a alta é de 64,5%. Confira a cobertura completa das prévias.
Esse desempenho agradou tanto os investidores que não são só as ações MULT3 que operaram em alta nesta quarta-feira (06). Os números também deram embalo para os papéis de outras empresas do setor, que subiram em bloco na B3 no início do dia.
Para o Itaú BBA, sim. A Multiplan (MULT3) é a queridinha do banco de investimentos quando o assunto é administradoras de shoppings.
A recomendação para os papéis MULT3 é de compra, com preço-alvo de R$ 30 para 2022 — o que representa um potencial de valorização de 33% em relação ao fechamento de ontem. As ações da Multiplan encerraram o pregão em alta de 3,41%, cotadas a R$ 23,35.
Embora tenha o menor potencial de valorização percentual entre as empresas do setor, o Itaú BBA explica que a Multiplan é a preferida porque a empresa tem um portfólio altamente dominante, com resultados acima da média.
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Além disso, a Multiplan é a mais bem posicionada para surfar um cenário que o banco acredita que seja de alta para o setor de shoppings e cujas avaliações permanecem descontadas em termos absolutos e em relação aos níveis históricos.
Se a Multiplan (MULT3) é a queridinha do Itaú pela força do portfólio e dos resultados, é a Iguatemi (IGTI11) que apresenta o maior potencial de valorização entre as administradoras de shoppings.
O Itaú BBA tem recomendação de compra para as units IGIT11, com preço-alvo de R$ 27 para 2022 — o que representa um potencial de valorização de 49% em relação ao fechamento de ontem. As units da Iguatemi subiram 4,40%, cotadas a R$ 18,97.
Segundo o banco, a Iguatemi se encaixa bem na visão positiva do setor de shoppings: as vendas estão crescendo a uma taxa de 35% quando comparadas aos níveis pré-pandemia.
Além disso, a exposição a ativos dominantes e fluxo de clientes de alta renda apoia a visão do Itaú BBA de que o forte desempenho deve se mostrar resiliente se o ambiente macroeconômico desacelerar.
Recém-casada com a Aliansce Sonae (ALSO3), a brMalls (BRML3) também aparece com uma recomendação de compra pelo Itaú BBA.
O preço-alvo para 2022 foi projetado em R$ 11, o que representa um potencial de valorização de 41% em relação ao fechamento de ontem.
O Itaú BBA acredita que as ações da brMalls devem se movimentar muito mais em linha com as expectativas para a fusão do que com a dinâmica dos shoppings (vendas e aluguéis).
As ações BRML3 iniciaram o dia em alta hoje, pegando carona no avanço da Multiplan, mas no início da tarde perderam o fôlego e fecharam a sessão em queda de 0,42%, cotadas a R$ 7,75.
O banco vê uma vantagem para a brMalls com a fusão e acredita que as ações BRML3 são uma boa maneira de surfar o negócio com menos risco.
Com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 23 — o que representa um potencial de valorização de 39% com relação ao fechamento de ontem — a Aliansce Sonae (ALSO3) também está entre as preferidas do Itaú BBA.
A Aliansce Sonae é um case atraente de investimento no setor de shopping centers, embora o banco acredite que as ações serão impulsionadas principalmente pela dinâmica envolvendo a conclusão da fusão com a brMalls.
Com isso, segundo o Itaú BBA, os papéis ALSO3 devem responder menos à dinâmica envolvendo vendas e aluguéis mais altos. As ações da Aliansce Sonae caíram 0,42% hoje, cotadas a R$ 16,42.
Na visão do Itaú BBA, as administradoras de shoppings, de maneira geral, apresentam desempenho superior, com ações subvalorizadas.
Além disso, o banco espera que o crescimento do setor continue surpreendendo positivamente como tem acontecido desde o início da pandemia.
O Itaú justifica as projeções positivas para o segmento, que estão 15% acima da média de consenso:
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