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Após virar chacota, CEO da Meta prometeu que está trabalhando em inovações nos gráficos do Horizon Worlds e publicou uma foto com o que parece ser a nova versão de seu metaverso
Pois é, Zuckinho: caiu na internet, é meme. Na última quarta-feira (17), Mark Zuckerberg publicou uma foto da primeira versão do metaverso da Meta e foi alvo de diversas críticas e piadas por conta dos gráficos um tanto quanto peculiares do novo universo digital.
Isso porque o dono do Facebook postou uma captura de tela de seu avatar digital em frente à Torre Eiffel e ao Templo da Sagrada Família, para anunciar que Horizon Worlds estava sendo lançado na França e na Espanha. Antes, a plataforma estava disponível nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.

Mas o que chocou a internet foi que a Meta gastou mais de US$ 10 bilhões no projeto para entregar uma realidade com gráficos antigos que se assemelham ao design de jogos dos anos 2000.
“Após a selfie de Zuckerberg, muitas pessoas fizeram perguntas como ‘Por que o metaverso de US$ 10 bilhões da Meta parece um jogo da Nintendo de 2002?’”, disse o CoinMarketCap.
Até mesmo um dos homens mais ricos do mundo incomoda-se quando a internet inteira faz piadas com seu nome — e, especialmente, com seu “bebê” bilionário.
Após virar chacota nas redes sociais, Mark Zuckerberg fez questão de deixar claro que está trabalhando em inovações nos gráficos do Horizon Worlds. “Grandes atualizações para Horizon e gráficos de avatar em breve”, antecipou o CEO da Meta.
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O executivo publicou em seu Instagram uma foto com o que parece ser a nova versão do metaverso com gráficos mais realistas, tanto de seu avatar quanto da paisagem do Horizon Worlds, que retratou café antigo no estilo grego.
“Sei que a foto que postei no início da semana foi bem básica, foi tirada muito rapidamente para comemorar um lançamento”, disse o bilionário.
O dono do Facebook prometeu que “os gráficos no Horizon são capazes de muito mais” e que a plataforma está evoluindo muito rapidamente.
Outra questão apontada pelos usuários do Twitter e demais críticos das redes sociais foi a aparência peculiar dos avatares do Horizon Worlds — muito longe do que foi apresentado pelo trailer inicial de Zuckerberg.
O anúncio do Horizon World feito no Super Bowl pelo segmento de óculos de realidade virtual da Meta, o Meta Quest, mostrou a versão cartunizada e fantasmagórica dos usuários no mundo digital.
Na primeira versão do metaverso, as pessoas simplesmente não possuem pernas. Sim, apenas uma versão flutuante do usuário, sem pés ou pernas — apenas torso e cabeça.
“Por que os personagens de Horizon World não têm pernas ou pés, apenas torsos de avatar que vagam pelo universo online, movidos por uma força invisível?”, questionou o CoinMarketCap.
Apesar de a Meta não ter se pronunciado oficialmente pela falta de pernas de seus avatares, em uma sessão do Instagram AMA recente, Andrew Bosworth, vice-presidente de Reality Labs da Meta, reconheceu a dificuldade de tornar os personagens mais reais.
“Acompanhar suas próprias pernas com precisão é super difícil e basicamente não é viável apenas do ponto de vista da física com os fones de ouvido existentes”, afirmou o executivo.
Deixe-me explicar. Atualmente é possível rastrear a parte superior do corpo de uma pessoa através de fones de ouvido, como os da Meta Guest, e recriar os movimentos perfeitamente.
Porém, é quase impossível fazer o mesmo com exatidão com os membros inferiores sem utilizar sensores ao redor do corpo.
Apesar de não ter explicado suas estratégias para o metaverso, desde o lançamento do Horizon Worlds a Meta promove novidades para aumentar o número de usuários na plataforma.
Nos primeiros dois meses após o lançamento, em dezembro do ano passado, o Horizon Worlds cresceu para 300 mil usuários.
Em fevereiro de 2022, a empresa anunciou no Twitter que mais de 10 mil mundos foram criados.
Na tentativa de expandir as ofertas do metaverso, a Meta lançou uma versão da plataforma para celular.
Em abril, a empresa de Zuckerberg ainda anunciou a monetização do Horizon Worlds. O projeto permite que os criadores da plataforma de realidade virtual vendam itens e experiências virtuais nos mundos digitais.
“A capacidade de vender itens virtuais e acessar coisas dentro dos mundos é uma nova parte da equação geral do e-commerce”, afirmou Zuckerberg, em vídeo.
A monetização estava em fase de teste na época, disponibilizada para poucos criadores para obter comentários e feedbacks.
Na mesma época, o empresário também deu início a testes de um programa de bônus para os criadores norte-americanos.
*Com informações de CNN, The Verge e Polygon
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