O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Auren Energia (antiga Cesp) vai receber R$ 4,1 bilhões atualizados pela Selic, mas valor é o mesmo que o governo da ex-presidente já estava disposto a pagar em 2014
Um "esqueleto" do governo de Dilma Rousseff emergiu na noite de ontem, quando a Auren Energia (antiga Cesp) anunciou um acordo para receber R$ 1,717 bilhão da União. O valor representa R$ 4,1 bilhões atualizados pela Selic, de acordo com o JP Morgan.
Trata-se sem dúvida de uma soma expressiva, mas de certo modo pode-se concluir que Dilma venceu a parada. Afinal, esse é exatamente o montante que o governo já estava disposto a indenizar a companhia desde 2014.
A União deve, não nega, mas vai pagar a Auren em 84 meses, a partir de outubro de 2023, em valores corrigidos pela taxa básica de juros.
Seja como for, o mercado interpreta o desfecho como um final feliz. Tanto que as ações da Auren (AURE3) disparam quase 8% na manhã de hoje da B3.
Agora com o acordo, que ainda precisa passar pela homologação da Justiça, a Auren renuncia a todos os demais pedidos da ação. Procurada, a companhia não comentou o assunto até a publicação desta matéria.
A Auren, vale lembrar, é controlada pela Votorantim Energia e pelo fundo de pensão canadense Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB). Depois de arrematar a Cesp no leilão de privatização em 2018, as empresas decidiram integrar todos os ativos de energia para formar a companhia.
Leia Também
Para você entender o que estava em jogo para a Auren é preciso dar alguns passos atrás. A empresa herdou uma disputa que vem de 2012, quando a ex-presidente editou a polêmica Medida Provisória 579.
Com o objetivo de reduzir a conta de luz, o governo deu às geradoras de energia duas opções: prorrogar os contratos nas condições estipuladas pela União ou devolver a concessão.
No segundo caso, as empresas receberiam uma indenização pelos investimentos que ainda não haviam sido amortizados. A Cesp seguiu esse caminho e decidiu entregar a concessão da Usina Hidrelétrica Três Irmãos.
Dois anos depois, o governo então editou uma portaria, definindo o valor de R$ 1,717 bilhão para a usina da antiga Cesp. Mas a companhia discordou dos valores e acionou a Justiça em busca de uma indenização maior.
Com a privatização da estatal paulista em 2018, a Auren assumiu a disputa e, portanto, o direito de receber a indenização. Mas aparentemente se conformou com o valor original para dar fim ao processo contra a União.
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis