O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Rubens Ometto, principal acionista e presidente do conselho de administração da Cosan, participou do evento Market Changers, que celebra os 13 anos da Empiricus Research
O anúncio de que a Cosan (CSAN3) comprou uma fatia de até 6,5% da Vale (VALE3) ainda com o pregão da B3 em andamento é uma notícia que sozinha já tem poder para abalar o mercado, já que envolve duas empresas gigantes.
Mas quando um negócio deste tamanho inclui também uma estrutura bastante complexa para o pagamento, o trabalho de explicar todo o processo para os investidores tende a ser ainda mais desafiador.
Não à toa, as ações da Cosan recuam 5,23% neste mês. Para Rubens Ometto, principal acionista e presidente do conselho de administração do grupo, a razão é simples: "O mercado não gostou porque não entendeu".
A explicação do empresário foi feita durante o evento Market Changers, que celebra os 13 anos da Empiricus Research. Em conversa com Felipe Miranda, fundador da Empiricus e sócio do BTG Pactual, Ometto explicou sua visão sobre o acordo com a Vale.
Segundo ele, a possibilidade de adquirir uma fatia na mineradora já era discutida há pelo menos dez anos dentro da Cosan. Diante do preço atraente, não restaram dúvidas de que esse era o momento ideal para fechar negócio, que foi montado em apenas duas semanas.
"Caso qualquer coisa aconteça, podemos nos desfazer das ações, mas não vamos fazer isso", disse o executivo, seguro de que será possível desenvolver um bom trabalho na Vale apesar de sua fatia minoritária.
Leia Também
Esse é, inclusive, um dos pontos de dúvida no mercado, já que a estrutura adotada permite que a Cosan saia do negócio nos próximos cinco anos, prazo para o término do investimento.
Durante o bate-papo, Ometto também aproveitou para afastar a possibilidade de que a chegada à Vale atrapalhe a geração de valor dos outros negócios da companhia.
Hoje, o portfólio da Cosan inclui atividades nos setores de crédito de carbono — a partir da Raízen (RAIZ4) e da Radar — óleo e gás (com Compass, Raízen, Moove e Comgás (CGAS5)); energias renováveis (também a Raízen) e commodities agrícolas, com a Rumo (RAIL3).
Uma leitura presente no mercado hoje é de que, conforme a Cosan amplia seu leque de atuação, ela pode ficar ainda descontada em relação ao valor de mercado de suas subsidiárias com capital aberto.
E uma das maneiras de reduzir esse desconto no curto prazo é justamente fazer o IPO de outras subsidiárias, como a Compass e a Moove, que podem gerar alguns bilhões nos próximos anos.
"Hoje a Moove vale US$ 1,5 bilhão ou US$ 2 bilhões, o dobro do que pagamos por ela. Tem a Compass também e estamos sempre preparados para o IPO, depende das janelas que apareçam", afirma o executivo.
Ele vê boas possibilidades para o mercado de óleo e gás no Brasil nos próximos anos, que podem ser aproveitadas pela Compass conforme sua infraestrutura.
A operação para compra de 4,9% da Vale mistura aquisição de papéis VALE3 no mercado à vista e estrutura de derivativos. No futuro, caso tudo saia conforme o previsto, a participação da Cosan (CSAN3) na mineradora pode chegar a 6,5% em até cinco anos, o que resultaria em um investimento de R$ 22 bilhões — considerando o fechamento do pregão anterior ao anúncio.
A transação foi dividida da seguinte maneira: num primeiro momento, a Cosan comprou 1,5% das ações da Vale. Além disso, realizou um empréstimo para adquirir outros 3,4% diretamente via um instrumento de compra e venda conhecido como "collar" — pares de opção de compra e venda de ativos.
Por fim, realizou uma operação via derivativos para eventualmente garantir mais 1,6% das ações da mineradora por uma conversão, que poderão ter direito a voto no futuro.
Com 21 mil m², a nova unidade da Amazon nos arredores de Chicago mistura supermercado, varejo e logística
Relatório com o Índice Zara do banco apresentou as expectativas para as varejistas de moda em 2026; marcas voltadas para as classes mais baixas devem continuar sofrendo com o baixo poder de compra da população
A conta da crise do Master não ficou só com o investidor: FGC avalia medidas para reforçar o caixa
Instituição apostou em entretenimento, TV aberta e celebridades para crescer rápido, mas acabou liquidada após colapso do Banco Master
Anvisa determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka após identificar erro na embalagem que omite a informação sobre a presença de glúten
A companhia quer dobrar a produção em fábrica nova no país, em um movimento que acompanha a estratégia saudita de reduzir importações e já atraiu investimentos fortes de concorrentes como a MBRF
A conclusão da operação ocorre após a Sabesp obter, na terça-feira (20), as aprovações do Cade e da Aneel
Banco revisa preço-alvo para R$ 30, mas reforça confiança na trajetória de crescimento acelerado da companhia nos próximos anos
Segundo O Globo, a Superintendência de Processos Sancionadores da CVM concluiu que o ex-CEO, Miguel Gutierrez, foi o responsável pela fraude na varejista; entenda
O banco revisou para cima as estimativas de preços de energia devido à escassez de chuvas. Mas o que isso significa para a Axia Energia?
Analistas do banco destacam que, após anos de ajustes e crise do Fies, os grandes grupos de ensino podem gerar retornos significativos aos acionistas; veja a recomendação para Cogna (COGN3), YDUQS (YDUQ3), Afya (AFYA), Ânima (ANIM3), Vitru (VTRU3), Cruzeiro do Sul (CSUD3), Ser Educacional (SEER3) e Laureate
Andy Jassy admite que os estoques antecipados já não seguram os preços e que consumidores começam a sentir os efeitos das medidas, mudando hábitos de compra
Liquidação do will bank ativa o Fundo Garantidor de Créditos; investidores precisam se cadastrar no app do FGC para solicitar o pagamento
A aérea anunciou acordo para aporte de US$ 100 milhões, além de emissão de ações para captar até US$ 950 milhões, com diluição de 80% da base acionária; a companhia também publicou um plano de negócios atualizado
A receita somou US$ 12,05 bilhões no período, superando as estimativas de US$ 11,97 bilhões e representando um crescimento de 17,6%
A história de um banco digital que cresceu fora do eixo da Faria Lima, atraiu grandes investidores e terminou liquidado pelo Banco Central
Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida
O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição
A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar
Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza