🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

O COMBO PESOU

BRF ladeira abaixo: saiba por que as ações BRFS3 foram rebaixadas por um banco estrangeiro e lideram pelotão de perdas na B3

A performance da empresa nos últimos tempos não é das melhores: a companhia acumula queda de 15% na semana e de mais de 40% no ano

Unidade da BRF
Unidade da BRF. - Imagem: Divulgação

Um combo de notícias negativas faz as ações da BRF (BRFS3) descerem a ladeira nesta terça-feira (25), liderando o pelotão de perdas da B3 com uma queda de mais de 11%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De um lado, pesa o fato de o JP Morgan ter cortado o preço-alvo do papel e de o Citi ter rebaixado a recomendação para as ações BRFS3. Do outro, o pedido de recall de produtos de uma empresa da BRF Pet segue surtindo um efeito negativo sobre as ações. 

É bem verdade também que a performance da BRF nos últimos tempos não tem sido das melhores: a companhia acumula queda de 15% na semana e de mais de 40% no ano. Hoje, os papéis BRFS3 fecharam em baixa de 11,24%, a R$ 12,24. 

Primeiro, o recall da BRF

Em setembro, a Balance — marca da BRF Pet, uma subsidiária da BRF voltada para o mercado de animais de estimação — já tinha anunciado o recolhimento de lotes do produto Snack Dental por contaminação de etilenoglicol.

A companhia, agora, volta a enfrentar problemas semelhantes; dessa vez, o vilão foi o monoetilenoglicol, um composto químico tóxico. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última sexta-feira (21), o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou o recolhimento, em todo o Brasil, de petiscos caninos da Balance depois que foram detectados nos produtos da BRF três lotes do aditivo alimentar propilenoglicol contaminados com monoetilenoglicol.

Leia Também

O CENÁRIO BULL

XP, Nubank, Itaú, Bradesco, Santander e BTG: dois bancos vão se dar melhor se a Selic cair, segundo o UBS BB

SAÚDE DO CRÉDITO

Inter (INBR32) ainda não viu o pior: inadimplência deve subir no 3T26; CEO revela de onde vem a pressão

Segundo uma nota do Mapa, a decisão foi tomada após o Ministério receber oficialmente o comunicado de recall voluntário de três lotes de petiscos caninos da marca.

Depois, o rebaixamento dos bancos

Nem mesmo a joint venture entre a subsidiária BRF GmbH e a Halal Products Development Company (HPDC) — unidade do Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita — salvou a BRF do rebaixamento dos bancos. 

Na visão do BTG Pactual, a parceria para atuar na cadeia de produção de frangos na Arábia Saudita pode pesar nas contas da empresa brasileira a partir do ano que vem. A BRF deterá até 70% da sociedade e a HPDC, 30%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos cálculos do banco, o capex inicial de US$ 125 milhões representaria um pequeno aumento, próximo de 0,1x, na relação dívida líquida/Ebitda esperada para 2022. No entanto, para 2023, supondo que todos os US$ 500 milhões sejam investidos pelas partes, haveria um aumento de cerca de 0,3x da dívida líquida/Ebitda, para 3,1x.

Já o JP Morgan avalia que a fraca dinâmica do Brasil não deve ser compensada pelas operações internacionais, uma vez que os melhores preços de exportação para a Ásia devem ser compensados ​​pela normalização das margens no Halal.

Recentemente, o banco adotou uma recomendação neutra para as ações da BRF por entender que, ainda que o risco-recompensa pareça interessante, a velocidade de recuperação do mercado doméstico é frustrante. 

Com isso, o JP Morgan cortou o preço-alvo das ações BRFS3 de R$ 16,50 para R$ 15 — o que representa um potencial de valorização de 9% com relação ao fechamento de segunda-feira (25). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Citi seguiu o mesmo caminho do JP Morgan: rebaixou a classificação de BRFS3, de compra para neutra — com risco elevado —, e cortou o preço-alvo de R$ 29 para R$ 18 — o que representa um potencial de valorização de 30,5% em relação ao fechamento de ontem.

Segundo o Citi, a BRF precisa trabalhar para restabelecer a rentabilidade e reduzir o excesso de estoque. O banco lembra que a BRF está trabalhando sob a direção do novo CEO Miguel Gularte para reavaliar o antigo plano “visão 2030”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
24 de setembro de 2026 - 12:32
24 de setembro de 2026 - 9:02
Petrobras com fundo de dinheiro pegando fogo 23 de setembro de 2026 - 14:25
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 23 de setembro de 2026 - 12:33
Fachada verde da agência Localiza, com o logo e nome da empresa 22 de setembro de 2026 - 19:27
Fachada de agência do banco Santander Brasil (SANB11). 22 de setembro de 2026 - 14:16
Logo da companhia JBS, ao fundo céu azul e árvores espelhados na fachada do prédio 21 de setembro de 2026 - 19:37

DE A PARA B

Entre JBS e J&F: o xadrez financeiro dos irmãos Batista na B3

21 de setembro de 2026 - 19:37
dividedos renda maio caixa seguridade cxse3 petrobras petr4 21 de setembro de 2026 - 19:13
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 21 de setembro de 2026 - 15:57
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 21 de setembro de 2026 - 14:04
21 de setembro de 2026 - 11:04
O cabo de guerra pelos dividendos e investimentos da Petrobras 21 de setembro de 2026 - 10:29
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar